Toledana engravidou de trigêmeos de forma natural

Da Redação

Publicado em: 17/10/2012 - 20:00 | Atualizado em: 16/10/2012 - 16:39

Fabíola Dalla Vecchia

Ela não sabia que teria três, mas comprou três roupinhas em uma viagem que fez a Campos do Jordão, São Paulo

 

Depois de 14 anos após o nascimento da única filha, o casal Janaína e Adelmo queria aumentar a família. Mas não esperava que o número de membros fosse duplicar.

Quando se descobriu grávida, Janaína foi procurar sua médica ginecologista. Havia percebido que a barriga estava maior do que o usual, principalmente se comparada quando teve sua primeira filha, Kelly. “Minha mãe dizia que era coisa da segunda gravidez, que aparece mais do que na primeira. Mas mesmo assim achava minha barriga muito grande para o pouco tempo em que estava grávida”, relatou.

Foi durante o exame de ultrassonografia que a médica encontrou, a princípio, dois bebês. Depois, mais um. “Fique sem chão quando recebi a notícia. Pensava em como seria minha vida com três bebês. Não tinha experiência com um imagine com três!”, relembrou a gestante.

A família também ficou surpresa. Casos de gêmeos são comuns tanto por parte de Janaína quanto de Adelmo. No entanto, eles nunca esperavam que um dia pudessem ter uma dupla, quiçá um trio!

Fabíola Dalla Vecchia

Adelmo, Janaína e Kelly aguardam a vinda das três meninas

 

FATO RARO

A gravidez natural de três bebês é algo raro. A medicina considera isso possível a cada 35 mil gestações. Os riscos também são proporcionais a probabilidade. Agora, com pouco mais de 16 semanas (algo em torno de quatro meses) de gestação, a preocupação se volta para uma das bebês – são meninas – que não está ganhando o mesmo peso que as outras.  “Há o risco de eu perder ela, mas quero as três comigo”, confessa Janaína.

Se a gestação seguir com os três fetos, que estão na mesma placenta, o nascimento irá ocorrer com 32 semanas – em média oito semanas a menos do que a gestação com um bebê. 

BARRIGÃO

Enquanto isso, a barriga de Janaína só cresce. A aparência aparenta uma gravidez de sete meses. Ela já sofre em algumas situações, como dormir, por exemplo. “Durmo quase sentada”, relatou.

A alimentação também mudou. As porções são menores, mas com mais frequência. “Como pouco, não consigo comer a mesma quantidade de quando não estava grávida, mas tenho que estar o tempo inteiro me alimentando, sinto muita fome”.

A rotina também é outra. Proprietária de um salão de beleza, as atividades se reduziram aos cortes e penteados. Manusear produtos químicos é uma tarefa delegada as suas colaboradoras.

Além disso, toda a semana ela está em algum consultório médico. São diversos especialistas que acompanham a rara gravidez: endocrinologista, nutricionista, ginecologista, vascular... “Sempre tem um exame para fazer, um retorno e fico nesta função toda a semana”.

Enquanto isso, a família, amigos e clientes do salão curtem e aguardam a vinda das três meninas. 

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