Caminhos do Sucesso
No lugar onde habita o “Senhor do Destino”, bata à porta e pronuncie a senha secreta

Ficaria dias calculando minha suposta fortuna, se fosse contar as vezes em que pessoas me contatam para dizer que encontraram a fórmula para ganhar muito dinheiro. Que seria fácil, que pessoas importantes e ricas aderiram, e mais ainda, que eu havia sido indicado por elas, na frente de tantos outros, para participar deste grupo seleto.

Sem contar aquelas que na realidade, sonham mesmo é que eu lhes repasse contatos de possíveis investidores que acreditam que eu conheça. Isto não funciona assim, pessoas deste nível não atendem amigos de amigos, não distribuem seus cartões por ai, você não às encontra. Elas encontram você, ou nunca terá a oportunidade de conhecê-las realmente!!!  

Respeito todas as iniciativas, mas sempre solicito às pessoas que me procuram com uma nova ideia, que façam uma análise criteriosa, antes de entrarem em um novo negócio. Principalmente, que somente o realizem após ter lhes passado os primeiros momentos de empolgação.

É que nós, mortais por evolução, tomamos muitas atitudes levadas pelo desejo, e pela vontade cega de chegar mais rápido onde outros levaram muito tempo e também muito trabalho.

É certo que muitas vezes tentamos fazer ou obter algo, que para o momento, devido ao fato de ainda não nos ter chegado a hora apropriada, escorrem pelos nossos dedos como a água escorre pelos sulcos pedregosos e recobertos de saliências de uma imensa cascata. Então nos perguntamos: - O que fiz de errado? Por que as coisas nunca dão certo para mim? Como os céus puderam me negar esta dádiva que se faz de meu merecimento e necessidade? E caímos em extrema amargura, desânimo ou depressão.

Não se há de negar, que cair em extremo desânimo causado por uma expectativa não alcançada é algo normal e inerente ao ser humano. O que não se apropria normal, é ficarmos nesse estado de autodestruição por longos períodos de tempo, acreditando que o mundo está contra nós, e que as portas do destino se fecharam em nossa frente.

Pela lei da ação e reação, onde nada se movimenta em plano algum, sem que uma energia de mesma intensidade e movimento espiral ecoe no Universo, uma pergunta que se fundamenta em si mesma insiste em manifestar-se: - Onde se faz sentir o sopro da vida, seriam injustas as leis que regem a perfeição? 

Talvez as respostas estejam mais perto do que procurais - dentro de si, nas profundezas de vosso ser. Como relata Sir.Menthur, em uma de suas aulas ministradas aos seus mais atentos aprendizes: - “Em relação à condição mental, muitas pessoas que nos rodeiam, andam tão abatidas, tão alheias à vida e como sem alma vagueiam pelo caminho das sombras, anos após anos sob o domínio de denso véu de fixas ideias. Anos após anos no mesmo lugar, alimentando os mesmos pensamentos, como o rodar repetitivo de um isolado corta-ventos. Dessa forma lhes é impossível ver as ocasiões oportunas que se lhes oferecem e lhes podem proporcionar ensejos para melhorar a paz a saúde ou a fortuna. Fazem hoje exatamente o que já fizeram ontem, a espera de um novo resultado, que jamais acontecerá. Por suas próprias vontades, são escravos e não senhores de suas condições mentais. Observam a vida por detrás de um véu, sem saber o que estão deixando de observar com seus próprios olhos. Esse véu toma conta da imensa maioria da sociedade, e se propaga cada vez mais com o decorrer do tempo, até que a escuridão tome conta de toda a população. Salvo alguns poucos que descobriram o segredo do tempo oportuno, da sucessão das coisas, do significado dos empecilhos e atrapalhações, do caminho secreto para chegar ao que está em cima. Estes entenderam que o que é forte embaixo é forte em cima, o que é escrito embaixo também está escrito em cima, e que mora dentro de cada um a senha secreta capaz de abrir a porta do elo perdido e leva-lo a conquista da prosperidade tão procurada. Por alguns!”

Sob a claridade refletida pela luz deste relato, podemos nos perguntar:- O que estamos fazendo realmente para sermos diferentes, para sermos melhores, para encontrarmos o caminho da realização de nossos sonhos e objetivos?

É preciso saber que tudo no Universo foi moldado exatamente para afastar os menos persistentes ... Da chegada ao lugar fracamente almejado.

Assim, os menos dotados de ânimo e força mental, nunca receberão nem em sonho o sinal desta mensagem...      -  No lugar onde habita o “Senhor do Destino”, bata à porta e pronuncie “esta senha secreta”... Que ela se abrirá sem rejeição! 

Cativando talentos em potencial

No final do ano passado estive por 22 dias no Japão e também em Taiwan, lá participei de várias reuniões em empresas, mostrando as potencialidades de nosso país, e buscando descobrir a essência de tanta prosperidade.

A resposta quase sempre foi a mesma, falada tanto em mandarim quanto em japonês: - Nós valorizamos o talento das pessoas!

Muito boa a resposta que recebi. Mas “Talento” não é para qualquer um, é algo especial, que vem de dentro, que pode estar incubado ou não, que não marca hora nem lugar para aparecer, que de uma hora para outra explode como se fosse uma bomba atômica. É nestas horas que surgem as grandes ideias que geram as transformações.

Nessa hora prospera aquela antiga, mas eficaz frase:- “Junto comigo só os melhores do que eu”.

É claro e certo, que as pessoas e empresas de sucesso, cercam-se de parceiros melhores do que elas.

Para os homens de visão, estar atrás dos melhores, não se torna fator de humilhação, mas sim de grandes oportunidades.  O que importa é poder estar dentro do grupo.

Estar junto do melhor cantor, do melhor escritor, da melhor empresa, do melhor homem de marketing, do mais inteligente, do mais sábio, do mais ágil, do mais eficiente, do mais aclamado, do mais... Assim por diante o sucesso ronda por estas praias e é por aí que as coisas acontecem e a força mística da atração atua potencialmente.

Foi-se o tempo de querermos ser os melhores, acharmos que somente nossa opinião está correta, e que podemos dirigir o mundo de nossa maneira. É hora de agilidade, de ousadia, de coragem, de visão, de determinação, e de muita estratégia...E de boas parcerias.

Olhe para o seu lado e verá que muitas empresas que aparentemente estavam na dianteira foram ultrapassadas por outras menores e desconhecidas. Isto se chama, Talento x Cegueira pelo Excesso de Confiança

Pessoas talentosas sentem cheiro de sucesso e apostam suas fichas com segurança, diferente de aventureiros pseudotalentosos, que arrancam em alta velocidade, e não conseguem chegar ao final da corrida.         

É incontestável, urgente e irreversível, a humanização talentosa cada vez mais acentuada tanto nas grandes quanto nas pequenas organizações empresarias, sejam elas públicas ou privadas.

Somente através da diferenciação dos níveis de valor agregado do conhecimento incorporado ás ações, é que poderemos realmente traçar novos perfis das potencialidades empresariais.

Cada dia mais, a sociedade está descobrindo, que ser grande, importante ou famoso não significa ter sucesso, mas sim, estar mais próximo de ser ultrapassado por um novo e talentoso emergente.

A união não se faz mais pela simples harmonia, mas sim pela canalização de uma enxurrada de ideias e discussões sobre infinitos pontos de vista. Pensar diferente é agregar valor.

Pessoas talentosas estão sempre prontas para enfrentar novos desafios e descobrir os segredos das fechaduras das portas mais bem trancadas de um determinado meio ou negócio.

Se você quer saber se é uma destas espécies disputadíssimas no mercado das empresas de sucesso, é fácil, apenas veja como se comporta frente a uma grande porta trancada, ou a um monte de pedras jogadas em seu caminho. 

Se você agradece a Deus pelas dificuldades de cada dia, e principalmente pelas pedras que precisa remover a todo o instante, você está no caminho certo. Com elas construirá o seu castelo, parabéns!

Se você é uma destas pessoas, que prefere aquele chamado "agrada patrão", e seu "patrão" lhe é recíproco com aquela famosa e costumeira “mão na cabeça”, seus dias e dele estão contados.

Outros mais talentosos e menos tolerantes a falhas primárias estão para ocupar seus lugares neste exato momento. O mais inteligente nestas horas é cativar os melhores para junto de você, agregando seus valores, ao ne segócio.

Aqui e agora o que vale é a lógica... "Quem cativa soma, quem afasta some".

Um abraço do Klaue!!!

“Me digas como pensas que te direi onde vais”

A frase a cima é muito antiga, mas nos faz refletir sobre o que nos trouxe até este momento da vida. Muitas pessoas dizem que não tiveram sorte no passado e que outras foram ajudadas e conseguiram tudo com muita facilidade...Seria isto uma verdade concreta? Como foram os pensamento e decisões destas pessoas ao longo da vida?

Precisamos pensar sobre isto. Imagine em um dia de chuva forte você viajando com os pneus de seu carro carecas e outro motorista ao seu lado com pneus ainda novos. Caso aconteça uma aquaplanagem com você, e com o outro motorista não, isto seria um caso de sorte ou azar?

Dois jovens que moram no mesmo bairro. Um passa o dia todo na rua, indo em festas e dormindo até tarde, enquanto o outro estuda. Se o segundo passar em um concurso público concorrido e de alto salário ou tornar-se um empresário de sucesso, enquanto outro necessitar trabalhar duro todo o dia para poder suprir suas necessidades básicas, isto seria um caso de sorte ou azar.

Duas irmãs casam-se com homens de condições financeiras difíceis, uma decide ficar em casa, sem estudar e muito menos trabalhar, outra decide trabalhar e estudar, e quando se forma consegue um ótimo emprego. A família melhora de vida, cria seu próprio negócio e com o tempo fica rica. A outra continua vivendo com muitas dificuldades não conseguindo ir para a frente, isto seria um caso de sorte ou azar?   

Então meu amigo(a) leitor, o que pensa sobre isto?

Ao longo dos anos tenho recebido inúmeros e-mails, de pessoas dizendo-se sem sorte na vida. Na grande maioria da vezes quando busco me aprofundar um pouco no problema, observo que na realidade a maioria delas está apenas tendo o resultado esperado, pelas decisões que tomaram no passado. E nada tem a ver com sorte ou azar.

É muito confortável e confortante para alguns, culparem a má sorte ao invés de assumirem a culpa de terem feito as coisas erradas, ou deixar de fazê-las no passado.

É sabido por todos, que usar atalhos são péssimas decisões no longo prazo, e que bons resultados acontecem após uma série de esforços feitos ao longo do tempo, muitas vezes com poucos resultados no começo, mas com degraus firmes construídos lentamente rumo aos seus ideias e objetivos.

Velhos Magos do Oriente, ensinavam seus discípulos a serem generosos com quem lutava e fazia sua parte, mas nada generosos com quem somente esperava receber algo de mãos beijadas.

Os ensinamentos destes Magos prosperaram e estão juntos de nós até hoje. É claro que muitos supostos estudiosos não podem perceber isto, e por mais que achem que estão preparados, nunca conseguirão adquiri-los.

Em minhas constantes viagens que tenho feito pelo Brasil, tenho encontrado pessoas realmente prósperas, que formaram patrimônios invejáveis e que serão substituídas em suas missões por filhos plenamente preparados e dedicados para isto. Mas isto não aconteceu por mero acaso, mais pela preparação e visão de longa distância que os pais tiveram.

Encontrei também, pessoas tão prósperas quanto as primeiras, mas que não conseguiram repassar isto para os filhos e o futuro incerto lhes atormenta a alma. Mas tudo tem uma boa saída... . 

Com certeza, o que diferencia estas pessoas é sua forma de pensar e depois agir!!

E você, como  está pensando neste exato momento.

Um fraterno abraço do Klaue!

O Culto “Mágiko” da União

Vivemos em uma sociedade onde as coisas mudam a uma velocidade incrível. Nesta mudança, mudam também a nossa forma de viver e a de ver os outros ao nosso redor.

Nos preparamos para uma sociedade onde não existirão mais classes sociais, mas sim grandes muros separando uma das outras.

Uma sociedade dividia entre os que olham e comandam, e os que seguem a multidão com um saco enfiado na cabeça, que com o tempo fará parte integrante de seu corpo.

Estamos em tempos onde pessoas acreditam que aprendem alguma coisa com mensagens de celular que nem sabem de onde veio. Jovens seguindo pessoas pela internet, sem saber realmente quem são. Homens e mulheres em busca de corpos perfeitos, tentando seguir falsos modelos criados em fotoshop expostos em revistas e nas mídias sociais.

Pais que criaram fortunas com muito trabalho, e depois estragaram os filhos dando tudo o que querem, enfraquecendo suas mentes e suas almas, levando-os a trilhar o caminho do infortúnio logo mais adiante.

Estamos vivendo em tempos de uma sociedade formada por grupos radicais, cada um buscando sua própria satisfação.

Estamos em tempos onde mentes brilhantes e preparadas, sabem que serão os que comandarão tudo um dia. Mentes que sabem também, da fraqueza de seus comandados, criada pela desunião, desatenção, falta de visão e falso sentimento de felicidade.

Vivemos em tempos de uma sociedade iludida pela miragem que lhe colocam a frente da vistas.

Mas nem tudo está perdido, ainda existem soluções, e uma delas seria promover a união e a solidariedade entre as pessoas, sem que elas percebessem.

Numa certa escola de aprendizes o Mestre conta a seus aprendizes uma velha história. “- Certa vez, um velho Mestre da Sociedade Maggog chega em um vilarejo humilde e pede um lugar para passar a noite. As pessoas evitam o contato com ele dizendo que não possuem comida suficiente para se alimentarem, logo não teriam o que dar de comer a ele também.

O velho homem diz então que não está interessado em comida, só no lugar para dormir porque iria fazer uma deliciosa sopa de pedras.

Os moradores do vilarejo lhe arrumaram um lugar, junto a “Pedra do Círculo” e observam o andarilho tirar algumas pedras de um embrulho de linho dourado e colocar em um caldeirão com água.

Conforme preparava a sopa, o Mestre Maggog, salivava e lambia os beiços, o que atiçava a curiosidade das pessoas, que já não se alimentavam bem. Um homem se aproxima e o velho Mestre diz que se tivesse uma cenoura a sopa ficaria fantástica, o aldeão traz e entrega a cenoura para o andarilho.

Outras pessoas se aproximam e o homem diz que uma vez colocou um pedaço de carne salgada e a sopa ficara digna de reis, e assim outro aldeão trouxe a carne.

O fato foi se repetindo com cebola, couve e outros ingredientes. Com a sopa pronta, o velho dividiu com todos o conteúdo do caldeirão, alimentando assim a todos.

No dia seguinte, o velho Mestre se levantou e partiu, mas antes entregou o embrulho de linho com as pedras mágicas a um garoto e lhe contou que o segredo da sopa de pedras era a união e colaboração de todos”.

Meus amigos leitores, cada um de nós pode fazer a sua parte por uma sociedade melhor. A forma silenciosa, gradual e longe dos holofotes, pode ser a melhor opção no momento. Os fleches e holofotes na maioria das vezes acabam estragando as iniciativas, e criando disputas de vaidades até mesmo entre os homes e mulheres de boa vontade. 

Cada um em seu silêncio, pode começar a fazer agora, se já não o fazem!

Um fraterno abraço do Klaue!

Não se preocupe, apenas adote uma reação positiva

Constantemente recebo mensagens de indignação com as coisas que andam acontecendo em nosso país. Inúmeras são as perguntas que recebo sobre minha posição a este respeito. Constantemente eu lhes repondo com uma nova pergunta: - Diante de tudo o que aparece nos meios de comunicação todos os dias, o que você está fazendo de produtivo, além de reclamar, xingar, e tomar grande parte de seu tempo e de outros, com suposições, deduções e afirmações improdutivas?

É importante frisar, que de forma alguma estou minimizando a importância destes acontecimentos, que são realmente lamentáveis e vem afetando substancialmente e gradualmente a composição dos valores de nossa sociedade, o que me preocupa, é que muitas pessoas se utilizam de situações como estas, para estacionarem seus carrinhos sob a sombra de uma árvore qualquer, para tirar uma bela soneca até a tempestade passar. Como se também não tivessem uma parcela de responsabilidade em tudo isso.

Nada disso, mesmo com toda esta “chuva de granizo”, nós precisamos avançar, pois parar é retroceder, olhar para trás é perder o bonde da história, retardar o passo é tentar fugir de nossas responsabilidades e desafios. Avançar nas crises é a maior arma contra a própria crise.

Meu amigo(a) leitor(a), pare para pensar por alguns segundos ... Se todos nós sabemos que quanto mais próspera se torna uma comunidade (bairro, cidade, região, estado ou país), melhor fica a vida para todos que nela vivem... Se sabemos que nosso próximo sente exatamente as mesmas coisas que nós - mesmos desejos, sonhos, medos, ambições, ilusões, alegrias, tristezas, angústias, desilusões. Se sabemos que nesta vida “para quem muito foi dado muito será cobrado” e que “nada passa de bom ou de mau” sem que seja contabilizado no livro da Lei. Então talvez...A resposta esteja na mudança de nossa forma de pensar e agir.

Se as pessoas pararem por um tempo de pensar naquilo que temem e projetarem suas mentes naquilo que esperam de uma vida bela e plena, se por um tempo passarem apenas a desejar coisas boas para seus familiares, amigos, colegas, e até mesmo para aqueles que não conhecem se passarem a elogiar mais, atrapalhar menos, ajudar mais, desconfiar menos se afastarem de tudo o que não lhes faz bem, agradecendo em atos e orações a Deus, pela dádiva de poder participar do esplendor dos dias e das noites, certamente uma reação positiva em cadeira tomará conta de cada espaço ao seu redor.

Vamos lá, comesse hoje...Adote uma reação positiva, e passe a utilizá-la toda a vez que alguém com atitudes negativas chegar perto de você. Assim, estará invertendo os valores e além de melhorar a vida desta pessoa, estará melhorando a sua e do mundo a sua volta

...depois de muito tempo apenas observando “Eles” voltaram, o conhecimento então se solidifica ...“unde materia et prima movet” As trombetas anunciam, a hora já chegou, muitos buscaram e não puderam ser atendidos, pois ainda não era chegada sua hora. Um fraterno abraço do Klaue.

Afinal, onde fica o paraíso?

Muitas pessoas acreditam que um dia encontrarão o paraíso. Algo distante e colossal. Então passam a vida toda sonhando com ele, muitas vezes nada fazendo para conquistá-lo de verdade.

Já pararam para pensar que talvez o paraíso seja algo que esteja dentro de cada um? Na forma com que age e vê o mundo e como trata seus semelhantes? Talvez seja tudo muito mais simples que se imagina?     

Conta uma passagem... “Que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando, de repente, surgiu diante dele um dos maiores poetas de todos os tempos — Virgílio. O homem tomou o maior susto de sua vida e começou a tremer sem parar. Virgílio disse ao apavorado colega: — 'Tua alma está tomada pela covardia, que tantas vezes pesa sobre os homens, os afastando de nobres empreendimentos, como uma besta assustada pela própria sombra.' Mas, o destino estava sorrindo para ele, explicou Virgílio, pois tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Paraíso e do Inferno.

Utilizando seus poderes místicos, Virgílio transportou o poeta — ainda apavorado com tão insólita experiência — ao velho e mítico rio de águas pantanosas e cinzentas que circundava o submundo: O 'Rio Aqueronte'. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno, já que 'Caronte' não se encontrava por ali. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e de enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.

Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida em que se aproximavam de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e de ranger de dentes. 'Gritos de mágoa, brigas, queixas iradas em diversas línguas formavam um tumulto que tinha o som de uma ventania.' Ao contornarem as rochas, depararam-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada uma segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Entretanto, devido ao tamanho da mesa e por serem as colheres muito grandes e com cabos três vezes mais compridos do que os braços das pessoas que as usavam, estas ficavam impedidas de alcançar a panela no centro da mesa. Isto tornava impossível, para qualquer uma daquelas pessoas famintas, de levar a comida à boca. Havia muita luta e imprecações, enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.

O poeta ficou muito abalado com a terrível cena. Fechando os olhos, suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio orientou o poeta como chegar até o Paraíso.

Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles haviam acabado de visitar. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente, Virgílio conduziu-o por uma trilha onde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e de arbustos. Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar: grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa.

 A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar é que as pessoas deste segundo grupo estavam usando suas colheres para alimentar umas às outras”.

Uma coisa é certa, cada um escolhe e anda em seu próprio caminho, e chegará em seu merecido destino, como 2+2=4. Esta é a Lei! Jus est lex!

A sociedade dos poucos, gera a riqueza

Com a evolução das mídias sociais, o mundo ficou realmente muito pequeno, e isto é bom para obtermos informações em tempo real. Mas um alerta está no ar. Por que os grandes nomes das comunicações mundiais deixam seus filhos apenas por determinados momentos nestas mídias?

É fácil saber o porquê! Justamente pelo fato de que tudo está quase pronto na internet, e as pessoas acabam tendo como verdades, informações que nem sabem de onde vieram. E por que vieram!

Observo pessoas seguindo freneticamente outras pessoas, e vivendo as vidas que não são suas. Isto sim, não é nada bom, pois trazem para a vida real as vidas holográficas de outros! Acabam acreditando que aqueles breves e selecionados momentos representam as vidas destes “Ícones”.  Pura ilusão! Na maioria dos casos são muito piores do que a de seus meros expectadores.

Não temos como fugir da realidade quando ela bate em nossas portas e em nosso bolsos, e ficar seguindo gente por ai, acabará uma hora ou outra nos deixando sem saber fazer nada, sendo então, excluídos pelo mercado.

 Quando esta hora chegar e ela chegará, não adiantará chorar ou tentar culpar os outros, pois “outros” bem preparados que cuidaram de suas vidas, estarão vendendo lenços bem carinhos...Para você!

Viver de ilusão alheia é uma doença que aos poucos vai corroendo nossa alma, nossa mente e nossas vidas. Então precisamos de sabedoria para moderar tudo isto. Mas pelo andar da carroça será coisa para bem poucos. Por isto, é que cada vez menos pessoas, dentem os maiores recursos do mundo todo.

Acredito que isto valha uma reflexão, e a história que transcrevo a baixo, poderá servir como exemplo para todos nós... “Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para lhe perguntar como se deveria viver para adquirir a sabedoria e a riqueza. O ancião, ao invés de responder, propôs um desafio: - Encha uma colher de azeite e percorra todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.

Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão, andando a passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza.

Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou: - Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu o aroma das maravilhosas flores do jardim? Escutou o canto dos pássaros?

Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não, e o ancião disse: - Assim você nunca encontrará sabedoria e riqueza; vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio ou rico.

Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros.

Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho. Disse-lhe o ancião: - Assim você nunca encontrará sabedoria e nem riqueza na vida; vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. As duas devem seguir unidas a cada passo que dê”.

E com esta história termino o artigo de hoje, tendo a plena certeza, seja bom ou seja ruim que: A sociedade dos poucos, gera a riqueza

Não acredito em magos... mas que eles existem, existem

Numa certa escola inglesa, os aprendizes que sonhavam em ser iguais a seus pais recebiam uma lição do Mestre Atemporal, quando um dos jovens lhe disse: - Aprendemos muitas lições, mas meu pai me disse que o que vemos é somente parte da realidade, e que ao sair daqui veremos o mundo de uma forma totalmente diferente. Qual será ela?

O Mestre esfregou o anel da mão direita na túnica e respondeu: - Não tenha pressa meu jovem aprendiz, só o tempo e a preparação lhe darão as respostas definitivas. Para hoje lhes dou um lição como tarefa; Busquem compreender o real significado desta velha história que passo a narrar... “Era uma vez um jovem príncipe, que acreditava em tudo, exceto em três coisas. Não acreditava em princesas, não acreditava em ilhas e não acreditava em Deus. Seu pai, o rei, disse-lhe que tais coisas não existiam. Como não haviam princesas ou ilhas nos domínios de seu pai, e nenhum sinal de Deus, o príncipe acreditou.

Um dia porém, o príncipe fugiu do palácio e dirigiu-se ao país vizinho. Lá, para seu espanto, viu ilhas por toda a costa, e nessas ilhas viu criaturas estranhas e belas, às quais não se atreveu a dar nome. Quando estava procurando um barco, um homem vestido de Noite, dele se aproximou na beira da praia.

- Estas ilhas são de verdade? – perguntou o jovem príncipe. - Claro que são ilhas verdadeiras – disse o homem vestido de Noite. - E aquelas estranhas e belas criaturas? - São todas autênticas e genuínas princesas. - Então, também Deus deve existir! – bradou o príncipe. - Eu sou Deus – replicou o homem vestido de Noite, com uma reverência. O jovem príncipe retornou para casa tão depressa quanto pôde.

- Então, estais de volta – disse o pai, o rei. - Vi ilhas, vi princesas, vi Deus – disse o príncipe num tom reprovador. O rei não se abalou. - Não existem ilhas de verdade, nem princesas de verdade, nem um Deus de verdade - falou. - Eu os vi! Retrucou o filho. - Diga-me como Deus estava vestido - disse o rei - Deus estava todo vestido de Noite -respondeu o príncipe eufórico - As mangas de sua túnica estavam arregaçadas?- perguntou o pai - O príncipe lembrou-se que estavam. O rei sorriu. - Isso é o uniforme de um Mago, você foi enganado pelo Rei do país vizinho.

 Com isso, o príncipe retornou ao pais vizinho e foi para a mesma praia, onde mais uma vez encontrou o homem todo vestido de Noite. - Meu pai, o rei, contou-me quem és – disse o príncipe indignado. – Tu me enganaste da última vez, mas não o farás novamente. Agora sei que estas não são ilhas de verdade, nem aquelas criaturas são princesas de verdade, porque tu és um Mago e não Deus. O homem da praia sorriu. - És tu que estás enganado, meu rapaz. No reino de teu pai existem muitas ilhas e muitas princesas e Deus está em todos os lugares. Mas tu estás sob o encanto de teu pai que também é um Mago, logo não podes vê-los.

 O príncipe, cabisbaixo, voltou para casa. Quando viu o pai, fitou-o nos olhos. - Pai, é verdade que tu não és um rei de verdade, mas um Mago? O rei sorriu e arregaçou as mangas. - Sim, meu filho, sou um Mago e rei. - Então o homem da praia era outro Mago? Tenho que saber a verdade, a verdade além da magia. - Não há verdade além da magia – disse o rei.

 O príncipe ficou profundamente triste. - Eu fugirei em busca de Deus – disse ele. O rei, pela magia, fez a o Tempo e o Éter aparecerem, cercados dos outros quatro elementos. O Tempo e o Éter ficaram junto à porta e acenaram para o príncipe, lançaram-lhe um estonteante faixe de luz mostrando-lhe o caminho até Deus. O príncipe estremeceu. Lembrou-se das ilhas belas, das princesas e que Deus poderia estar em todo o lugar. Percebeu que já não era o mesmo, pois podia ver o Tempo e o Éter. - Muito bem, ficarei. Disse ele. – Agora posso ver a realidade com meus olhos. - Então, meu filho – disse o rei –, tu, também, agora começas a ser um Mago”.

Os jovens aprendizes em silêncio recolheram-se para seus aposentos, e por um longo tempo naquela noite não conversaram uns com os outros, buscaram apenas lembrar de conversas outrora feitas com seus pais ... .

Valorize sua história pessoal

Muitas pessoas não acreditam ou não querem acreditar, que somos nós mesmos quem determinamos os rumos de nossa vida. Desta forma nossa história pessoal é escrita a cada momento pelo nosso próprio punho. 

Você pode até argumentar – é fácil falar, mas na realidade a coisa é muito diferente. E eu respondo: - Eu sei disto, e sei mesmo. Era exatamente isto que me diziam quando decidi sair de casa para trabalhar em outra cidade “por pouco mais de nada”.  Nesta época o salário somente durava até a metade do mês.  Não porque eu gastava muito, mas simplesmente porque era realmente pouco demais.

Voltar para casa, e cumprir as “profecias” de amigos e parentes de que eu não aguentaria um mês longe das facilidades que a vida me reservara, nem pensar.

Ainda mais, que lá estava a Real Escudeira “vó santinha”, que com seus mais de noventa anos provocava todo mundo dizendo: - Esse menino puxou ao seu tio Turíbio Gomes, tá sempre com um olho na bota e o outro no horizonte, e só vai voltar quando achar que já conquistou o que queria. Turíbio Gomes era meu tio avô, um líder Maragato, que percorria com seu exército as coxilhas do Rio Grande em intermináveis batalhas em busca da liberdade e da manutenção da ordem na região.

Não desisti, pois estou aqui. E posso falar de carteirinha, que vir para uma cidade distante, sem conhecer ninguém não é uma tarefa fácil. Principalmente quando se precisa partir novamente da base da pirâmide das necessidades humanas.  A isto chamei de caminhada do aprendizado.  

É claro que dentro desta caminhada, existiram muitas dificuldades, contratempos, barreiras, armadilhas, injustiças, perseguições, falta de reconhecimento e outras coisas mais. Isto tudo, considero como coisas normais para quem segue com determinação em busca de sua felicidade, tendo o tempo e a sucessão das coisas como seus maiores aliados.

Um ponto é muito importante frisarmos, não são os outros, mas sim a forma com que lidamos com os fatos e acontecimentos que irá determinar até onde poderemos e iremos chegar. 

Muitas vezes, tenho encontrado pessoas, que sentem uma “felicidade tremenda” em atribuir seus insucessos, desgostos, perdas, e decepções a outras pessoas. Como se fossem meros espectadores de suas vidas. Não meu amigo leitor, nem você nem eu somos espectadores, mas sim artistas principais da nossa história de vida, cujos caminhos estão sempre sendo guiados sob a guarda e proteção da mão poderosa do criador. Decidir pegar nela ou não, isto já é outra história.

E foi isto que certo dia uma sábia senhora de uma forma muito bonita ensinava a seu neto...” O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou: - Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco vovó? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto: - Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial e disse: - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

A avó pacientemente respondeu: - Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz e feliz com o mundo.

Primeira qualidade: Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus.

Segunda qualidade: De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final ele estará mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor. A isto chamamos de aprendizado.

Terceira qualidade: O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça. A isto chamamos de humildade.

Quarta qualidade: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. A isto chamamos de valores.

Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, por isto procure sempre ser consciente de cada ação. A isto chamamos nossa história pessoal”.

Meu amigo leitor, nunca se compare com outras pessoas, pois cada uma está vivendo em momento e condição diferentes da sua.   Estar na frente ou atrás não que dizer nada, pois muitos começaram antes, alguns já saíram de posições mais à frente, outros agora é que resolveram caminhar.

 O importante é saber que o que vai diferenciar cada um na hora da chegada, é a quantidade de felicidade que conseguiu distribuir aos outros e a sobra que decidiu trazer para junto de si.

O pensar oculto dos grandes líderes do mercado

Após meu retorno de férias, em um rápido encontro na escola de formação de Worldwide Managers, de uma corporação em SP, - onde atendia individualmente um acionista Sênior e Vice – Presidente de Expansões -  um dos alunos, aparentando pouco mais de trinta e cinco anos, me perguntou: - O que alguém teria a ensinar a um executivo Sênior de uma grande empresa, que ele já não soubesse. Minha resposta foi simples: - Nada!

Já fazem alguns anos que não me dedico a área de treinamento. Neste caso foi apenas uma passagem rápida a pedido deste amigo. Quando falo “amigo”, justifico minha resposta anterior, de que não vou a lugar algum ensinar nada a ninguém! Mas sim, fazer amigos!

Já dizia um velho sábio da antiguidade, que “Mestres, Magos e Amigos, nunca devem levar ninguém nas costas, no máximo apontar um ou outro caminho! 

Pela pergunta do jovem executivo, podemos perceber a grande diferença que existe entre pessoas que precisam ser treinadas e pessoas que devem ser ouvidas e acompanhadas. Este segundo grupo de pessoas, são os que dirigem, correm os maiores riscos e assumem todas as responsabilidades das corporações.

Com certeza você não encontrará facilmente, um deste porte, caminhado pelas ruas em sua cidade ou na festa no Clube. Se o encontrar, dificilmente terá sua atenção, ou apenas respostas evasivas e simplistas, a suas indagações.

Talvez em uma palestra você o veja falando sobre seu trabalho e sua trajetória, e ficará impressionado. Mas com certeza ele estará apenas ajudando você a se motivar para ir em frente, mas nunca contará seu real segredo de sucesso. Não que não deseje, mas a complexidade das ações e de sua forma de pensar, não poderiam ser compreendidas em tão pouco tempo. Também, jamais revelaria suas crenças, métodos de controle mentais, físicos e espirituais que o tornaram apto a mover com tamanha habilidade as peças do jogo de xadrez do mercado onde está atuando no momento.

Estes grandes homens de negócios não precisam de professores ou treinadores, pois sentem-se à vontade no mercado, e delegam aos níveis inferiores as decisões técnicas, atividades operacionais, administrativas e comerciais da empresa.

Eles precisam apenas de uma coisa...De que suas mentes estejam plenamente preparadas para ver, ouvir, e sentir os riscos e oportunidades de negócios, mesmo antes que elas estejam formadas. Suas mentes são os seus instrumentos mestres de captação e repulsão do que ainda não existe ou não é visível. A elas cabem sentir e formatar em imagem, som e pulsar, o que ainda está em formação, mesmo que distante.

Contam uma vez que ...” Um Rei muito poderoso perguntou a seu médico da corte: - Sei que na tua casa existem mais dois médicos além de ti. Tu és conhecido em todo o reinado, mas me fale o que fazem seus irmãos desconhecidos? O médico respondeu: - Sou conhecido e respeitado por todo o reino, pois uso minhas poções e habilidades cirúrgicas para curar os nobres e soldados feridos em guerra. Meu irmão do meio é conhecido apenas nas redondezas do castelo, pois sente o cheiro do mal e o derrota antes dele entrar nos portões da cidade. Já meu irmão mais velho, sua fama não sai da porta de nossa casa, pois sente o mal quando ainda é pequeno e o derrota antes que cresça e cause maiores transtornos. 

Eis ai um segredo, e um dos motivos pelo qual grandes homens são silenciosos e investem tanto no domínio, no controle e na expansão de suas capacidades mentais e espirituais. Descobriram desde cedo que suas capacidades intelectuais podem ser compartilhadas com auxiliares competentes, mas suas capacidades mentais e espirituais jamais poderão ser compartilhadas com ninguém, pois são elas que bem desenvolvidas, o tornam o que são!!!

Eis aí uma face do pensar oculto dos grandes líderes do mercado! Um abraço do Klaue!