Caminhos do Sucesso
Não podemos culpar os outros por nossos limites de visão

É claro que deixar nossa zona de conforto, à primeira vista, pode parecer uma grande perda, mas em um médio espaço de tempo acabamos descobrindo, que na verdade o que fizemos foi ampliar nossos horizontes. Passamos a perceber que algumas pessoas correm abraçadas em seus cofrinhos de moedas com medo de que alguém os tome, fechando os braços as riquezas infinitas que o mundo pode lhes oferecer.  Vão para a praia com um baldinho, cavoucam a areia com uma pazinha, constroem seus castelos sob a proteção de um pequeno guarda-sol. Na verdade, ficam tão fechadas no mundo em que vivem, que acabam se tornando escravas dele.

Muitas vezes por ambição ou excesso de foco, talvez por egoísmo, acomodação, medo ou falta de autoconfiança passam a não mais olhar para fora do circulo no qual estão inseridos.

A princípio até parece ser bom, enquanto a grama está verdinha, mas mais tarde... Conta uma antiga historia que ... “Sentados a beira-mar, estavam o mestre e seu melhor discípulo a conversar sobre as coisas da vida. O jovem desejando saber o que havia depois da linha do horizonte perguntou ao mestre: - Mestre, o que existe além do horizonte, só vejo água, embora muitos digam que lindas terras existam por lá? Tenho subido no topo das árvores e das montanhas mas continuo apenas vendo água.

O mestre fazendo três círculos na areia com os dedos, respondeu: - Meu filho, veja que quando fiz o primeiro círculo, a areia ficou dividia entre dentro e fora, no segundo ela continuou na mesma situação, apenas um pouco mais dentro e menos fora. No terceiro círculo, novamente se repetiram as outras duas situações, apenas ampliando-se o espaço de dentro e diminuiu o de fora. Mas mesmo assim, o de fora continuou infinitamente maior do que o de dentro. Na verdade, a linha do horizonte não existe, o que existe mesmo é uma limitação de nosso campo de visão.

Vendo que o discípulo ficara ainda confuso o mestre contou-lhe uma pequena parábola: - Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia.  Não tinha limites e andava por onde queria. O dono porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já a estavam copiando.

Um belo dia, o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um barbante de aproximadamente dois metros e amarrou a galinha a ele.  Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha, foi reduzido a exatamente onde o barbante lhe permitia chegar. 

Ali, ciscando, bebendo a água e comendo o milho que todo o dia na mesma hora o homem lhe colocava, estabeleceu sua vida.  Dia após dia, acontecia o mesmo, e ela passou a gostar daquela vida. Quando uma outra galinha se aproximava de seu raio de atuação ela a espantava com voracidade, protegendo sua propriedade. De tanto andar nesse círculo, a grama que era verde foi desaparecendo e ficou somente terra.  Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela.  Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar existia muita grama enquanto que dentro, cada vez mais terra.  Logo, nenhuma galinha mais passou por perto dali.  E assim se sucederam os dias.

Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado uma pacata figura.  Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.

Agora estava livre, o horizonte seria o limite, poderia ir onde quisesse.  Mas, estranhamente, a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito. Só ciscava e andava dentro do círculo, seu domínio imaginário.  Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se “aventurar” .  Preferiu ficar do lado conhecido.  Como o dono da propriedade não lhe deu mais água e milho, em poucos dias ela acabou morrendo. 

Então o jovem aprendiz compreendeu o que o velho mestre lhe havia  mostrado riscando  na areia, linhas do horizonte”.

E assim estava escrito... همه تحت سرپرستی چه کسی می داند اسرار روزها و شبها

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A conquista da montanha difícil

Num aula para seletos jovens, treinados pela Mestre Thot, contam que... “Numa determinada floresta haviam três grandes leões. Um dia, o macaco representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: - Nós, os súditos, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar - existem três leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?

Os leões souberam da reunião e comentaram entre si:- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter mais de um rei. Precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir?

Essa era a grande questão. Lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado. Novamente, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso.

Depois de usarem técnicas de reuniões do tipo brainstorming, (toró de palpites), eles tiveram uma ideia excelente. O macaco se encontrou com os três felinos e contou o que eles decidiram: - Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.

- Montanha Difícil, como assim? Perguntaram intrigados os leões

- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês três deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis. A Montanha Difícil era a mais alta e perigosa entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.

 O primeiro tentou... Não conseguiu. O segundo tentou... Também não conseguiu.  O terceiro tentou... Seus esforços foram em vão, e como os demais, não conseguiu. Todos foram derrotados pela imponência da Montanha Difícil.

 Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os três foram derrotados? Foi nesse momento que uma águia de longa idade e grande sabedoria, pediu a palavra: - Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.

- A senhora sabe, mas como? Todos gritaram para a Águia. - É simples, eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha. O primeiro leão disse: - Montanha, você me venceu! O segundo leão disse: - Montanha, você me venceu! O terceiro leão também disse: - Montanha, você me venceu, por enquanto, pois você montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo, e em breve estaremos novamente nos encontrando.

- A diferença, é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota, e quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para ser rei de todos os outros. Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.

Passou algum tempo e leão rei novamente desafiou a Montanha Difícil e venceu. Daquela data em diante passou a ser chamada de Montanha do Leão, pois ele, pela força infinita da vontade, havia conquistado seu ponto mais alto.

Um abraço do Klaue!

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Lembrar-se do passado é importante...Mas viver no presente é imprescindível

Posso até me considerar um saudosista sobre alguns aspectos, um deles é lembrar da forma com que brincava quando era “guri” lá em Santa Maria no Rio Grande do Sul. Subia em árvores, inventava brinquedos, corria de uma esquina até a outra com os amigos só para ver quem chegava primeiro, jogavam bola na rua, nos dias de chuva tomava banho só de calção e me deitava nas poças de água para fazer buracos e muito barro. E barro era o que não faltava no terreno de nossa casa que na época ocupava um largo espaço, pois meu avô, vindo da Alemanha em 1945, era um dos loteadores na cidade.

No dia 25 de novembro de 1898, meu bisavô por parte de pai, Frieddrich Heinirinch Klaue, um Engenheiro Especialista em Eletrotécnica formado na Alemanha, colocava em funcionamento a primeira máquina geradora de energia elétrica movida a vapor da cidade, encomendada para a GE pela prefeitura e trazida por ele de sua Terra Natal. Anos mais tarde sua família viria também morar na próspera Santa Maria da Boca do Monte.

Naquela época, liberdade, tranquilidade e contato direto com a natureza eram o que não faltava. Comia frutas colhidas do próprio pé e no final de ano, passava dois meses e meio em uma fazenda nas “bandas” de Santiago do Boqueirão, andando à cavalo, pescando traíra e lambari, nadando nos açudes e cachoeiras, laçando boi e ovelha, andando de trator e contando minhas valentias para os peões, que por outro lado tentando me assustar, narravam com drama seus encontros com a “mula sem cabeça”, o “lobisomem”, e “o boitatá”.

Mas o que mais me dava medo era a “Mulher de Branco” que segundo as histórias, nas madrugadas de lua cheia abria a porta do quarto com um lampião na mão dizendo: - “Acorda, vai até o galpão que o chimarrão já está pronto”. No velho casarão construído no tempo dos escravos, o que não faltavam eram quartos, salas e barulhos estranhos, o que levava eu e meu irmão - sob o argumento de ter com quem conversar - a ocupar o mesmo quarto.     

Lembro até das noites em que saía com a peonada para surpreender os ladrões de gado, que entravam no fundo do campo na madrugada para “carnear” vacas e ovelhas e depois vender nos açougues clandestinos. Era um pipocar de cartucheira que mais parecia uma festa de São João. Como dizia o Índio Catarina, um dos peões mais valentes, que rastejava pelo campo até poder pegar um ou outro a “unha”: - “Só tem uma coisa melhor do que caçar e pescar, é pegar gato grande pelo cangote”.

Na maioria das vezes eles conheciam os ladrões, alguns eram filhos dos chamados “beiras da estrada” pertencentes às famílias expulsas de suas terras por dívidas, grilagem ou desavenças com fazendeiros da região. Dependendo do caso, eram entregues para o delegado ou levados até em casa para serem entregues para os pais.

Velhos e tempos aqueles, mas já passaram e estão apenas na memória, como devem estar as coisas que já se foram. Tiramos boas lições delas, mas não podemos trazê-las de volta, pois os tempos são outros e as regras são outras. Assim, as velhas ideias, velhas roupas, velhos sapatos, velhas atitudes e estratégias precisam dar espaço para que o que é atual possa ocupar seu lugar.

Observo que muitas pessoas se apegam em acumular velharias e reclamam que não prosperam. E não vão prosperar, pois todo o seu espaço já está ocupado, não sobrando lugar para mais nada.

 Já em 1814, um reservado escritor inglês, fazia um relato a um grupo de aprendizes que participavam de um círculo muito fechado, mais fechado do que muitos possam apenas imaginar: “- Todo o homem possui uma atmosfera que o rodeia, é como energia pura, que necessita ser renovada a cada instante, sejam por pensamentos, ações ou pura indução”.

 Muitas pessoas passam a vida presas a uma carroça de cacarecos dizendo: “- Não posso me desfazer disso, pois um dia vou precisar, um dia vou usar, pode me fazer falta algum dia destes”. Tão mais pobres de bens e espírito se tornarão quanto mais tralhas acumularem, pois assim espantam o que é mais novo, mais útil, e o que lhes é mais caro.

Isto se faz também no mundo das ideias, dos negócios, dos pensamentos e dos bens matérias. Zelar pelo que já não é útil, é gastar a energia vital para nada produzir.

Amizade, amor e família, fogem à regra inicial; quanto mais velhos melhores.  Um abraço do Klaue!

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Desafios para chegar mais longe

Em minhas andanças pelo Brasil e agora fora dele, procuro sempre enfatizar à meus clientes, que para se obter sucesso em uma carreira profissional é preciso antes estar física e espiritualmente preparado para isto.

É necessário que as pessoas saibam que a busca simples e desenfreada por dinheiro é o pior caminho para realização pessoal, e o mais rápido para o fracasso total.

Comportamento solidário, simplicidade, competência, paciência, espiritualidade e empatia estão sempre de braços dados com carreira promissora.

Mesmo que muitos não queiram creditar, para chagarmos onde muitos nunca chegarão, teremos que passar por muitas etapas. E são estas etapas que nos dão força e qualificação para seguirmos em frente com nossos projetos e sonhos. Logo a baixo destaco três delas, que acredito serem as mais interessantes e desafiadoras. Vamos lá... !

A INSIGNIFICÂNCIA – Para àquelas pessoas que sabem que no início de qualquer carreira o aprendizado é muito mais importante do que o reconhecimento ou o ganho, é preciso também lembrar que aqueles que partiram do zero e chegaram no topo da pirâmide socioeconômica nos ensinam que a insignificância é o primeiro e mais importante degrau desta escalada. É nela que passamos desapercebidos e por isto podemos nos preparar com tranquilidade para próxima etapa.

A REJEIÇÃO - Esta fase, ao mesmo tempo em que se faz a mais temida, é também a que separa definitivamente o joio do trigo, ou seja, é nela que podemos perceber e diferenciar aqueles que realmente irão em frente superando obstáculos e abrindo novos caminhos, daquelas que por medo, desistem de tudo e passam para o time dos “quase consegui. Nesta fase, o antes insignificante começa a se preparar para a caminhada que há de vir, e passa a buscar também seu lugar ao sol. Nela, o descrédito das pessoas se acelera, e a tentativa de sabotar seus projetos começa a crescer principalmente entre os que estão juntos com você. Sua luz já começa a ofuscar alguns olhos. Esta é a hora de enfrentar fortes barreiras de algumas pessoas pertencentes ao meio em que está inserido. Se for forte, competente, justo, correto, honrado e demonstrar reconhecimento, uma nova fase o espera logo a seguir.   

O SUCESSO - Passadas as fases da insignificância e da rejeição, quando já se pode mostrar ao mundo que muito trabalho, dedicação, honestidade, preparação, competência, esperança, solidariedade e reconhecimento são ingredientes importantes para nossa carreira profissional, bem como para nossa vida como um todo, é hora de saborear o sucesso merecido. Nesta hora, você sabe perfeitamente do que é capaz. Que cair e levantar são coisas da vida. Recuar e avançar também. É tempo de colher os frutos que um dia foram apenas sementinhas jogadas na terra fértil, é tempo de ajudar outras pessoas, é hora de estender a mão, é hora de reunir para a festa todos os amigos que o ajudaram a crescer. É o momento exato de reconhecer que nada seria possível sem a fé no que está no alto. Então muitos dos que não acreditavam em você, ou desejavam atrapalhar seu progresso, agora desejam sua companhia.

Embora muitos não acreditem, nada que se faça passa desapercebido pelas leis da natureza. Se você trocou uma pedra de lugar, você já mudou o mundo. Segundo argumentos do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, “o homem era puro por natureza, mas foi corrompido pela sociedade, e que cabe então aos filósofos encontrarem esta natureza perdida”.

 E você, o que tem feito para ter uma vida mais alegre, confortável e promissora no futuro?

 Vejo muitos jovens por aí, levando a vida “numa boa”, não se preocupando com nada, muito menos com seu próprio destino. Caminham como se atolados em um mar de gelatina... Nem muito esforço, nem muito progresso. Eu pergunto, se você continuar a fazer as coisas do jeito que está fazendo, onde estará daqui há dez anos? Uma coisa é você receber um punhado de notas de cem reais para gastar sem compromisso, outra coisa é você utilizar esta mesma quantia para sua sobrevivência.

 Por outro lado tenho participado diretamente da vida de alguns jovens predestinados ao sucesso. Eles se preocupam com sua formação, em criar novos empreendimentos que lhes possam dar bons retornos.

Quando chegam nas festas, restaurantes ou eventos, são tratados com distinção pelos recepcionistas. Os pais me dizem com orgulho, "ele já toca as empresas sozinho, e melhor do que eu”.

Assim fico feliz, por ter participado desta transformação e faço minhas as palavras de um velho sábio. ...“Eles se transformarão pouco a pouco, e transformarão o meio onde vivem. Não tardarão em receber a recompensa que merecem. Verão com satisfação que as boas coisas, que, por longo tempo têm perseguido em vão, irão chegando a eles, ainda que não façam nada mais em especial para obtê-las... seria este o arrebate do êxito...”.

Um abraço do Klaue!!!

Eduardo Klaue: Escritor, Mind Coach, Articulista e Conselheiro Pessoal de Líderes Empresariais. Sócio nas empresas “KLAUE & CIA LTDA. – CONSULTING” e “KLAUE CORRETORA DE SEGUROS”. E-mail:  [email protected] 
Tudo tem sua hora, basta esperar, observar e agir

Durante quase quarenta dias me afastei de todos os negócios e me dediquei apenas a viajar e aproveitar cada momento junto com a família. Na verdade faço isto já há uns 20 nos. Uso também o tempo paras meditações junto ao céu estrelado. Realmente o Universo é mágico, e o “Criador de Tudo” inexplicável mas sempre presente. 

 Às vezes fico pensando que... Em um mundo tão atribulado e competitivo, onde as pessoas buscam de toda a forma sua sobrevivência e um bom espaço no mercado, parece que a fé no “Criador” deixou de ser uma companheira de todas as horas.

A moda é confiar em si e na ajuda de outros. Vejo isso como muito importante, mas não o suficiente. Muitos se iludem com isto até que o momento da necessidade chega. E nesta hora você se vê sozinho, desacreditado e jogado a própria sorte. E aí você se pergunta: - Onde foram os amigos, o pessoal do clube, a turma?

Com certeza eles também estão correndo em busca de sua realização pessoal, ou no socorro de outras pessoas que para eles, talvez sejam mais merecedoras do que você. 

Talvez muitos desses amigos já tenham lhe avisado que se você continuasse deste jeito as coisas não iriam terminar bem, e se cansaram disso. Então você para, na busca de ver o que lhe sobrou. E nesta hora você busca pelo “Criador” e lhe faz um pedido. O pedido de que Ele lhe tire da situação em que se encontra.

Passa um tempo e nada. Mais um tempo e nada. A preocupação aumenta e você quase se convence de que seu pedido não foi ouvido. Então pede novamente... E nada. Nesta hora, imediatista que é, você se volta contra o “Criador” e coloca tudo a perder definitivamente.

Outros porém, não. Também quase perdem a fé, mas “acreditam” e aguardam mais um tempo. E quando menos esperam uma luz aparece em sua frente e os problemas começam a se diluir diante de seus olhos. Tiveram fé e deixaram que o “Criador” usasse seu próprio tempo e métodos para atender seu pedido.               

Quantas vezes em nossa vida meu amigo leitor, as coisas não saíram como nós queríamos, então ficamos bravos e até duvidamos da presença do “Criador”? Achamos que todos e tudo estavam contra nós, pois não conseguimos realizar nossos desejos da forma e no tempo em que queríamos?

Até que passado algum tempo algo de maravilhoso acontece, muito superior ao que desejávamos anteriormente e por formas e caminhos muito diferentes do que imaginávamos? Então dizemos:  - Ainda bem que não deu certo da outra vez...Agora ficou muito melhor.

Na realidade o que vale são os resultados, e quem sabe onde irá chegar, observa todos os acontecimentos como se nada soubesse do futuro. Ele deixa com que outros pensem estarem no controle da situação somente para ver onde irão chegar.  Como é justo e correto, saberá como proceder em cada situação, tanto no agora quanto no futuro, pois sabe que cada um terá que carregar seu fardo de merecimento na hora certa. E ele também.

Quem observa a trilha debaixo, jamais poderá imaginar o que vê aquele que a observa de cima.

Então não há com que se preocupar.

Um abraço do Klaue!

Eduardo Klaue: Escritor, Mind Coach, Articulista e Conselheiro Pessoal de Líderes Empresariais. Sócio nas empresas “KLAUE & CIA LTDA. – CONSULTING” e “KLAUE CORRETORA DE SEGUROS”. E-mail:  [email protected] 
Desafios da caminhada profissional

Por onde ando, procuro sempre enfatizar que para se obter sucesso em uma carreira profissional é preciso antes estar espiritualmente preparado para isto. É necessário que as pessoas saibam que a busca simples e desenfreada por dinheiro é o pior caminho para a realização pessoal, e o mais rápido para o fracasso total.

Comportamento solidário, simplicidade, competência, paciência, espiritualidade e empatia, estão sempre de braços dados com uma carreira promissora. Quem me conhece sabe muito bem, que a frase “quanto vou ganhar”, logo no começo de uma negociação é a senha secreta para que eu lhe mostre o cartão vermelho e o caminho mais rápido de saída.

Mesmo que muitos não queiram acreditar, nesta vida ninguém dá, ninguém ganha. Algo para ser bom e não causar arrependimentos futuros precisa ter merecimento e ser conquistado. Tudo o que foi dado gratuitamente, ou nos causa submissão com a perda de nossa estima e poder de decisão, ou logo nos será cobrado com juros e correção monetária.   

Vamos então dar uma caminhada por três tópicos que acho muito importantes em uma carreira profissional ou até me mesmo na vida... .

Insignificância – Para àquelas pessoas que sabem que no início de qualquer carreira o aprendizado é muito mais importante do que o reconhecimento ou o ganho, é preciso também lembrar que aqueles que partiram do zero e chegaram no topo da pirâmide Sócio-Econômica nos ensinam que a insignificância é o primeiro e mais importante degrau desta escalada. É nela que passamos desapercebidos por pessoas que fazem da inveja, da traição, do medo de perderem o pouco que já conquistaram, sua história de vida. Também é nela que despertamos nas pessoas de boa índole a amizade a cooperação e o crescimento mútuo.   

Rejeição - Esta fase, ao mesmo tempo em que se faz a mais temida, é também a que separa definitivamente o joio do trigo, ou seja, é nela que podemos perceber e diferenciar aqueles que realmente irão em frente superando obstáculos e abrindo novos caminhos, daquelas que por medo, desistem de tudo e passam para o time dos “quase consegui, por isto não quero que os outros cheguem lá”. Nesta fase, o antes insignificante começa a se preparar para a caminhada que há de vir, e passa a  buscar também seu lugar ao sol. Esta é a hora de enfrentar fortes barreiras de algumas pessoas pertencentes ao meio em que está inserido. Se for justo, correto, honrado e demonstrar reconhecimento, uma nova fase o espera logo a seguir.   

Sucesso - Passadas as fases da insignificância e da rejeição, quando já se pode mostrar ao mundo que muito trabalho, dedicação, honestidade, preparação, competência, esperança, solidariedade e reconhecimento são ingredientes importantes para nossa carreira profissional, bem como para nossa vida como um todo, é hora de saborear o sucesso merecido. Nesta hora, você sabe perfeitamente do que é capaz. Que cair e levantar são coisas da vida. Recuar e avançar também. É tempo de colher os frutos que um dia foram apenas sementinhas jogadas na terra fértil, é tempo de ajudar outras pessoas, é hora de estender a mão, é hora de reunir para a festa todos os amigos que o ajudaram a crescer. É o momento exato de reconhecer que nada seria possível sem a fé no que está no alto. Então, todos passam a admirar você!

Meu(minha) amigo(a) leitor(a), embora muitos não acreditem, nada que se faça, passa desapercebido pelas leis da natureza. Se você trocou uma pedra de lugar, você já mudou o mundo e terá consequências. Segundo argumentos do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, “O homem era puro por natureza, mas foi corrompido pela sociedade, e que cabe então aos filósofos encontrarem esta natureza perdida”.

E você, o que tem feito para ter uma vida mais alegre, confortável e promissora no futuro? Será que você é uma daquelas pessoas que acredita somente no presente, e que o futuro lhe trará as coisas que deseja apenas por um passe de mágica? Perguntas são mais importantes que respostas!

Um abraço do Klaue®!!
O destino de nossos filhos

Hoje, viajo por muitas partes do Brasil, atendendo a solicitações de velhos e novos amigos.

Muitas são as vezes em que a noite no meu escritório de casa, participo de reuniões ou conversas privadas com acionistas, CEOs e donos de grandes empresas, Brasil afora.

Os tempos mudaram, as distâncias se encurtaram, e a comunicação via On Line nos leva em todos os lugares. As indicações boca-a-boca são as que mais funcionam, em determinado perfil de público, que presa pela discrição!

Por incrível que pareça para alguns, quanto mais rica a pessoa, maiores suas preocupações com a sucessão familiar. E isto tem me levado cada dia mais, a ser chamado por líderes empresarias de grandes corporações.

O que faço ou o que falo, não serão revelados neste artigo, até mesmo porquê todo meu trabalho neste ramo precisa ser reservado e silencioso.

Mas o que posso falar, é que não me preocupo muito com isto, porque uma vez que a mente de cada um esteja preparada para compreender coisas, onde outros apenas veem coisas, tudo fará a diferença. E este é meu trabalho, ajudar mentes brilhantes a direcionarem e controlarem sua luminosidade e ajudar líderes empresarias que estão crescendo a crescerem ainda mais. Não entro nas empresas, não dou treinamento, e muito menos participo de reuniões com colaboradores.

Meu negócio, não é o negócio em si, nem o funcionamento das empresas, muito menos o dia-a-dia de seus contratados... Mas o negociador e seus resultados.

Se você também tem muita preocupação com sua sucessão, tome como base de ação, a história que repasso logo a baixo...Certa vez...“Um menino que ainda não tinha 10 anos, onde seus cabelos claros cobriam-lhe a testa displicentemente e seus olhos tinham uma expressão de viva curiosidade, aproximou-se da mãe e, sem cerimônia, questionou-a: – Mamãe, o que você quer que eu seja quando crescer?

A mãe deixou os afazeres de lado e olhou demoradamente para o pequeno e perguntou: – Por que a pergunta, meu bem?

– Ah, mamãe! - disse suspirando – Hoje, na escola, meu amigo me disse que ele vai ser industrial porque seu avô é industrial e seu pai também. Então, fiquei pensando nisso, o que você e o papai querem que eu seja?

O rostinho do menino tinha um traço de apreensão. – Meu querido - disse ela abraçando o garoto – Eu tenho apenas dois pedidos para lhe fazer: - Quero que você seja correto e que seja feliz.

Beijou suavemente a testa do filho que, insatisfeito com a resposta, afastou-se para poder fitar a mãe diretamente. – Não, mamãe! Qual profissão você quer que eu tenha quando crescer? Voltou à tona achando que não havia sido compreendido.

– A escolha da sua profissão, meu filho, cabe apenas a você. Isso não me compete, tampouco me causa maiores preocupações. O que eu quero de você é outra coisa. Ou melhor, como eu lhe disse, tenho apenas dois pedidos a lhe fazer.

Vou repeti-los e explicá-los: – Quero que você seja correto. Isso significa que espero que você escolha o caminho do bem sempre, mesmo que ele seja mais longo ou mais difícil. Que pense nas consequências dos seus atos, para você e também para os outros. Que não tema a verdade, nem a justiça, ao contrário, que as busque sempre com serenidade e persistência.

– O segundo pedido, que é tão importante quanto o primeiro, é que você seja feliz. Isso quer dizer que espero que, apesar das dificuldades da vida, você tenha sempre confiança em Deus. Que acredite na justiça divina e que jamais se entregue ao sofrimento. Que você tenha o coração cheio de amor e de coragem para seguir em frente, sempre.

A mãe acariciou o menino, afagando-lhe os cabelos com doçura e concluiu: – Para mim, meu filho, o que interessa é como você vai ser e não o título que vai carregar”.

Historinha simples, mas profunda, não acham? Na verdade, tudo isto é muito simples!!

Passado & vanguarda

Se formos parar um pouco para analisar nossa situação atual, veríamos que na realidade muita pouca gente possui o interesse de produzir uma sociedade mais igualitária. Observem que a história nos conta que as favelas e bolsões de pobreza geralmente foram criados para afastar os desprovidos de renda dos centros populacionais.

Como se não bastasse, vem se arrastando a há anos, o sentimento de culpa dos governantes por sua inatividade, mascarada em nome da defesa das minorias e dos necessitados.

Há muitos anos nos dizem: - “Estamos plantando a semente”! E eu pergunto: - Que tipo de semente é esta que nunca cresce?

Em 1812, SHAMOELL, um reservado estudante e pesquisador das sociedades antigas e futuristas disse: - “Se fosse absoluto o domínio da justiça na Terra, não haveria necessidade de atos filantrópicos e caridosos, porque é um dever o auxílio mútuo. O atraso de uns e o egoísmo de outros são as causas determinantes de tantas injustiças que observamos nesse mundo. Uma máquina não funciona bem, se todas as suas peças não forem ajustadas e não estiverem em perfeito estado. Ora, o organismo social é a mais complicada de todas as máquinas, e enquanto houver nele um só indivíduo, peça componente desse colossal aparelho, que deixe de funcionar ou que seja prejudicado pelas conveniências sociais, não haverá justiça na Terra. As injustiças e a impunidade geram as revoltas dos deserdados da sorte, e também dos que possuem méritos não reconhecidos, e estes, por sua vez pagam seu tributo à lei da compensação, resultando em uma época de desassossego e insegurança como a que a humanidade atravessa.”.

Eu pergunto: - O que mudou de lá para cá? Eu respondo: - Nada, pelo contrário, cada vez mais a preservação dos valores humanos, do que é justo, do que é legal e do que é moral vem sendo deteriorada e distorcida falsamente em nome da garantia dos direitos das minorias, dos menos favorecidos, dos injustiçados e assim por diante. Na realidade falácias, pois nada de estrutural é feito para formar uma sociedade igualitária e de respeito aos direitos e valores humanos. Lucra-se com as desgraças do mundo, e lutas ente grupos e classes, e isso pode ser um caminho sem volta.

Imagine como será no futuro, se nos dias de hoje, nossos jovens passam o dia inteiro imersos em informações de impunidade, violência, corrupção, desgraças, descasos e conflitos, emitidos na TV, na escola, com os amigos, nas revistas... Como você iria mostrar a eles exemplos do que é certo ou errado, do que é legal, justo ou moral?

Ou melhor, hoje no Brasil, você saberia definir o que é certo, errado, legal, justo ou moral? Com certeza não, pois como seria possível afirmar algo, que a cada momento de acordo com a conveniência, possui vários pesos, várias medidas e interpretações judiciais?

Embora alguns achem que nunca serão afetados, podem ficar certos que, tanto os grandes, os magistrados, os ricos, os poderosos, os influentes ou os excluídos que pouco representam na sociedade, estão exatamente no mesmo barco. Se um afundar o outro afunda logo a seguir

Uma coisa é certa...O futuro não passa de uma sequência do passado, visto de um andar acima. Quem sabe onde está a escada pode chegar lá e comprovar isso. Então é hora de recomeçar!!! Um abraço do Klaue!

No meu caminho havia uma pedra...olhei melhor e vi que não era uma pedra, mas um grande diamante!

Quando eu era pequeno, minha avó sempre me contava muitas histórias e me dava conselhos. Ela sempre me dizia que “O Tempo é o Senhor das coisas”, “Não tenha pressa, com um passo na frente do outro se chega muito longe”, “Quem olha para traz perde a corrida”.

Mas o que mais ela me frisava era; “Caminhe de vagar na vida, e aproveite cada momento da caminhada. Olhe para as flores, para o céu, para a fontes, para o chão. Pare para descansar muitas vezes.  Se alguém passar correndo por você, acene para ele e siga tranquilo. Nunca ligue para o que os outros têm, fazem ou demonstram, apenas siga aproveitando a vida.

Desta forma, irá chegar ao topo da montanha sem cansaço ou desgastes, e ainda feliz trazendo muitas preciosidades que encontrou pelo caminho. Assim, terá uma grande vantagem sobre muitos que passaram a vida correndo. Também estará no topo como eles, só que totalmente saudável e feliz por ter aproveitado cada momento da caminhada. Até sua idade, não parecerá avançada como a deles, pois a juventude e a vitalidade se renovaram em você a cada momento. 

Sempre levei ao pé da letra estes conselhos!

Hoje, viajando por todo o Brasil, ajudando homens de negócios a se tornarem mais felizes, é que vejo a quantidade de pessoas que conheci e que poderiam ter conseguido sua realização pessoal, se apenas fossem mais persistentes, calmos, lentos e atentos em cada etapa de seu caminho. 

Buscar o topo cegamente, com pressa e a qualquer custo, é o motivo pelo qual tantos não conseguem sair da base da montanha, ou mesmo não ficar no topo por muito tempo.  

Ilustro isto com uma história de um autor desconhecido que começa mais ou menos assim... “Era uma vez, um lugar bem distante e ao mesmo tempo bem perto, há muitos e muitos anos e ao mesmo tempo agora... Um grupo de cavaleiros viajando na noite escura com seus cavalos já cansados subia uma montanha pedregosa.

A exaustão e o desânimo estavam presentes em todos os membros do grupo.  O desejo de todos era parar e dormir, mas a viagem não podia ser interrompida.

Nisto, uma forte voz surgiu, vinda dos céus como um trovão, mandando que desmontassem de suas montarias, enchessem suas sacolas com as pedras que haviam no chão e só depois disso continuassem a viagem e, alertou que ao amanhecer estariam alegres e tristes ao mesmo tempo.

Alguns desmontaram, outros não. Uns pegaram muitas pedras, outros poucas e, alguns vencidos pelo cansaço, desânimo e descrença nada pegaram, e sem muita demora seguiram viagem.

Ao amanhecer, conforme a voz anunciara, estavam alegres e tristes ao mesmo tempo. Uns alegres porque não eram pedras comuns, eram diamantes, outros tristes porque ficaram arrependidos de não pegarem mais pedras e, ainda outros por nada terem recolhido.

Assim também é a vida. As vezes não enxergamos as coisas no escuro e por preguiça ou falta de vontade, deixamos de aproveitar as oportunidades.

Muitas vezes temos diamantes em nossa frente mas preferimos a acomodação.  Ao invés do trabalho de garimpar verdadeiras joias, deixamos as oportunidades passam diante de nós.

Depois falamos: - Mas pensei nisso, essa ideia era minha, como deixei escapar essa oportunidade. E então já era tarde demais”.

Amigos leitores, esta, acredito ser uma boa passagem para quem deseje refletir um pouco mais sobre sua vida...Um abraço do Klaue!

Homens de visão não desistem

Tenho que admitir que o número de convites para ser sócio em um novo negócio vem aumentando a cada dia, um reflexo da economia conturbada.

Tenho certeza que dentro de pouco tempo aparecerá um que realmente me acenda a luzinha verde com toda a intensidade! Então ai vamos ver! O que não pode acontecer é que alguém desista logo no primeiro não ou tropeço momentâneo.

Se você está com muita vontade de fazer algo, mas tem medo de não dar certo, tem duas chances, desistir ou seguir em frente.

Se decidir seguir em frente leia a história que repasso logo a baixo, e siga em frente...“Acredite se quiser: muito antes de o Mickey ser criado, Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua "falta de imaginação e boas ideias". Ele trabalhava como ilustrador de anúncios publicados nas páginas do veículo.

Quando saiu do emprego, em 1921, ele se juntou ao seu irmão Roy e o amigo Ub Iwerks para fundar a produtora Laugh-O-Gram, que criava animações de contos de fadas - a predecessora do Walt Disney Studios. Os desenhos feitos pelo trio começaram a ser exibidos nos cinemas da cidade do Kansas antes das sessões de filmes.

Durante um período, o estúdio fechou um acordo com uma distribuidora de Nova York que apenas pagava pelas animações seis meses depois de recebê-las. Foram tempos difíceis para Disney, que precisou reduzir as despesas e a equipe ao máximo para fazer a empresa sobreviver. O ilustrador não poupou esforços: no final do ano de 1922, ele estava morando no escritório da Laugh-O-Gram, comendo comida de cachorro e tomando banho uma vez por semana em uma estação de trem.

Depois de fazer uma animação sobre higiene dental para um dentista da região, Disney obteve dinheiro o suficiente para levar a Laugh-O-Gram para Hollywood, em 1923. Lá, o estúdio fechou um contrato com Universal Studios, que passou a comprar e a exibir as animações da equipe. Foi nesse período que Disney criou um de seus importantes personagens, o Coelho Osvaldo, que se tornou bastante popular quando foi lançado.

O ilustrador, no entanto, não colocou sua assinatura no desenho do pequeno coelho - uma brecha que permitiu à Universal roubar a figura, levando consigo a equipe de desenhistas do Laugh-O-Gram. Quando isso ocorreu, Disney enviou um telegrama ao seu irmão dizendo para ele não se preocupar, pois ele já tinha um novo personagem em sua mente: Mickey Mouse. O sucesso obtido pelo camundongo tirou o ilustrador e seus sócios da miséria.”

História simples, mas pode ser a “sua história”...!!!!!