Editorial
Pura energia da arte

Empurrada por uma força imperceptível, a água segue seu caminho; transita entre microscópicos caminhos; orbita na física e gera uma química perfeita. A água, o vento e o sol se unem, dançam sobre placas, cavalgam numa velocidade espantosa em busca da energia. Uma explosão de reações concentrada em fios. Gigantes de aço cortam o infinito. Corações batem acelerados quando os enxergam e percebem ser, o destino final, o lar de cada um.

Descrita dessa forma a geração de energia pode ser considerada uma verdadeira arte, um espetáculo restrito a quem trabalha no setor, mas percebido facilmente por onde se anda. E ao longo de décadas a Copel vem contribuindo com essa arte da energia, seja buscando novas tecnologias, seja melhorando seus índices ou estando mais presenta na vida dos paranaenses de uma forma mais positiva. Tanto assim que a empresa vem sendo premiada com frequência dentro do setor e reconhecida como uma das mais importantes – e lembradas – pelos paranaenses.

Mas a empresa vai muito além! Com ações como a manutenção do Coral da Copel, a estatal dá um ótimo exemplo de que, quando bem aplicado, o dinheiro público pode render não apenas escândalos, mas verdadeiros espetáculos como o visto em Toledo no último domingo, quando o “Le Cirque Coppelius” foi apresentado. Um verdadeiro musical de altíssima qualidade e que encantou o público que compareceu ao Teatro Municipal para assistir pessoas comuns que dedicam parte do seu tempo em cantar...e encantar!

Há 30 anos o coral é mantido para funcionários, aposentados e familiares, numa prova de que as empresas podem muito mais quando o assunto é o bem-estar de quem lhes dedica tanta energia. Quantas empresas mais não poderiam ter seus corais, grupos de teatro ou dança, uma companhia de circo, clubes de leitura, enfim, iniciativas que ultrapassassem os limites rasos da relação de trabalho, incentivando a cultura, como bem faz a Copel.

A Copel, com seu coral, mostra não ser apenas uma empresa que gera energia elétrica, mas sim se concretizar como a pura energia também da arte. Bravo Copel! Bravo!