Palavra Cristã
Palavra Cristã 11/11/2019

Eu creio na vida eterna e na feliz ressurreição

A ressurreição é o motivo dominante na liturgia deste domingo (10/11). Ela é o centro da vida das primeiras comunidades cristãs e na Igreja de todos os tempos. Sem a ressurreição não há fé nem esperança. Sem a ressurreição não existiria nada de novo e a última palavra seria da morte. Porém, a ressurreição de Jesus abre para toda a humanidade um futuro de vida plena. A morte não tem a última palavra. Deus é amigo da vida. “Ele é Deus não dos mortos, mas de vivos, pois todos vivem para ele”.

Alguns saduceus se aproximam de Jesus para provocá-lo e desmoralizá-lo diante das pessoas que o escutavam e seguiam. Os saduceus não eram muito populares entre as pessoas simples das aldeias. Formavam um grupo composto por famílias pertencentes à elite de Jerusalém; não aceitavam a maneira como Jesus apresentava Deus às pessoas. Eles negavam a ressurreição que para eles era coisa de gente ingênua. Não se preocupavam com a vida além da morte.

Aproximam-se de Jesus com um caso absolutamente irreal, fruto de sua imaginação. Apresentam a situação de sete irmãos que se casam sucessivamente com a mesma mulher para assegurar a continuidade do nome, da herança do ramo masculino. Jesus os confronta dizendo que a vida definitiva junto a Deus não é reprodução da vida como ela é hoje. A ressurreição não é uma simples reanimação de um cadáver. Jesus conduz a reflexão sob outro enfoque e desmascara a maldade dos saduceus. Falando do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, Jesus reconduz o discurso ao tema da aliança de fidelidade que foi prometida aos pais da fé e manifestada em toda a história de Israel. A ressurreição é uma promessa de Deus que garante que a vida é permanente, sempre nova e sempre renovada. É impossível imaginá-la ou descrevê-la; ela pertence ao mundo de Deus e à sua decisão de estar sempre próximo do ser humano. Da nossa cabe somente acolher este dom de Deus através da fé incondicional a sua promessa.

A ressurreição de Jesus revela que Deus – para sempre e para todos – é o Deus da vida, que destrói a morte. A ressurreição de Cristo não é um milagre entre outros, mas é a novidade absoluta de Deus no reino governado pela doença, solidão que limita o ser humano. É a água que jorra no deserto, o respiro divino que atravessa o mundo das trevas. A páscoa é o canto da vida que irrompe dos escombros da vida produzida pelo ser humano. A mensagem do evangelho de hoje é de extrema atualidade porque reafirma que Deus é Deus-conosco e que a criação não será jamais abandonada a si mesma, porque Deus criou todas as coisas para a vida e todas as coisas subsistem nele.

Assim sendo, o evangelho de hoje é um convite a renovar nossa fé no Deus da vida, que fez de seu filho Jesus o primogênito dos que ressuscitam dos mortos, criando para nós o caminho da vida eterna.

Crer na ressurreição de Jesus nos leva a crer na nossa própria ressurreição, a celebrar a vida nova de nossos mortos e a esperar ativamente nos encontrarmos todos e todas no banquete eterno, onde todos, sem exceção, nos sentaremos na mesma mesa dos filhos e filhas de Deus.

Dom João Carlos Seneme, css
Bispo de Toledo

 

Paróquia São Francisco de Assis

Jardim Coopagro

 

Dia 11/11

8h as 14h – Confissões 1ª Eucaristia – Matriz

 

Dia 13/11

19h – Confissões 1ª Eucaristia – Concórdia do Oeste

 

Dia 14/11

8h às 16h – Feira de roupas da Pastoral da Criança – Matriz

18h30 – Terço e Missa – Gruta Vila Becker

 

Paróquia Menino Deus

Jardim Porto Alegre

 

Dia 11/11

8h30 – Confissões para o Crisma e Eucaristia no Gisela

14h – Confissões para o Crisma e Eucaristia no Gisela

19h – Missa nas Irmãs

19h30 – Missa em Sol Nascente

 

Dia 12/11

19h30 – RCC

 

Dia 13/11

10h30 – Missa nos idosos Frei Alceu

19h30 – Missa na Matriz

19h30 – Missa no Jardim Concordia

 

Dia 14/11

19h30 – Missa em Bom Princípio do Oeste

19h30 – Missa em Linha Dr. Ernesto

 

Dia 15/11

19h30 – Missa em Buê-Caé com batizado

 

Paróquia Sagrada Família

Jardim Panorama

 

Dia 13/11

19h30 – Missa e novena na Matriz

 

Dia 14/11

8h – Confissões para catequizandos de 1ª Eucaristia da Matriz 

14h – Confissões para catequizandos de 1ª Eucaristia da Matriz

14h30 – Celebração da vida e pesagem das crianças, no Salão Paroquial

19h – Missa no São José Operário

 

Dia 15/11

6h30 – Missa na Matriz

 

Paróquia São Pedro e São Paulo

Vila Operária

 

Dia 13/11

20h – Missa na Capela São Pedro e São Paulo – Vila Operária

 

Dia 14/11

19h30 – Reunião com as coordenações de liturgia, canto, MACs e Coroinhas – Matriz

 

Dia 15/11

12h – Catequese: Almoço de confraternização Coordenação – Matriz

20h – Missa na Capela Maria Mãe da Igreja – Vila Paulista

 

Palavra Cristã 28/10/2019

Eu não quero a morte do pecador, e sim, que ele se converta e viva

Neste domingo (27/10) continuamos sobre o tema da oração que se relaciona com a salvação. Qual o caminho que conduz à salvação? Jesus acentua que a salvação não é consequência da observância, mas é um dom de Deus que exige somente de nós a fé.

Jesus inicia o Evangelho colocando o sentido da parábola: é para aqueles que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros. Mais uma vez temos personagens diferentes e distantes entre si; os dois vão ao templo para rezar. O fariseu se revela um observante escrupuloso da Lei e das regras da oração israelita: deve ser feita em pé, em voz baixa e elevando a Deus uma oração de ação de graças. Portanto é uma oração leal, sincera e humilde, de modo que Jesus não condena o modo de rezar do fariseu. Porém ele comete um deslize que põe tudo a perder: é quando se coloca como juiz comparando-se com os outros: “Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros, nem como este publicano”. Mais do que rezar, ele faz uma contemplação de si mesmo. Conta sua história cheia de méritos, colocando-se superior aos outros. Para ele a oração não é um encontro com Deus. Ele sai do templo do mesmo jeito que entrou.

O outro personagem é um publicano que exercia o trabalho de cobrar impostos, considerado aliado dos opressores, os romanos, e explorava os pobres, aumentando, de forma abusiva, os impostos e lucrando com isso. Os cobradores de impostos eram odiados e considerados pecadores da pior espécie. A sua postura demonstra o sentimento que carrega: fica à distância, não levanta os olhos, bate no peito e pede o perdão de Deus porque é um pecador. É uma oração de súplica, de desespero.

Os dois homens unidos pelo mesmo desejo: rezar, encontrar-se com Deus. Porém, cada um tem a própria imagem de Deus e seu modo de relacionar-se com Ele. O fariseu destaca-se pela observância dos mandamentos e se orgulha disso. Para ele o importante é estar em ordem com Deus e ser mais observante do que todos. O publicano, pelo contrário, abre-se ao Deus do amor revelado por Jesus: aprendeu a viver do perdão, sem vangloriar-se de nada e sem condenar ninguém. Saiu dali justificado porque conseguiu acolher o amor de Deus. É a oração do pobre que confia totalmente em Deus.

A parábola revela muito de cada um de nós: nós somos aqueles dois homens; um e outro ao mesmo tempo, porque, como o publicano, somos pecadores e, como o fariseu, nos julgamos justos. Para voltarmos para casa justificados é necessário acreditar que a justiça vem pela fé, é dom de Deus, e é professando que se chega à salvação (cf. Rm 10, 10). Cremos e professamos com toda a força que tu és o Deus vivo que nos salvou em Jesus Cristo!

 A consciência de nossos pecados não nos separa de Deus. É justamente neste momento que Ele entra em nossa vida, porque estamos mais frágeis, deixando o ego de lado e querendo ser plenificados por Deus. Ao assumir que somos pecadores acolhemos com mais misericórdia os pecados de nossos irmãos e irmãos, pecadores como nós. Deus quer nos curar, Ele não vê o pecado como ofensa contra si. Ele nos vê como pessoas que precisam ser curados. Quem se fere com o pecado é o próprio pecador e não Deus.

Dom João Carlos Seneme, css
Bispo de Toledo

 

Paróquia São Francisco de Assis

Jardim Coopagro

 

Dia 1º/11

18h30 – Missa no Cemitério Cristo Rei (Finados)

 

Paróquia Menino Deus

Jardim Porto Alegre

Dia 28/10

14h – Reunião Pastoral do Idoso – Sala Palestra

 

Dia 29/10

19h30 – Grupo RCC

 

Dia 30/10

19h30 – Missa na Matriz

10h – Kaian e Bruna, na Capela do Santíssimo

 

Paróquia Sagrada Família

Jardim Panorama

Dia 28/10

16h – Reunião da Pastoral da Pessoa Idosa, no salão paroquial

19h30 – Reunião com as equipes de celebração e cantos da Matriz, no centro catequético.

 

Dia 29/10

19h – Reunião das zeladoras de capelinhas, no salão paroquial

 

Dia 30/10

19h30 – Missa e novena na Matriz

19h30 – Reunião do CPC, Bressan

 

Paróquia São Pedro e São Paulo

Vila Operária

Dia 30/10

20h – Missa na Matriz São Pedro e São Paulo – Vila Operária

 

Dia 31/10

19h – Formação para todos os membros da Pastoral da Liturgia e cantos – Matriz

 

“Saiba mais...” LIVRO DOS ESPÍRITOS - LIVRO II - CAPÍTULO IX AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE OS FENÔMENOS DA NATUREZA

A ação dos Espíritos nos fenômenos da natureza é deveras interessante, pois mostra que existe uma ordem que governo os fenômenos (Leis Físicas), uma organização e acima de tudo uma Inteligência Suprema que dirige o universo (DEUS).

A tempestade acalmada por Jesus - Espírito puro e perfeito, filho de Deus - está descrita nos evangelhos:

Mateus - Capítulo 8 (Marcos 4:35-41, Lucas 8:22-25)

8.23 E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.

8.24 E eis que, no mar, se levantou uma tempestade tão grande, que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.

8. 25 E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos, que perecemos.

8.26 E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pequena fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança.

8. 27 E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?

Para além do entendimento puramente material, necessário se faz ter olhos de ver e ouvidos de ouvir e desse modo aprofundar a questão da tempestade acalmada para o plano moral do Espírito.  Entendimento deve existir que há necessidade da transformação pois, “reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele (do horizonte limitado) e sempre o consegue, se tem firme a vontade.”

Em Zacarias encontramos:

Zacarias - Capítulo 10:1

10.1 Pedi ao SENHOR chuva no tempo da chuva serôdia, sim, ao SENHOR que faz relâmpagos; e lhes dará chuvas abundantes, e a cada um erva no campo.

Nestas passagens evangélicas, além de mostrar-nos que existem leis que governam os fenômenos (As Leis Naturais ou Leis de Deus), também nos traz outro ensinamento. Simbolicamente, a tempestade significa uma grande perturbação moral. O Espírito, quando se entrega aos vícios terrenos, desencadeia em seu íntimo terrível tempestade moral: a ambição o perturba, o ódio o maltrata, os vícios o escravizam, o orgulho o sufoca, o seu coração se torna um mar agitado. Para acalmar a tempestade do coração, Jesus propôs as regras morais que governam o assunto (Leis Morais) que estão contidas no Evangelho. Para conquistar a paz íntima, é preciso se esforçar para colocar em prática a lei de justiça, amor e caridade ao próximo.

 Com a fé em Jesus podemos, se lhe rogarmos, obter a calma nas tempestades da vida. Com o coração sereno e a consciência tranquila, o Espírito regenerado pode dizer satisfeito: “Verdadeiramente Jesus acalma as tempestades''.

Questões de O Livro dos Espíritos

539. Na produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é somente um Espírito que age ou se reúnem em massa? Em massas inumeráveis.

540. Os Espíritos que agem sobre os fenômenos da Natureza agem com conhecimento de causa, em virtude de seu livre arbítrio, ou por um impulso instintivo e irrefletido?

Uns, sim; outros, não. Faço uma comparação: figurai essas miríades de animais que pouco a pouco fazem surgir do mar as ilhas e os arquipélagos; acreditais que não há nisso um objetivo providencial, e que essa transformação da face do globo não seja necessária para a harmonia geral? São, entretanto, animais do último grau os que realizam essas coisas, enquanto vão provendo às suas necessidades e sem se perceberem que são instrumentos de Deus. Pois bem: da mesma maneira, os Espíritos mais atrasados são úteis ao conjunto; enquanto eles ensaiam para a vida, e antes de terem plena consciência de seus atos e de seu livre arbítrio, agem sobre certos fenômenos de que são agentes sem o saberem. Primeiro, executam; mais tarde, quando sua inteligência estiver mais desenvolvida, comandarão e dirigirão as coisas do mundo material; mais tarde ainda, poderão dirigir as coisas do mundo moral. É assim que tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, pois ele mesmo começou pelo átomo. Admirável lei de harmonia, de que o vosso Espírito limitado ainda não pode abranger o conjunto!

Boa leitura e continuaremos na próxima semana!

 

AVISOS DA SEMANA PARÓQUIA EVANGÉLICA DE TOLEDO - IECLB

27/10/2019 – DOMINGO

09:00h – CULTO TOLEDO

09:00h – CULTO SÃO PEDRO – JUBILEU DE CONFIRMAÇÃO

25 ANOS

 

29/10/2019 – TERÇA-FEIRA

19:00h – ESTUDO BÍBLICO COOPAGRO

19:30h – ESTUDO BÍBLICO OURO VERDE

 

30/10/2019 – QUARTA-FEIRA

14:30h – OASE TOLEDO

 

31/10/2019 – QUINTA-FEIRA DIA DA REFORMA

A SECRETARIA ESTARÁ FECHADA.

20:00h – CULTO DA REFORMA – NA PRAÇA DA CULTURA. TRAGA SUA CADEIRA.

 

01/11/2019 – SEXTA-FEIRA

19:30h – CULTO SÃO LUIZ

 

02/11/2019 – SÁBADO FINADOS

08:30h – CULTO TOLEDO

08:30h – CULTO SEDE ALVORADA

10:00h – CULTO BOM PRINCÍPIO

10:00h – CULTO CONCÓRDIA

 

03/11/2019 – DOMINGO

19:00h – CULTO MARTIN LUTHERO

19:00h – CULTO TOLEDO

O culto na Comunidade de Martin Luthero, marcado para o dia 16 de novembro, foi antecipado para o dia 15 de novembro às 19:30h.

Lema da Semana: “O senhor me livrará de todo o mal e me levará em segurança para o seu reino celestial. A ele seja dada a glória para todo o sempre. Amém.” 2 Timóteo 4.18.

Palavra Cristã 21/10/2019

A parábola deste domingo (20/10) nos coloca diante de dois personagens que vivem na mesma cidade, mas distantes pelas circunstâncias da vida: um juiz e uma viúva solitária. O juiz é um homem surdo a Deus e indiferente ao sofrimento dos outros. A viúva é uma mulher sozinha, desprotegida e sem amparo. A única coisa que pode fazer é gritar pelos seus direitos: “Faze-me justiça contra o meu adversário!” E consegue. O juiz atende o seu pedido porque não quer ser incomodado.

Jesus usa desta história para revelar o modo de Deus agir e acentuar a necessidade de rezar sempre. Deus não é surdo ao grito dos sofredores e de todos os que o procuram de coração sincero. Precisamos confiar, precisamos invocar a Deus de maneira incessante e sem desanimar, precisamos suplicar-lhe que faça justiça àqueles que ninguém defende.

Não podemos esquecer que Jesus está ensinando seus discípulos, principalmente preparando-os para assumir a missão de evangelizadores. Por isso a finalidade da parábola é exortar os discípulos a perseverarem na oração, “orar sempre, sem nunca desistir”. Diante da perseguição por causa da fé, é preciso sempre rezar para não cair no poder da tentação de desistir.

Hoje, mais do que nunca, devemos aprender ou “reaprender” a rezar; não só ficar falando com Deus sem parar, sempre pedindo alguma coisa, mas aprender a fazer silêncio, aprender a escutar, acolher no coração a Palavra de Deus. As pessoas entram em comunhão uns com os outros escutando, assim também os filhos e filhas de Deus entram em comunhão com Ele escutando-o. Passamos da escuta atenta à ação de graças pelo amor de Deus manifestado em seu Filho Jesus Cristo. Pedir a ajuda de Deus não significa, porém, que Ele vai resolver meus problemas e atender minhas necessidades, mas é reconhecer o limite da própria condição humana de que ninguém pode salvar-se a si mesmo. Rezar sempre, sem cessar como faz a viúva da parábola, este é o convite que Jesus nos faz, mesmo que, às vezes, pareça que Deus demore a atender. Da nossa parte é necessária a confiança, a insistência, a perseverança a ponto de assumir a mesma atitude de Jesus no Monte das Oliveiras: “Pai, afasta de mim este cálice! Contudo não seja feita a minha vontade, mas a sua”!

A comunidade reunida em nome de Cristo é perseverante na oração. A oração sustenta a missão e o testemunho da Igreja e nutre o dinamismo missionário: “Ide pelo mundo, pregai o Evangelho a toda criatura!” A fé nutre a oração, ela estimula a “saudade” de conversar com Deus e viver em comunhão com Ele. Viver a fé é enfrentar com coragem os desafios e provações da vida. Por isso vamos aceitar corajosamente o convite de Jesus de rezar sempre sem jamais desanimar.

"A oração é necessária não para que Deus conheça as nossas necessidades, mas para que nós fiquemos conhecendo a necessidade que temos de recorrer a Deus, para receber oportunamente os socorros da salvação" (Santo Tomás de Aquino). "A oração? Um amigo que fala a um amigo, e sabe se calar para escutá-lo" (Santo Inácio de Loyola). “A oração é a vida de nossa vida e alma de nossa alma. É como a respiração” (São Gaspar Bertoni, fundador dos Estigmatinos).

Estamos em pleno mês missionário extraordinário: Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em missão no mundo. Hoje é o dia da Coleta do Dia Mundial das Missões. Sejamos generosos e vamos ajudar para que a Palavra de Deus alcance todos os corações. “Missão se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem”.

Dom João Carlos Seneme, css
Bispo de Toledo

 

Paróquia São Francisco de Assis Jardim Coopagro

Dia 24/10

20h – Missa no Xaxim

 

Dia 25/10

20h – Missa em Concórdia do Oeste

 

Paróquia Menino Deus Jardim Porto Alegre

Dia 21/10

19h30 – Adoração ao Santíssimo Mac – Boa Vista

19h30 – Confissões em Bom Princípio para 1ª Eucaristia e Crisma

 

Dia 22/10

14h30 – Reunião das zeladoras de capelinhas – Sala de Palestra

19h30 – Grupo RCC

 

Dia 23/10

15h – Missa na APA – Lar dos Idosos

14h30 – Assembleia da Pastoral da Criança – Sala de Palestra

19h30 – Missa em Vista Alegre

19h30 – Missa na Matriz

 

Dia 24/10

19h30 – Missa em Boa Vista

19h30 – Missa em Sol Nascente

 

Dia 25/10

15h – Missa no Pelegrino

19h15 – Mil misericórdia Filhos de Maria – Capela do Santíssimo

19h30 – Missa em São Roque da Memória  

 

Paróquia Sagrada Família Jardim Panorama

Dia 21/10

19h30 – Missa no Setor Santa Mônica – Panorama II

 

Dia 23/10

19h30 – Missa e novena na Matriz

 

Dia 24/10

19h30 – Missa na Usina e peregrinação da imagem da Sagrada Família

19h30 – Missa no Setor São Jorge – Panorama II

 

Dia 25/10

6h30 – Missa na Matriz

19h30 – Missa no Setor Santa Luzia– Panorama II

15h – Hora Santa do Apostolado da Oração – Matriz

19h30 – Reunião da Equipe Executiva de Administração e Economia da Matriz

 

Paróquia São Pedro e São Paulo Vila Operária

Dia 22/10

19h30 – Pastoral Carcerária – Estudo e Formação – Vila Pioneiro

 

Dia 23/10

20h – Missa na Matriz São Pedro e São Paulo – Vila Operária

 

Dia 25/10

20h – Missa na Capela Maria Mãe da Igreja – Vila Paulista

 

 

“Saiba mais...” LIVRO DOS ESPÍRITOS - LIVRO II - CAPÍTULO

IX AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE OS FENÔMENOS DA NATUREZA

Os fenômenos da natureza, tais como: tempestades, terremotos, maremotos, inundações, possuem uma finalidade providencial. Nada acontece sem a permissão de Deus.

Na maioria dos casos, têm por objetivo restabelecer o equilíbrio e a harmonia das forças físicas da Natureza. Entretanto, às vezes, tem como finalidade atingir a humanidade. Aqueles que são vítimas desses fenômenos são os que escolheram ou se viram obrigados a passar pela prova de terminarem dessa maneira a existência terrena. Nada se dá por obra do acaso; tudo tem uma justa razão de ser. Os fenômenos naturais são orientados por entidades espirituais, em obediência a desígnios divinos, visando o apressamento da evolução não só do planeta, como também das populações atingidas.

        São os Espíritos que exercem influência sobre os fenômenos da natureza para os agitar, acalmar ou direcionar. Deus não exerce ação direta sobre a matéria. Os Espíritos superiores mandam, os inferiores executam, isto é, agem sobre a matéria. Os Espíritos superiores exercem essa ação de conformidade com as leis naturais e imutá­veis que o Supremo legislador do Universo pôs, desde toda a eternidade.

Para a produção de fenômenos, como as tempestades, por exemplo, é necessário que se reúnam muitos Espíritos, em massas inumeráveis.

Jesus não fez milagre ao acalmar a tempestade. Usou apenas de seu conhecimento das forças que regem o Universo e de sua superioridade moral para ordenar aos Espíritos, que fizessem cessar a tempestade. O fato do divino mestre dormir tranquilamente, durante a tempestade, mostra de sua parte uma segurança que se pode explicar pela circunstância de que seu Espírito via não haver perigo nenhum e que a tempestade iria se acalmar. Entretanto, os discípulos, que com ele conviviam, na sua simplicidade, não O conheciam, então admirados, perguntaram: — Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?

 

Questões de O Livro dos Espíritos

536. Os grandes fenômenos da Natureza, esses que se consideram como perturbações dos elementos, são devidos a causas fortuitas ou têm, pelo contrário, um fim providencial?

        Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus.

 

536a. Esses fenômenos sempre visam ao homem?

        Algumas vezes têm uma razão de ser diretamente relacionada ao homem, mas frequentemente não têm outro objetivo que o restabelecimento do equilíbrio e da harmonia das forças físicas da Natureza.

 

536b. Concebemos perfeitamente que a vontade de Deus seja a causa primária, nisso como em todas as coisas; mas como sabemos que os Espíritos podem agir sobre a matéria e que eles são os agentes da vontade de Deus, perguntamos se alguns dentre eles não exerceriam uma influência sobre os elementos para os agitar, acalmar ou dirigir?

        Mas é evidente; isso não pode ser de outra maneira. Deus não se entrega a uma ação direta sobre a Natureza, mas tem os seus agentes dedicados, em todos os graus da escala dos mundos.

 

537. A Mitologia dos antigos é inteiramente fundada sobre as ideias espíritas, com a diferença de que consideravam os Espíritos como divindades. Ora, eles nos representam esses deuses ou esses Espíritos com atribuições especiais. Assim, uns eram encarregados dos ventos, outros do raio, outros de presidir à vegetação, etc. Essa crença é destituída de fundamento?   Tão pouco destituída de fundamento, que está ainda muito aquém da verdade.

 

537a. Pela mesma razão, poderia, então haver Espíritos habitando o interior da Terra e presidindo aos fenômenos geológicos?

        Esses Espíritos não habitam precisamente a Terra, mas presidem e dirigem os fenômenos, segundo as suas atribuições. Um dia tereis a explicação de todos esses fenômenos e os compreendereis melhor.

 

538. Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza formam uma categoria especial no mundo espírita, são seres à parte ou Espíritos que foram encarnados, como nós?  Que o serão, ou que o foram.

 

538a. Esses Espíritos pertencem às ordens superiores ou inferiores da hierarquia espírita?

        Segundo o seu papel mais ou menos material ou inteligente: uns mandam, outros executam; os que executam as ações materiais são sempre de uma ordem inferior, entre os Espíritos como entre os homens.

 

539. Na produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é somente um Espírito que age ou se reúnem em massa?

        Em massas inumeráveis.

 

Boa leitura e continuaremos na próxima semana!

Palavra Cristã 14/10/2019

O estrangeiro e os outros nove

Dez leprosos vêm ao encontro de Jesus. Não podem se aproximar porque são considerados impuros. De longe pedem a compaixão de Jesus. Aqueles homens rejeitados e invisíveis acreditam em Jesus e lhe pedem a cura. Jesus olha para eles com compaixão e o milagre acontece. “Ide apresentar-vos aos sacerdotes!” Era a forma de recuperar a vida e voltar ao convívio da comunidade. Enquanto caminham, ficam curados, “limpos”.

No entanto, somente um dos dez leprosos, ao longo do caminho, descobriu ter sido curado. Então “voltou dando glória a Deus, em alta voz”. Cai com o rosto ao chão, aos pés de Jesus, e dá graças a Deus: ele era um samaritano. O reconhecimento de ter sido curado é motivo de gratidão. Ele experimenta Jesus como o Senhor da vida. Ele se torna uma modelo daquele que crê: ele não para no milagre, mas vai além, a partir deste momento se torna um discípulo porque Jesus é o Filho de Deus que veio trazer a salvação.

Todo relato bíblico deve nos levar à conversão, confrontar a própria vida com a revelação do amor de Deus e ser capaz de mudar, olhar o mundo e as pessoas com olhos diferentes. O evangelho deste domingo (13/10) nos questiona se somos capazes de agradecer. Recuperar a gratidão pode ser o primeiro passo para solidificar a nossa relação com Deus.

Como seria uma religião onde não aprendemos a agradecer; onde nosso relacionamento com Deus se restringe numa espécie de contrato: “eu te ofereço minhas orações e tu me garante a proteção?”. A experiência religiosa é fundamentalmente louvar e agradecer a Deus, reconhecendo que tudo o que Ele faz é gratuito: não há cobrança e muito menos troca!

O gesto do samaritano põe em relevo a ingratidão dos nove judeus, que parecem se esquecer de deveres elementares ou não reconhecem a mediação de Jesus. A gratidão a Jesus pela salvação é componente essencial da vida cristã.

A salvação que ninguém pode alcançar, já foi dada a todos os dez homens. Mas só um tem a fé e encontra o Salvador. A salvação não consiste em ser curado pela lepra, mas encontrar a quem nos curou. A sede não acaba com um copo de água; é necessário encontrar a fonte. Ao dom deve corresponder nosso agradecimento ao doador. Somente a relação com Ele nos salva; seus dons são simples meios para nos colocar em comunicação com Ele. A salvação foi oferecida a todos, porém nem todos a acolheram. Muitos, nove sobre dez, não sabem que foram salvos, vivem e morrem como leprosos. São como um pássaro na gaiola, que não sabem que a porta está aberta.

O único que volta para agradecer é enviado para dar a boa notícia para todos: que se abram os olhos dos cegos e que vejam a luz! O anúncio leva a descobrir e aceitar o dom.

Finalmente fica o desafio de refletirmos se fazemos parte da “igreja dos nove” ou se somos capazes de voltar para agradecer e nos colocar aos pés do Filho de Deus e reconhecer n’Ele o nosso Salvador. Nossa Senhora Aparecida, rainha e padroeira do Brasil, abençoa nossa Diocese!

Dom João Carlos Seneme, css
Bispo de Toledo

 

 

Paróquia São Francisco de Assis

Jardim Coopagro

 

Dia 18/10

20h – Missa na Linha Rocio

20h – Missa em Concórdia do Oeste

 

Paróquia Menino Deus

Jardim Porto Alegre

 

Dia 14/10

8h – Confissão para catequizandos do 3º ano

14h – Confissão para catequizandos do 3º ano

19h30 – Hora Apostólica na Capela do Santíssimo

19h30 – Missa em Sol Nascente

 

Dia 15/10

19h30 – RCC

 

Dia 16/10

19h30 – Missa na Matriz

20h – Reunião com viúvas e viúvos

 

Dia 17/10

19h45 – Grupo de Oração Filhos de Maria – Auditório

19h30 – Missa em Ouro Preto

19h30 – Missa em Lopeí

 

Dia 18/10

15h – Missa no São Pelegrino

19h – Ensaio geral da 1º Eucaristia na Matriz

19h30 – Missa em Buê Caé

 

Paróquia Sagrada Família

Jardim Panorama

 

Dia 15/10

19h30 – Assembleia dos funcionários da Mitra Diocesana de Toledo – Salão Paroquial

 

Dia 16/10

19h30 – Missa com batizado (Laura) na Matriz 

 

Dia 17/10

19h30 – Missa na Tapuí e peregrinação da imagem da Sagrada Família

19h30 – Missa no Setor São Paulo – Panorama II

 

Dia 18/10

6h30 – Missa na Matriz

19h30 – Missa no Setor São Roque – Panorama II

19h30 – Reunião do Conselho de Pastoral da Comunidade (CPC), no Pancera

 

Paróquia São Pedro e São Paulo

Vila Operária

 

Dia 16/10

20h – Missa na Matriz São Pedro e São Paulo – Vila Operária

 

Dia 17/10

19h30 – Escola Paroquial de Formação – Matriz

 

Dia 18/10

19h30 – Missa na Capela Maria Mãe da Igreja – Vila Paulista

 

“Saiba mais...” LIVRO DOS ESPÍRITOS - LIVRO II - CAPÍTULO

VIII INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS SOBRE OS ACONTECIMENTOS DA VIDA

         Ensina os bons Espíritos que fundamental nos acontecimentos da vida é lembrarmo-nos dos ensinamento do apóstolo Paulo:  “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” - Paulo (I Tessalonicenses, 5:18).

         Então analisando os acontecimentos da vida para todas as criaturas aqui na Terra, nos ensina a Doutrina Espírita que devemos aprender a ter um olhar de gratidão. Por que devemos agradecer? Qual o sentido da gratidão? Seria o sentimento de gratidão a força que nos conecta a Deus?

         A gratidão é o sentimento que desencadeia o reconhecimento da necessidade da nossa reforma íntima, nossa mudança interior e nos proporciona uma posição de aceitação frente às dificuldades.

         Porque a gratidão nos oferece uma pequena e substancial amostra do que é felicidade. Quando você sente gratidão, você está concentrando sua atenção em Deus e nas bênçãos que Ele lhe presenteia.  Além da gratidão, pois devemos certamente dar graças por tudo, deveremos ter olhos de ver e ouvidos de ouvir para não nos esquecermos de compreender os acontecimentos, deles tirando as lições que nos cabem guardar no coração.

                       

Questões de O Livro dos Espíritos

529-a. Os Espíritos que dirigem os acontecimentos da vida podem ser contrariados por Espíritos que tenham desejos em contrário?

         O que Deus quer deve acontecer; se há retardamento ou empecilho, é por sua vontade.

530. Os Espíritos levianos e brincalhões não podem provocar esses pequenos embaraços que se antepõem aos nossos projetos e transtornar as nossas previsões; em uma palavra, são eles os autores do que vulgarmente chamamos os pequenos transtornos da vida?

         Eles se comprazem nessas traquinices, que são provas para vós, destinadas a exercitar a vossa paciência; mas se cansam, quando veem que nada conseguem. Entretanto, não seria justo nem exato responsabilizá-los por todas as vossas frustrações, das quais vós sois os principais autores, pelo vosso estouvamento. Convence-te, pois, de que se a tua baixela se quebra, é antes em virtude do teu descuido do que por culpa dos Espíritos.

530-a. Os Espíritos que provocam discórdias agem em consequência de animosidades pessoais, ou atacam ao primeiro que encontram, sem motivo determinado, por simples malícia?

         Por uma e outra coisa; às vezes trata-se de inimigos que fizestes nesta vida ou em existência anterior, e que vos perseguem; de outras vezes, não há nenhum motivo.

531. O rancor dos seres que nos fizeram mal na Terra extingue-se com a sua vida corpórea?  Muitas vezes reconhecem sua injustiça e o mal que fizeram, mas muitas vezes também vos perseguem com o seu ódio, se Deus o permite, para continuar a vos experimentar.

531-a. Pode-se pôr termo a isso, e por que meio?  Sim, pode-se orar por eles, e ao se lhes retribuir o mal com o bem acabarão por compreender os seus erros. De resto, se souberdes colocar-vos acima de suas maquinações, cessarão de fazê-las ao verem que nada lucram.

A experiência prova que certos Espíritos prosseguem na sua vingança de uma existência a outra, e que assim expiaremos, cedo ou tarde, os males que pudermos ter acarretado a alguém.

532. Os Espíritos têm o poder de desviar os males de certas pessoas, atraindo para elas a prosperidade?

         Não o podem fazer inteiramente, porque há males que pertencem aos desígnios da Providência; mas minoram as vossas dores, dando-vos paciência e resignação.

Sabei, também, que depende frequentemente de vós desviar esses males ou pelo menos atenuá-los. Deus vos deu a inteligência para a usardes, e é sobretudo por meio dela que os Espíritos vos socorrem, sugerindo-vos pensamentos favoráveis. Mas eles não assistem senão aos que sabem assistir-se a si mesmos. É esse o significado das palavras: "Buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á".

Sabei ainda que aquilo que vos parece um mal, nem sempre o é. Frequentemente um bem deve resultar dele, que será maior que o mal, e é isso o que não compreendeis, porque não pensais senão no momento presente ou na vossa pessoa.

533. Podem os Espíritos fazer que se obtenham os dons da fortuna, desde que solicitados nesse sentido?  Às vezes, como prova, mas frequentemente se recusam, como se recusa a uma criança um pedido inconsiderado.

533-a. São os bons ou os maus Espíritos que concedem esses favores?

         Uns e outros. Isso depende da intenção. Mas, em geral, são os Espíritos que querem arrastar-vos ao mal e que encontram um meio fácil de o fazer, nos prazeres que a fortuna proporciona.

534. Quando os obstáculos parecem vir fatalmente contra aos nossos projetos, seria por isso influência de algum Espírito?  Algumas vezes são os Espíritos: outras vezes, e o mais frequentemente, é que vos colocaste mal. A posição e o caráter influem muito. Se vos obstinais numa senda que não é a vossa, os Espíritos nada têm com isso; sois vós mesmos que vos tornais o vosso mau gênio.

535. Quando nos acontece alguma coisa feliz, é ao nosso Espírito protetor que a devemos agradecer?  Agradecei sobretudo a Deus, sem cuja permissão nada se faz, e depois aos bons Espíritos, que foram os seus agentes.

535-a. Que aconteceria se esquecêssemos de agradecer?  O que acontece aos ingratos.

535-b. Há entretanto muita gente que não ora nem agradece, e para quem tudo sai bem?  Sim, mas é necessário ver o fim; pagarão bem caro essa felicidade passageira que não merecem, porque, quanto mais tenham recebido, mais terão de restituir.