Mauro Picini Sociedade + Saúde 09/12/2020

Prati-Donaduzzi: 27 anos cuidando da saúde de milhões de brasileiros

Os medicamentos da Prati-Donaduzzi estão presentes em todo o território nacional – Foto: Divulgação

No último dia 3 de dezembro, a indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi comemorou seus 27 anos de história. Localizada em Toledo, no Oeste do Paraná, produz diariamente saúde aos brasileiros, por meio de milhões de doses de medicamentos.

Doses essas que são a esperança, a manutenção da saúde, o alívio para a dor e também a suplementação à vida. Mas é impossível contar essa trajetória sem falar da força das pessoas que fazem tudo isso acontecer, que tiraram o sonho dos pensamentos e do papel e o transformaram em realidade.

Tudo iniciou na produção de chás na casa de seus fundadores, Carmen e Luiz Donaduzzi. Da pequenez do sonho veio a grandeza da conquista. O alicerce esteve na dedicação e na vontade de ir além. Os sócios Celso Prati e Arno Donaduzzi (in memoriam) se juntaram ao objetivo, que ganhou força com a chegada das pessoas certas.

Aos poucos os negócios foram tomando forma, a indústria tinha seu início. Máquinas foram compradas, mais pessoas foram se juntando à empreitada, os primeiros medicamentos foram produzidos, substituindo os chás, e bulas foram dobradas à mão. Os empreendedores viram possibilidades antes não imaginadas e com a ajuda dos colaboradores em pouco tempo tornaram a Prati-Donaduzzi, uma das maiores indústrias farmacêuticas do Brasil.

Na concretização do sonho a esperança de que tudo daria certo, que as dificuldades seriam superadas. “O impossível foi substituído pelo: vamos fazer. Digo que hoje o sonho é uma realidade, dividida com cada vez mais colaboradores, éramos poucos e hoje já somos 4,5 mil pessoas trabalhando com um objetivo: produzir medicamentos. Não paramos por aí, o futuro nos reserva ainda mais, digo que parar de sonhar jamais. Esse aniversário de 27 anos é dedicado a todos que fazem parte dessa trajetória”, revela a sócia-fundadora, Dra Carmen Donaduzzi ao relembrar os primeiros passos.

Atualmente a Prati-Donaduzzi conta com que há de mais moderno em seu parque fabril e oferecer saúde e bem-estar às pessoas a inspira na busca por soluções para muitas doenças e a inovar a cada dia. A farmacêutica é conhecida no mercado por ser a maior produtora de medicamentos genéricos do Brasil*, seus produtos são encontrados em todo o território nacional. São mais de 36 mil unidades básicas de saúde e 55 mil farmácias que contam com os medicamentos da caixinha roxa. Em 2020 a empresa ampliou sua estratégia de atuação e agora os médicos conhecem e prescrevem seus produtos de marca.

A indústria conta com um portfólio com mais de 400 apresentações ativas e em comercialização. Além de medicamentos genéricos e de marcas, indicados no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão, Alzheimer, Parkinson, depressão, entre outras, compõem o portfólio os nutracêuticos, fitoterápicos e em 2020 inovou ainda mais com o lançamento do Canabidiol Prati-Donaduzzi.

Não há um canto do Brasil que a empresa não está presente e sua missão se consolida em cada uma das 12 bilhões de doses de medicamentos produzidas a cada ano. “Nossos valores nos fazem diferente, nossa essência é evidenciada no cuidado com o próximo, somos embaixadores de uma paixão externalizada em cada dose produzida e consumida por quem tanto precisa”, revela o diretor-presidente, Eder Fernando Maffissoni.


Novos capítulos
Para continuar escrevendo uma história de sucesso e reconhecimentos, a empresa está em franco crescimento. Anunciou recentemente o investimento de R$ 650 milhões para ampliação de seu parque fabril e aquisição dos mais modernos equipamentos nos próximos anos. Também faz parte desses investimentos, a construção de uma nova unidade, que em pleno funcionamento, incrementará em mais de 40% a capacidade produtiva. A Prati-Donaduzzi colocar¬¬á no mercado 17 bilhões de doses terapêuticas para a população. “O roxo está em todo o Brasil e a nossa história está só começando. Tudo o que conquistamos nesses 27 anos são a inspiração para continuarmos escrevendo nosso legado”, finaliza Maffissoni. *IQVIA MAT SET/2020 PMB + NRC Doses Terapêuticas

Qual a doença que mata 1 pessoa a cada 8 segundos no mundo?

A Diabetes Mellitus Tipo 2 é uma doença desenvolvida ao longo da vida como consequência de hábitos inadequados, está associada ao sobrepeso, sedentarismo e histórico familiar. Este tipo de Diabetes é muito comum e atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo, mas este número não para de crescer, principalmente, por conta da má alimentação frequente.

Para que possamos evitar esta doença, ainda sem cura, primeiro é necessário entendermos o que ocorre no nosso organismo. Pacientes com a doença, possuem uma deficiência na ação da insulina presente na circulação sanguínea, isso pode ocorrer devido a quantidade insuficiente de insulina produzida, ou ainda pelo mal funcionamento da insulina que foi produzida pelo organismo e os tecidos não serão capazes de reconhece-la impedindo que o açúcar chegue até as células.

As causas ainda não são muito claras, mas estão associadas a fatores genéticos e ambientais, ou seja, o indivíduo que está mais suscetível deve evitar hábitos considerados “diabetogênicos” como por exemplo, o sedentarismo, tabagismo e a ingestão calórica excessiva.

Alisson David Silva é nutricionista e professor do Centro Universitário Internacional Uninter – Foto: Divulgação

Em relação a alimentação, devemos evitar o consumo excessivo de açúcar e carboidratos, sabendo que o termo açúcar é genérico de carboidratos e diferenciamos somente para melhor entendimento. Primeiramente vamos tratar do açúcar de adição, que seria aquele que adicionamos nas bebidas como café, chás ou sucos, essa prática deve ser evitada ou no mínimo reduzida de início. Mas também temos o açúcar contido nos alimentos, por exemplo, os ultraprocessados que são ricos em açúcares, bolachas recheadas, salgadinhos, refrigerantes, balas e doces. Além desse hábito, temos o consumo exagerado de carboidratos, ou seja, massas, pizzas, pães, bolos, entre outros, que em excesso, fazem mal ao organismo e contribuem para o desenvolvimento da Diabetes tipo 2.

Por outro lado, devemos adicionar na nossa alimentação, o consumo de alimentos in natura, como frutas, grãos integrais, leguminosas, oleaginosas e vegetais, evitar o consumo de gorduras de origem animal e preferir as de fonte vegetal, como azeite de oliva. Nas refeições, diminuir as quantidades das porções e não ficar por muito tempo em jejum. E sempre que possível procure a orientação de um nutricionista para desenvolver uma dieta adequada à sua rotina.

Patrícia Rondon Gallina é farmacêutica e professora do Centro Universitário Internacional Uninter – Foto: Divulgação

Para controlar a doença, os níveis de glicose no sangue devem ser rastreados com frequência para evitar complicações como insuficiências cardíacas, problemas de visão, danos hepáticos, lesões renais, lesões nervosas e problemas de pé diabético que são difíceis de tratar e podem levar a amputação do membro.

Basta um exame de sangue para indicar alterações na taxa de glicose, indicando que é necessário fazer exames complementares para o diagnóstico da doença, neste caso, é importante buscar orientações com profissionais da saúde que irão auxiliar no diagnóstico e tratamento.

Em 14 de novembro é celebrado o Dia Mundial do Diabetes, a data tem como objetivo fazer um alerta sobre a prevenção e combate a doença que atinge milhares de pessoas. A falta de conhecimento é considerada um dos obstáculos para combater a epidemia, tendo em vista que metade dos portadores de Diabetes não sabe que possuem a doença.