Equipe do Museu Histórico Willy Barth digitaliza acervo dos pioneiros

Desde o início da pandemia, mediante determinação da Secretaria da Cultura, o Museu Histórico Willy Barth fechou as portas para as visitações. Somente trabalhos de pesquisa ao acervo documental – mediante agendamento prévio – e os trabalho internos desenvolvidos pela equipe são as atividades em andamento.

“Sem o atendimento ao público por meio das exposições e visitações, a equipe de trabalho tem otimizado o tempo em trabalhos internos – aqueles que a população não vê o desenvolvimento”, comenta o museólogo, Tiago Graule Machado. “Já conseguimos organizar diversas pendências”.

Um dos trabalhos internos destacado por Machado é a digitalização do cadastro dos pioneiros do município. Ele explica que esse serviço era uma demanda antiga e que essa reorganização irá permitir que a pesquisa seja realizada com mais facilidade e agilidade.

“Conseguimos concluir a digitalização dos 1.100 cadastros. Com isso, o próximo passo é atualizar e preencher dados pendentes. Antes desse trabalho era preciso pesquisar pasta por pasta para encontrar o pioneiro citado, agora, com a digitalização isso acontece em praticamente dois segundos”, esclarece o museólogo.

MAIS ACERVOS DIGITALIZADOS – Segundo Machado, existe a projeção de ampliar essa digitalização para outros acervos, por exemplo, de fotografia. Ele explica que para dar continuidade nesse processo, o Museu precisa dispor de mais recursos, especialmente, em termos de equipamentos, para que o trabalho seja feito com excelência.

“Essas questões serão definidas no futuro. Sabemos que o momento exige que o poder público tenha um olhar voltado ao combate de pandemia e, consequentemente, direcionamento de recursos. Esperamos que logo essa situação esteja controlada e quando a pandemia passar voltaremos as visitações”, finaliza.

Da Redação

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