Diniz celebra vitória do São Paulo e reação após clássico: ‘São jogos que marcam’

O técnico Fernando Diniz reconheceu que a contundente vitória do São Paulo por 3 a 0 sobre o Atlético Mineiro, na noite de quarta-feira, foi marcante na campanha da equipe no Campeonato Brasileiro. Ele destacou que o seu time, líder da competição, passou por um adversário direto na luta pelo título nacional, pois ocupa a segunda posição, e ainda é dirigido por um treinador internacionalmente renomado, Jorge Sampaoli.

“Pelo tamanho do São Paulo e do Atlético-MG, e como os times estão na tabela, claro que tem um quê especial, envolve uma adrenalina maior. São jogos assim que de fato marcam, mas sobretudo valem três pontos. O próximo jogo vale os mesmos três pontos. Tem algo especial porque o treinador é muito bom, o time é muito qualificado e é o vice-líder do campeonato”, disse.

O triunfo levou o São Paulo aos 53 pontos em 26 jogos, com sete de vantagem para o Atlético-MG e oito de frente para o Flamengo, que fez duas partidas a menos. Mas mais do que o cenário favorável, Diniz celebrou a recuperação imediata do time, que no fim de semana havia perdido clássico para o rival Corinthians.

“Sabiam que tinha que melhorar bastante do jogo do Corinthians, contra um time muito qualificado, um dos maiores treinadores do mundo. O time trabalhou demais hoje. Isso é a minha maior satisfação. Um trabalho árduo de todo mundo, técnico, físico, psicológico, todo mundo, inclusive do banco que transmitiu uma energia positiva o tempo todo”, comentou.

Diante do Atlético-MG, sem poder contar com o atacante Luciano, lesionado, Diniz surpreendeu ao escalar Tchê Tchê. O treinador explicou que fez essa opção para reforçar o meio-campo e festejou a estratégia acertada, ainda mais que o jogador foi um dos destaques do confronto.

“O Tchê Tchê é um jogador muito regular, e o Atlético-MG ocupa muito o meio-campo, com muitos jogadores. Achei que a gente tinha que ter um jogador nesse jogo que conseguisse flutuar muito entre as linhas, que conseguisse adiantar a marcação e, caso a gente não roubasse a bola na frente, deixar o meio-campo preenchido”, afirmou.