Inseguro por causa da pandemia, Federer ainda não garante presença na Olimpíada

Embora o combate à pandemia do novo coronavírus esteja evoluindo como um todo ao redor do mundo, com alguns países bem mais avançados que outros na vacinação, a situação ainda é de incerteza e por isso o suíço Roger Federer preferiu ainda não garantir a sua participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, embora afirme ter grande vontade de competir no Japão.

“Adoraria disputá-los (Jogos Olímpicos), mas gostaria que as coisas fossem diferentes no mundo e que nem tivéssemos que debater a ideia de ir ou não jogar”, afirmou o suíço de 39 anos, que na sua estreia em Roland Garros, Grand Slam disputado em Paris, derrotou o usbeque Denis Istomin por 3 sets a 0 (parciais de 6/2, 6/4 e 6/3) na segunda-feira.

“Meu desejo, esperança e sonho é poder competir, mas é uma coisa que deve fazer sentido para mim, minha equipe, meu país e minha família. Por isso é preciso esperar como as coisas vão evoluir nas próximas semanas”, complementou Federer, que tem duas medalhas olímpicas: uma prata em simples nos Jogos de Londres-2012, na Inglaterra, e um ouro nas duplas em Pequim-2008, na China.

O próximo adversário do tenista suíço em Roland Garros será o croata Marin Cilic, contra quem já jogou 10 vezes e só perdeu uma. Será a primeira vez que eles medirão forças no saibro. Em Grand Slam já foram cinco duelos, com quatro vitórias de Federer, sendo duas delas em finais (Aberto da Austrália de 2018 e Wimbledon de 2017) e uma de Cilic, em sua campanha do título do US Open em 2014.