Red Bull Bragantino coloca invencibilidade à prova contra o Cuiabá

Único time invicto até o momento no Campeonato Brasileiro, o Red Bull Bragantino tenta se manter na liderança e volta a campo nesta quarta-feira quando recebe o Cuiabá, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, às 18h, pela décima rodada. O rival tenta ainda não venceu na competição e terá a estreia do técnico Jorginho Campos, apresentado no início da semana.

Atualmente com 21 pontos e uma campanha de seis vitórias e três empates, o Red Bull Bragantino iniciou a rodada na liderança. O Cuiabá tem dois jogos a menos que a grande maioria de seus rivais por conta das mudanças na tabela causadas pela Copa América. Com isso, aparece na 18ª colocação, dentro da zona de rebaixamento, com apenas quatro pontos. São quatro empates e quatro derrotas até o momento.

No Red Bull Bragantino, o técnico Maurício Barbieri não poderá contar com o meia Lucas Evangelista, que recebeu o terceiro cartão amarelo na vitória sobre o São Paulo, por 2 a 1, e vai cumprir suspensão.

Outra baixa no meio-campo é o camisa 10 Claudinho. Como atuou nos últimos três jogos, a comissão técnica optou por não forçá-lo, inclusive, antecipando a sua liberação para a seleção brasileira olímpica. O lateral-direito Aderlan, com dores na coxa e o zagueiro Léo Ortiz, disputando a Copa América pelo Brasil, também estão fora.

Em contrapartida, o atacante Helinho está de volta, depois de não enfrentar o São Paulo, onde ainda tem vínculo. Como de costume, Barbieri não confirmou a escalação, mas Weverton deve entrar na lateral, Jadson Silva, no meio, e Helinho, no ataque.

Com o técnico Jorginho à frente, o Cuiabá também encerrou a sua preparação em Atibaia, cidade vizinha à Bragança Paulista, onde está hospedado para o duelo. O novo comandante conta com os retornos do atacante Clayson e do lateral-esquerdo Lucas Hernandez. As baixas são do volante Yuri, com torção no pé, e do lateral-direito Lucas Ramón, que pertence ao adversário.

Jorginho acredita na reação do Cuiabá, após sete jogos sem vitória. “Temos que fazer com que os jogadores acreditem, que tenham sangue nos olhos. Além de toda a organização tática tem que ter entrega, essa questão do coração, da paixão por aquilo que faz. Vamos tentar trazer isso cada vez mais. Quero esse tipo de mentalidade por toda a experiência que eu passei na minha vida como jogador por 20 anos e treinador por 15 anos”, enfatizou o técnico.