Coronavírus: Coreia de Norte faz primeira solicitação internacional por vacina

A Coreia do Norte solicitou imunizantes da Gavi, parte do programa Covax apoiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), contra a covid-19 e deve receber quase 2 milhões de doses, embora o País tenha insistido que está livre do vírus. É a primeira confirmação oficial de que o País pediu ajuda internacional.

A infraestrutura médica na Coreia do Norte é vista como inadequada para lidar com qualquer surto em grande escala, afirmou a agência AFP. Ainda de acordo com o relatado, o País vai receber doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca.

Alemanha

As restrições na Alemanha contra a covid-19 podem ser suspensas antes do início da primavera no Hemisfério Norte, em 20 de março, diante da baixa do número de casos, disse o ministro da Saúde, Jens Spahn. Segundo ele, a meta nacional continua sendo a de “evitar que o sistema de saúde fique sobrecarregado, e não evitar novas infecções”.

A chanceler alemã, Angela Merkel, e os líderes dos 16 estados da Alemanha irão se reunir na quarta-feira, 10, para decidir se estenderão as restrições depois que elas expirarem em 14 de fevereiro. “Não podemos ficar neste bloqueio rígido durante todo o inverno. Não toleraríamos isso bem como uma sociedade. Reduzir a zero infecções e mantê-lo assim tem um custo desproporcional em outras áreas da vida”, afirmou Spahn. A Alemanha entrou em um bloqueio parcial em novembro e o intensificou em dezembro.

O número de novas infecções e de pacientes em terapia intensiva na Alemanha vem caindo continuamente desde o início do ano, uma tendência que Spahn chamou de “encorajadora”. Na quarta-feira, 3, a Alemanha relatou 14.211 novos casos de coronavírus e 786 mortes. Apesar da aparente estabilidade de novas infecções, a contagem de mortes continua sendo uma estatística preocupante. A esperança é que a tendência acabe caindo à medida que a contagem diária de casos e as hospitalizações diminuam.

Espanha

A região espanhola da Catalunha retirou algumas restrições de combate à pandemia, diante do menor número de infecções e internações hospitalares. “Acreditamos que estamos deixando para trás o pico máximo da terceira onda”, disse o secretário-geral da saúde catalão, Marc Ramentol. No entanto, ele alertou que ainda há ameaças sérias de novas variantes do vírus, intensa pressão sobre os hospitais e uma implementação lenta da vacinação. (Com agências internacionais).