SP diz que não obteve resposta da Saúde para provisão de seringas e agulhas

O secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, reforçou, durante coletiva nesta sexta-feira, 5, a necessidade de seringas e agulhas que deveriam ser fornecidas ao Estado pelo Ministério da Saúde. De acordo com Gorinchteyn, “mesmo através de reiterados ofícios que foram mandados desde o dia 26 de janeiro” ao Ministério, o governo do Estado não obteve resposta da pasta.

Segundo o secretário, das 15 milhões de seringas e agulhas que deveriam ser distribuídas a todos os Estados pela pasta e não foram, São Paulo solicitou 3,4 milhões.

“Não vieram, sequer estão provisionadas” disse o secretário. “Precisamos que o governo federal faça a sua parte”, continuou.

Gorinchteyn também reclamou da falta de comunicação com o ministério e reforçou a crítica do governador João Doria (PSDB) à decisão do da pasta de desabilitar 3.258 leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) da covid-19.

Segundo ele, dos 5.000 leitos de UTI do Estado de São Paulo, apenas 564 leitos estão habilitados, “11% do nosso total”, e criticou a redução de investimento da pasta “em desacordo a este pacto federativo” afirmou.