Esporte

Ações esportivas do Verão Paraná retornam ao litoral do estado

As ações esportivas realizadas pela Secretaria da Educação e do Esporte voltam às areias do litoral paranaense durante a Operação Verão Paraná 2019. O projeto, integrante das realizações do Governo do Estado, teve início nesta quinta-feira (10), incentivando a prática de atividades físicas e de lazer a fim de promover a saúde, o bem estar e a integração social dos veranistas e moradores locais. A atuação acontecerá em quatro postos fixos, nos balneários de Praia de Leste, Ipanema, Shangrilá e Caiobá, de terça a domingo, das 8h às 12h e das 16h às 20h, além de uma equipe itinerante que visitará Guaratuba, também de terça a domingo, das 13h30 às 19h30.

Contudo, o trabalho começa muito antes de chegar às praias. Na terça-feira (8), a equipe de monitores e acadêmicos de Educação Física passou por um intenso treinamento, que resultará no planejamento e cronograma de todas as atividades a serem realizadas.

“O Verão Paraná retorna mais um ano para a alegria dos nossos paranaenses. Isso mostra quão forte e importante é o projeto e, claro, demonstra a confiança do novo governo, administrado por Carlos Massa Ratinho Junior, para dar a continuidade a ele”, comenta Marcia Simoni, coordenadora geral do esporte no Verão Paraná.

 

PLANEJAMENTO

São 45 profissionais envolvidos. “Eu nunca tinha vindo para nenhuma praia do Paraná até o ano passado, quando participei do projeto como veranista. Gostei tanto que queria fazer parte disso. Hoje eu estou muito feliz por ter sido selecionada para trabalhar como monitora. Estou com muita energia para causar nos veranistas deste ano a mesma sensação que eu senti em 2018”, relata Vanessa Martins de Souza (22), acadêmica de Educação Física.

O treinamento é realizado para manter os monitores aptos, sempre inovadores e criativos para realizarem um planejamento impecável e que atenda as características e perfil de cada praia. “É muito importante dar essa oportunidade aos acadêmicos. Aqui eles têm vivências que muitas vezes a própria universidade não proporciona e crescem pessoalmente e profissionalmente com isso”, conta Simoni, que também iniciou no projeto como monitora.