Toledo

Engenheiro agrônomo deve analisar habilidades que podem auxiliar na atuação de diversas áreas da profissão

Agrônomo Renato Tratch, que atua na profissão há 27 anos (Foto: Janaí Vieira )

O Dia Internacional do Engenheiro Agrônomo foi comemorado na última sexta-feira (13). Assim como todas as outras profissões, o agrônomo precisa buscar atualização e se adequar as novas tecnologias para garantir a melhor execução de seu trabalho em diversas áreas, que vão desde plantio da flor a produção de bicombustíveis.

De acordo com o agrônomo Renato Tratch, que atua na profissão há 27 anos, o maior desafio da área é pensar em todas as informações compartilhadas no dia a dia. “Hoje no campo há equipamentos com uma série de sensores que coletam uma série de informações, é preciso utilizar essas quantidade de informações corretamente para a gestão da propriedade rural, de todo o agro ecossistema”, destaca.

 

ATUAÇÃO – Tratch aponta ainda que a agricultura será cada vez mais customizada, surgindo alguns termos como a indústria e agropecuária 4.0 e a constante atualização de mercado, já que agricultura engloba o campo, o mercado e o consumidor. “Tem que ser um agrônomo digital. Não adianta eu produzir algo no campo, que não terá no mercado, por isso, eu preciso estar antenado em como está o movimento em outros países”.

Vale ressaltar que na agronomia a técnica é obrigatória, mas é preciso analisar que habilidades o profissional tem e pode usar a seu favor, como o trabalho em equipe, habilidades de resolver problemas e não gerar conflitos, de ser assertivo nas tomadas de decisão e saber compartilhar informações o agricultor.