Toledo

Evento vai abordar tecnologia e inovações do mercado

Entre os dias 20, 21 e 22 deste mês Toledo será palco do InnovacitiesLatinoamérica Internacional Business 2017 - Negócios, Academia e Desenvolvimento Pessoal. O evento realizado em parceria com a Associação Brasil Internacional de Inventores, Cientistas e Empreendedores Inovadores (Abipir)acontece durante a 5° Feira de Máquinas, Automação e Indústria (Femai), no Centro de Eventos Ismael Sperafico.

Representantes dos setores da iniciativa privada e pública, academia, estudantes, empresários, empreendedores e inovadores participarão da programação que ocorrerádas 14h às 22h. A entrada é gratuita. Estão confirmadas a participação da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Faculdade Assis Gurgacz (FAG), Faculdade Uniamérica, Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste),Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Instituto Federal, Unila, Universidade Federal do Paraná (UFPR), entre outras instituições que são parcerias do evento.

Conforme o diretor do Núcleo de Informações Tecnológicas da UnioesteReginaldo Ferreira Santos,a ideia é reunir no mesmo local várias entidades, escolas, indústrias, comércio, professores, inventores para apresentação de inovações. “As universidades estaduais e particulares mostram suas invenções”, detalha.

Ele complementa que o objetivo da feira é que a comunidade conheça o que a universidade realiza e que haja negócios.“Um local para que os estudantes apresentem as tecnologias ou ainda façam parceria para outras invenções. É aproveitar o momento, os recursos e as oportunidades para termos diversidades de momentos dentro do mesmo espaço”.

Ainda durante o evento, haverá a licitação da Fundação Araucária de um edital no valor de R$ 2 milhões para que as universidades apliquem os recursos na área de inovação.

 

HACKATON

Ainda como parte da programação acontece o Hackaton. O objetivo é criar processos, serviços e tecnologias para melhorar a cadeia da saúde. “As universidades disponibilizam profissionais e eles tem três dias para resolver os problemas, ou seja, solucionar as demandas. O objetivo é criar um produto que de preferência seja comercializado”, afirma Santos.