Região

Trinta e oito projetos passarão pela banca avaliadora para incubação do PTI

Palestra motivacional para os futuros empresários durante processo de qualificação (pré-banca) para validação de negócios (Foto: Kiko Sierich)

Os projetos que passaram pelo processo de qualificação do Programa de Desenvolvimento de Negócios do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) apresentarão seus modelos de negócios formalizados para uma banca avaliadora formada por investidores e especialistas em avaliação de negócios. A banca teve início na segunda-feira (5) e segue até esta quarta-feira (7), nas três unidades da Incubadora Santos Dumont.

Essa será a oportunidade para que 38 projetos mostrem sua capacidade de mercado para concorrer a uma vaga na incubação do PTI, recebendo acompanhamento de gestão e impulso para o negócio. Dos 38 projetos, nove serão aprovados, sendo três de cada unidade, do PTI, da Uniamérica e de Marechal Cândido Rondon.

Cada projeto terá cinco minutos para apresentação do modelo de negócios. Ao final de todas as participações, será gerado um ranking dos projetos e as melhores qualificações. Os nove primeiros projetos passarão para a próxima fase de abertura formal da empresa e planejamento da incubação. A assinatura dos contratos está prevista para janeiro de 2019.

O processo de incubação de empresas do PTI é divido em três fases. A primeira é destinada para o término do produto e o período de vendas. Na segunda fase, é trabalhada a estrutura organizacional e encerrando a última fase com a escalabilidade, que é o potencial de crescimento de cada empresa.

Atualmente, a incubadora do PTI tem 10 empresas incubadas. Nasceu em 2006, mas o processo de gestão foi formalizado a partir de 2013, passando atender como aceleradora de negócios.

Este ano, é a primeira vez que a Incubadora do PTI abriu três editais de incubação simultâneos, um para cada unidade de funcionamento. O próximo edital de incubação deve ser aberto no final do primeiro semestre de 2019.

Para o diretor superintendente do PTI Jorge Augusto Callado, o apoio aos novos negócios e a formação de empreendedores fomenta um importante compromisso do Parque em promover o desenvolvimento das comunidades. “Estaremos em constante apoio aos ecossistemas de inovação que atendam à nossa vocação regional”, pontuou.