Maripá teve redução de 80% dos roubos e 20% dos furtos em 2020

Segundo relatório da Polícia Militar, o número de roubos e furtos registrados em Maripá no ano de 2020 teve redução de 80% e 20%, respectivamente, em relação a 2019. Os dados foram apresentados pelo major Valmir de Souza durante visita do prefeito Rodrigo Schanoski ao 19º Batalhão da Polícia Militar de Toledo na terça-feira (12). O secretário de Governo, Marcelo Biesdorf e o comandante do Destacamento da PM de Maripá, sargento Everson Wulf também estiveram presentes.

Para o prefeito, esse resultado demonstra o bom trabalho entre Prefeitura Municipal, o Destacamento Local, Conselho de Segurança e a população. “Ficamos muito contentes com a diminuição destes crimes e isso demonstra a segurança que a comunidade de Maripá tem recebido por intermédio do bom trabalho do nosso comando, da equipe de policiais através do comandante Everson Wulf e assim a gente espera que continue uma boa parceria entre Prefeitura Municipal, o Destacamento e também devo valorizar esse trabalho da comunidade, em especial do Conselho de Segurança, que tem dado total suporte para que esse trabalho se transforme realmente em boas ações no combate à criminalidade que em nosso município”, ressalta.

Ambos são crimes contra o patrimônio. O furto se caracteriza por ser menos grave, sem violência. O número registrado em 2019 caiu de 43 para 34 em 2020. Já o roubo, crime que inclui ameaça ou violência teve uma redução ainda mais significativa, 80%. Foram dez roubos em 2019 e apenas dois no ano passado.

Segundo o comandante do Destacamento da PM de Maripá, sargento Everson Wulf, a atuação do efetivo local e a parceria da população foram fundamentais para essa redução. “São números a se comemorar. Graças ao trabalho dos policiais que atuam aqui e que passaram por aqui prestando serviço nesse tempo, ao comando de Palotina também, tenente Franco, que nos assiste com viatura e efetivo e graças a população que está sempre subsidiando a gente, nos informando de algo suspeito que acontece. Sem a população nosso trabalho ficaria muito difícil”, afirma.

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