Para maiores de 60 anos: curso abre possibilidades de uso do smartphone

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Para quem já nasceu na era digital, o uso do smartphone (telefone celular) é algo natural, muito simples e intuitivo. Mas para quem tem seus 60 anos ou mais de idade, o aparelho ainda é cheio de detalhes e segredos que precisam ser desvendados, até mesmo para proporcionar mais segurança a quem faz o seu devido uso.

O Sindicato Rural Patronal de Toledo apoiou recente curso básico para uso do smartphone oferecido pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), por meio de parceria da Secretaria Municipal de Políticas para Infância, Juventude, Mulher, Família e Desenvolvimento Humano e Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (SEMIPI).

Para tanto, o Sindicato contribuiu na mobilização de grande parte da turma que aceitou o desafio. Além disso, a entidade ofereceu seu auditório principal e posteriormente uma sala multimídia, em ambientes climatizados e rede wi-fi com acesso à internet, para as aulas que foram ministradas pelo técnico da Celepar, Sérgio Oliveira.

“No começo é normal que eles tenham certa barreira para usar o celular e, por isso mesmo, ficam no básico. Mas tem muitos recursos que eles podem utilizar para benefício próprio. Claro que a terceira idade, principalmente, tem que ficar bem atenta para ter segurança na internet e não cair em golpes. Já pensamos em fazer uma nova etapa com um curso mais avançado para evitar essas situações”, considera o instrutor do curso.

A cerimônia de entrega dos certificados contou com a presença do vice-prefeito, Ademar Dorfschmidt, do presidente do Sindicato Rural de Toledo, Nelson Gafuri, e do assessor da coordenação da Política para Pessoa Idosa da SEMIPI, Eduardo Araújo. “Parabéns a vocês que aceitaram participar desse curso. Nós sabemos que a tecnologia faz parte do nosso dia a dia e é por isso mesmo que temos que aprender a usar melhor para ter mais segurança, evitando cair em golpes ou acessar algo errado que vai abrir as portas do celular para um criminoso roubar os dados. Obrigado pela parceria”, enalteceu Gafuri.

A participante do curso, Maria Cleunice Carvalho Donassolo, até brincou ao final do treinamento. “Passamos o curso todo com o celular na mão. Usamos o telefone à vontade durante a aula e o professor não xingou”, diz sorrindo descontraidamente.

A formação da primeira turma mostrou que existe demanda. Tanto que numa tarde do treinamento, a produtora rural Noelir Kolling recebeu em sua casa no distrito de Bom Princípio do Oeste outros interessados nas orientações da Celepar.

Paulo Weber Jr

TOLEDO

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