Mauro Picini
Mauro Picini Moda & Estilo 11/06/19

Produtos naturais trazem exclusividade para a “Suíte dos Avós”, de Gabriela Casagrande na CASACOR Paraná 2019

Além de beneficiar o meio ambiente e levar a sustentabilidade para dentro do projeto, os elementos naturais são exclusivos e trazem personalidade para o espaço

Aconchego e sofisticação são visíveis na “Suíte dos Avós”, ambiente assinado pela arquiteta Gabriela Casagrande na CASACOR Paraná que pensou no espaço de 36m² para ser um lugar de memória e crença para um casal de avós que valoriza a família e a religião. Além da preocupação com o conceito do projeto, o uso de materiais naturais na suíte chama a atenção de quem conhece o local.

Em seu projeto na CASACOR Paraná, a arquiteta utilizou o linho 100% natural na cortina e na cabeceira da cama; o Mármore Michelangelo Branco Nuvolato no banheiro da suíte, material que é referência por valorizar a riqueza natural do Brasil e respeitar a natureza, gerando o menor impacto possível, e a lâmina de carvalho americano, extraídas de florestas com manejo sustentável, que foi colocada no painel atrás da cama e em todos os armários.

Optar por elementos sustentáveis, além de beneficiar o meio ambiente, traz exclusividade para o projeto. Na opinião da arquiteta, o material por ser natural já se torna único em um espaço. “São peças exclusivas que podem, por exemplo, apresentar pequenas imperfeições naturais que não podem ser reproduzidas, o que o torna um produto ainda mais único”, explica ela. “Além de serem recursos extraídos da terra que não precisam passar por processos químicos. Isso colabora com o meio ambiente”.

Outro detalhe e benefício do uso de materiais naturais na arquitetura e decoração é a durabilidade. “As peças, em sua maior parte, possuem alta durabilidade o que contribui e muito para o projeto e para o cliente, já que não haverá custos futuros tão cedo em relação a esse material”, explica.

O espaço da arquiteta está aberto para visitação na CASACOR Paraná até o dia 07 de julho. A mostra está sendo exposta no Edifício Zoller Building Center (Rua Coronel Menna Barreto Monclaro, 423 – Centro).

 

SOBRE A GC ARQUITETURA

O escritório GC Arquitetura foi fundado pela arquiteta e urbanista Gabriela Fuganti Casagrande. Seus projetos seguem a essência e o estilo que ela desenvolveu em seus anos de formação, atuando há mais de três anos com projetos de interiores, tanto residenciais quanto corporativos, além de projetos arquitetônicos e eventos. Conceitualmente, o escritório reflete um DNA jovem, elegante e atual, mas não denota essas características somente por conta da imagem fresh de sua fundadora. Nos últimos anos, a empresa tem percebido no mercado um potencial para propostas mais voltadas ao design, que realça as linhas puras e orgânicas das matérias-primas utilizadas. Busca-se explorar uma linha contemporânea e limpa, que traz consigo a perfeita combinação de elementos autênticos que transformam os espaços no qual estão inseridos. 

 

SERVIÇO:

Suíte dos Avós, por Gabriela Casagrande para a CASACOR Paraná 2019

Data: até 07 de julho

Local: Edifício Zoller Building Center (Rua Coronel Menna Barreto Monclaro, 423 – Centro)

Ingressos: https://casacor.abril.com.br/mostras/parana/ ou na bilheteria do evento

Outras informações: (41) 3029-6956 e [email protected]

 

Colheita ao Luar, uma experiência única realizada pela Vinícola Góes

Uma noite inesquecível nos vinhedos são-roquense para colher uvas, cantar em volta da fogueira e jantar

Nos dias 14 e 15 de junho próximos, ocorre a terceira edição da ‘Colheita ao Luar’, criada pela Vinícola Góes para celebrar a safra de outono/inverno das uvas finas, em especial a Cabernet Franc. É nos modernos vinhedos de São Roque que nascem as uvas do Góes Tempos Philosophia, recém destacado pela Decanter World Wine Awards em Londres.

Como as noites frias da região nos convidam a compartilhar taças de vinho e experiências inesquecíveis, a Colheita ao Luar promete ser um evento único no Brasil! Os participantes são recepcionados pela equipe Góes com uma taça de espumante na chegada à sede da empresa e depois embarcam no Wine Bus com destino aos vinhedos. Durante o curto percurso a conversa corre solta sobre o plantio diferenciado e a colheita de outono, particular em algumas poucas regiões do Brasil, especialmente no sudeste.

Já nos parreirais é hora de viver a encantadora oportunidade de colher as uvas diretamente sob a luz da lua, enquanto o fogo de chão segue crepitando no preparo do jantar. Em seguida, a equipe guiará os visitantes para um tour ao interior da vinícola para conhecer o processo de elaboração e os segredos da produção de um bom vinho.

Animados pela colheita e pelo clima da serra, o apetite será saciado, num jantar especial com vários tipos de carnes e mesa de antepastos, harmonizado com os principais rótulos da casa. A confraternização se completa com alegria e descontração, música ao vivo de vários estilos em volta da fogueira.

“Além de ser um momento lúdico inesquecível para todos, de proximidade da Família Vinícola Góes com seus visitantes, na Colheita ao Luar nós podemos apresentar in loco os passos concretos da evolução da vitivinicultura paulista, em especial a virtuosa safra de outono/inverno de uvas finas.  Diversão, Conhecimento, Friozinho do Campo, Gastronomia e muitas taças de bons vinhos, tudo esperando ansiosamente pelos nossos amigos clientes”, comemora Luciano Lopreto, diretor comercial da Vinícola Góes.

 

Serviço:

Colheita ao Luar com Jantar Harmonizado;

Local: Vinícola Góes – Estrada do Vinho, nº 9111 – Canguera – São Roque;

Data: 14 e 15 de junho (sexta e sábado);

Horários: 19h;

Preços: R$ 270,00 – por pessoa. (inclui jantar completo, vinhos, sucos, água e café)

Obs: O evento será realizado mediante condições climáticas favoráveis, caso contrário o mesmo será modificado ou cancelado.

Informações e reservas: www.vinicolagoes.com.br /[email protected]  / (11) 4711-3500

Para maiores de 18 anos

 

O Boticário traz diversas opções para declarar seu amor no Dia dos Namorados

Embalagens divertidas complementam os presentes que vão conquistar todos os corações

Presentes para toda forma de amor. Essa é a proposta do Boticário para este Dia dos Namorados. Para conquistar definitivamente o crush ou declarar-se para o amor de longa data, para moderninhos ou convencionais, sempre tem uma opção para tornar esse momento inesquecível. 

Os kits exclusivos têm embalagens de design bem-humorado, que já provocam reações divertidas antes mesmo de serem abertas. São nove opções para a data, além de itens com alto índice de fofura, como as capinhas de silicone de bigode ou beijinho, para levar gel ou creme de mãos Cuide-se Bem pendurados na chave, no carro ou na bolsa. Os kits têm edição limitada e estão disponíveis nas lojas, revendedoras e e-commerce (www.oboticario.com.br) em todo o Brasil. 

Entre as opções de presente, estão as linhas de grande sucesso em perfumaria feminina como Egeo Dolce, Elysée Nuit e Floratta Rose. Os masculinos incluem queridinhos como MEN Only, Malbec e Egeo Blue. Para cuidados com o corpo, a marca traz Nativa SPA Ameixa Negra na versão especial de namorados. 

Além dos presentes especiais, há ainda os kits regulares de Malbec e Lily, para quem não abre mão do clássico. Para completar a oferta, combos com produtos de diferentes categorias, como Cuide-se Bem e Intense, incluindo marcas de perfumaria com até 25% de desconto sobre o valor da compra dos itens avulsos.   A linha de presenteáveis do Boticário começa com opções a partir de R$ 29,90, até R$ 249,90. 

Conheça as opções de kits de O Boticário para este Dia dos Namorados.

Sobre O Boticário 

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos, unidade de negócios do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), a marca tem a maior rede franqueada de cosméticos do país com mais de 3.700 pontos de venda, em 1.750 cidades brasileiras, e mais de 900 franqueados. Presente em 15 países, há mais de 40 anos desenvolve produtos com tecnologia, qualidade e sofisticação – seu portfólio tem mais de 850 itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais. Comprometido com a beleza das pessoas e do planeta, O Boticário não realiza testes em animais e investe na melhoria contínua de produtos e processos para torná-los cada vez mais sustentáveis. O programa de logística reversa da marca, o Boti Recicla, é um dos maiores do país em pontos de coleta – em todas as lojas os consumidores podem devolver as embalagens vazias, que são encaminhadas para a reciclagem correta. Outro exemplo de cuidado em toda a cadeia é a fábrica de cosméticos de Camaçari (BA), a primeira do segmento a receber o certificado LEED de construção sustentável no Brasil. 

 

Vamos falar sobre o futuro das pessoas!

Como formar as pessoas para o futuro? Como as mudanças no mundo afetam esse processo? Saiba de uma coisa, as mudanças que acompanhamos nos últimos anos foram apenas a ponta do iceberg. Ainda não vimos nada, seremos impactados ainda mais pela tecnologia, com uma velocidade jamais vista. E como nos preparar para tudo isso? Qual será o papel das escolas nessa transformação? Nós seremos engolidos pelas máquinas?

A revolução industrial trouxe a necessidade de formação em massa, como em uma linha de produção. O modelo de ensino ainda visto na maioria das escolas, independente de faixa etária, infelizmente segue esse modelo fabril. Professor na frente da sala de aula como detentor do conhecimento e dezenas de alunos enfileirados em um papel passivo receptivo. Um formato com baixíssima atividade neural. E aí se inicia o processo produtivo, entram alunos e saem o quê?

Não estou falando de formar robôs. Estou falando de formar seres humanos, cada qual com seus objetivos, necessidades e habilidades diferentes. Hoje, boa parte dos pais matriculam seus filhos na educação infantil já preocupados com o vestibular. Ou seja, colocam crianças no processo fabril de longos anos para garantir que seja atingido um score. Será que uma criança que hoje tem 3 anos vai passar por um processo seletivo de vestibular daqui mais de uma década? Não sei exatamente qual será o formato, mas acredito que teremos grandes mudanças.

Na sequência, o aluno cursa uma faculdade de 4 ou 5 anos para se tornar um profissional. Infelizmente, na maioria das situações, esse aluno é formado tecnicamente em um modelo engessado e que em pouco tempo está desatualizado. Pior ainda é esse aluno não saber como aplicar a teoria aprendida, pois o mercado de trabalho exige a prática e, mais do que isso, desenvoltura comportamental. E como mudar esse cenário? Como olhar para o futuro incerto e formar pessoas que tenham maiores oportunidades de sucesso?

A resposta parece complexa, mas não é. Temos que passar por um processo trabalhoso que muitas escolas não sabem como começar. Ao invés de formar apenas no aspecto técnico e cognitivo, medido com uma nota objetiva, é preciso capacitar para uma vida mutante em questões totalmente subjetivas. A escola tem que se preocupar em preparar seus alunos com uma visão global, possibilitando experiências transformadoras. Para falar de formação do futuro é inconcebível que qualquer plano de aula deixe de considerar o desenvolvimento de novas habilidades e competências indispensáveis para o século XXI. Independente do objetivo profissional, tudo que é proposto em uma sala precisa considerar uma formação mais ampla, que envolva colaboração, resolução de problemas, criatividade, comunicação, visão empreendedora, relacionamento interpessoal, pensamento crítico entre muitas outras habilidades indispensáveis para a vida.

Aliás, a vida passa a ser um recurso indispensável para qualquer aula produtiva. É necessário levar a realidade para dentro da sala de aula. Os alunos precisam vivenciar e encontrar aplicação prática em tudo que fazem. Vivemos em um mundo cada vez mais conectado e a pluralidade de conhecimentos se faz necessária. Hoje, todos têm acesso à informação, mas precisam desenvolver melhor sua curiosidade investigativa e construir um ponto de vista mais sólido. Com isso, temos uma mudança no papel da escola e, também, do professor. A presença pedagógica se faz necessária em um modelo diferente, não como ditador, mas sim como orientador e mediador, direcionando cada aluno para o caminho mais adequado. Culturalmente, é um desafio, pois a responsabilidade do aluno aumenta. Ele passa a ser o grande protagonista do processo de aprendizagem.

Sinceramente, não sei o que vai acontecer com essa ou com aquela profissão, mas posso dizer, com bastante convicção, que quem tiver habilidades comportamentais afloradas terá o mundo nas mãos. A educação transformadora precisa focar nas pessoas, independente do cenário tecnológico e do seu impacto. Só assim os alunos serão preparados para se encaixar em uma nova realidade.

*Por Ronaldo Cavalheri
*Ronaldo Cavalheri é engenheiro, especialista em educação e CEO do Centro Europeu – primeira escola de Economia Criativa do Brasil