Mauro Picini
Mauro Picini Sociedade + Saúde 16/10/19

Prati-Donaduzzi abre inscrições para 120 vagas de jovem aprendiz

O Grupo Prati-Donaduzzi possui 170 aprendizes

A indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi localizada em Toledo, no oeste do Paraná, preencherá 120 vagas do Programa de Aprendizagem 2020. Podem participar do processo seletivo jovens de 18 a 22 anos, que morem na região de Toledo e estejam cursando ou tenham concluído o Ensino Médio.

Os candidatos devem se inscrever até dia o 25 de outubro, utilizando duas opções. Através do site da empresa: www.pratidonaduzzi.com.br, clicando na aba carreira e em seguida cadastrar o currículo para o cargo de Jovem Aprendiz 2020. A outra opção é solicitar a inscrição enviando uma mensagem para o WhatsApp do setor de Recrutamento através do número (45) 99961-0022.

O programa tem duração de um ano e os selecionados começam as atividades em fevereiro de 2020. Eles poderão atuar tanto na Prati-Donaduzzi como também nas demais empresas que integram o Grupo, como Centralpack, NDS e Transportadora.

Junto com a remuneração mensal os Jovens Aprendizes que participam do programa recebem diversos benefícios da empresa como cursos oferecidos pela Universidade Corporativa (Uniprati), refeição, biblioteca, plano de saúde, seguro de vida e vale-alimentação.

Giovani Corso ingressou no Programa de Aprendizagem em 2019

 

Diferenciais

Segundo o Analista de Gestão de Pessoas da Prati-Donaduzzi, Fernando Francisco do Nascimento, todos os anos a empresa recebe mais 800 candidatos e por isso a seleção acaba sendo bastante concorrida. Ele destaca que boa comunicação, postura pessoal e conhecimento de informática são alguns dos diferenciais avaliados pelo setor de Recrutamento da empresa.

“Os jovens permanecerão na empresa durante um ano. É uma grande oportunidade de aprendizado. Por se tratar de um programa de formação e qualificação, conforme o desempenho do aprendiz existe a possibilidade de contratação no final do programa. Cerca de 70% dos jovens que finalizaram o programa em julho de 2019, foram contratados”, afirmou.

“Sem dúvidas o jovem que passa pelo Programa de Aprendizagem tem muito ganho no seu currículo. É o primeiro passo para uma grande carreira profissional”, completou a Coordenadora do Programa, Bruna Gehrke.

Eduarda Schlosser participou do programa em 2018

 

O Programa

Paralela a jornada de trabalho, os jovens fazem um curso profissionalizante no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

Eduarda Schlosser participou do programa em 2018 e após a conclusão foi contratada como Assistente Administrativo no setor de Saúde Ocupacional. “Nesse um ano como jovem na Prati-Donaduzzi cresci muito pessoal e profissionalmente. Agora, um dos meus objetivos é cursar Engenharia de Produção”.

Giovani Corso é um dos 170 aprendizes do Grupo Prati-Donaduzzi de 2019. O jovem aprendiz ingressou há dois meses no setor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). “Está sendo uma grande experiência e principalmente uma oportunidade, pois estou cursando Farmácia e pretendo seguir na área”.

 

Hipertensão arterial em crianças: um mal silencioso

Relacionada à má alimentação, a pressão alta pode desenvolver consequências graves, como lesões nos rins, coração, cérebro, entre outros, tanto em adultos quanto em crianças e adolescentes.

A hipertensão arterial, conhecida popularmente como pressão alta, é uma das doenças mais comuns nos dias de hoje. E não é só no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta é a causa de 51% das mortes por Acidente Vascular Cerebral e por 45% das mortes por problemas cardíacos em todo o mundo. A hipertensão arterial também é responsável pelo desenvolvimento de outras doenças cardiovasculares, como diabetes, obesidade, colesterol elevado e também doenças renais.

Mas você sabia que crianças e adolescentes também podem ser afetados por este mal? Dados divulgados em 2013 pela Sociedade Brasileira de Cardiologia mostravam que a pressão alta atingia 6% da população infanto-juvenil, ou seja, cerca de 5 milhões de crianças e adolescentes. A maioria dos casos está relacionada à má alimentação, ao consumo de alimentos industrializados e fast foods.

Segundo a nutricionista Mayara Olikszechen, da Fundação Pró Renal, para que as crianças tenham uma alimentação saudável, regrada e balanceada e evitem o consumo de alimentos prejudiciais à saúde é necessário o incentivo dos pais. “Sempre procurar oferecer alimentos in natura, evitando hambúrgueres, batatas fritas, nuggets e sanduíches em geral que, além de conterem sódio em excesso, possuem glutamato monossódico, substância que confere maior sabor, mas que é excitatória do sistema nervoso central, podendo causar enxaquecas, câncer, hipertensão arterial sistêmica e outras doenças crônicas”, aconselha.

A ingestão de açúcares não é recomendada, principalmente até os dois anos de idade. “Depois disso, é importante evitar ter alimentos açucarados em casa e evitar oferecê-los a todo tempo quando estiver fora também. Inevitavelmente a criança irá consumir na escola ou em festas de aniversário, por exemplo”, explica a nutricionista. O consumo eventual e moderado não é o problema, e sim o consumo diário e em grandes quantidades. Os carboidratos simples, como doces e guloseimas em geral, também devem ser evitados. “O indicado é optar por carboidratos integrais, como arroz e pão, e incluir batata doce, inhame e outros carboidratos cheios de fibras na alimentação também é interessante”, indica Mayara.

O consumo de água e a prática de exercícios físicos também devem ser incentivados pelos pais ou responsáveis, pois são atitudes que ajudam a prevenir o desenvolvimento desta doença, considerada pela OMS como um mal silencioso por não apresentar nenhum sinal até que as consequências sejam graves, como lesões no coração, cérebro, rins, entre outras. Se não tratada, a hipertensão arterial pode causar problemas sérios à saúde das crianças e adolescentes, como o aparecimento de doenças renais. A nutricionista da Fundação Pró Renal aconselha os pais a observarem se a criança apresenta inchaço nas pernas e pés, se tem mais sede e se a coloração da urina está mais escura. “São sinais de que algo não está indo bem com os rins. Nem todo indivíduo hipertenso terá a doença renal crônica. A hipertensão arterial sistêmica é fator de risco, por isso, mudanças na alimentação e estilo de vida podem prevenir a doença renal”, afirma.

Proteínas em excesso também são fatores de risco para o desenvolvimento de uma doença renal, mas em medidas certas não há problema, explica Mayara. “Não se restringe proteínas na infância e adolescência para não afetar o crescimento e o desenvolvimento, a não ser que a criança ou o adolescente apresente a doença renal crônica, sendo avaliado individualmente”, explica. Crianças a adolescentes que tenham insuficiência renal/doença renal crônica devem ser acompanhadas por um nefrologista que indicará o melhor tratamento.

OBESIDADE — A obesidade é o principal fator relacionado ao desenvolvimento de hipertensão arterial. Dados da Federação Mundial da Obesidade, publicados em 2017 pela BBC, indicam que em 2025 o Brasil terá 150 mil crianças e jovens com diabetes tipo 2. Os dados são ainda mais alarmantes quando se trata da pressão arterial alta: 1 milhão é estipulado pela Federação.

Alimentos industrializados e fast foods são os responsáveis por tais números. Em relação aos dados apresentados, Mayara Olikszechen, nutricionista da Fundação Pró Renal, acredita ser possível desacelerar esse cenário. “Porém, o que se percebe como pontos negativos é a influência da mídia sobre a alimentação, além do acesso mais barato a produtos industrializados. Hoje em dia é mais barato comer um sanduíche no shopping do que um prato de comida de verdade”. Crianças e adolescentes são mais vulneráveis à influência midiática, que utiliza, por exemplo, personagens, super-heróis e cultura pop para chamar a atenção sobre determinado produto.

A nutricionista explica que os pais devem ser exemplo para seus filhos quando se fala em alimentação saudável. “A criança começa a formar personalidade e hábitos alimentares desde a primeira infância, com auge entre os cinco e sete anos. Neste período, é necessário ter todo o cuidado com a alimentação”, garante. A criança come o que lhe é oferecido, explica a nutricionista, por isso “oferecer alimentos muito doces ou muito salgados vai fazer com que a criança sempre procure consumir produtos muito doces e muito salgados”.

Mayara também fala sobre outro ponto interessante. “Para evitar sobrepeso, obesidade e doenças crônicas na fase adulta, a mãe deve ter uma programação da gestação saudável e sempre que possível manter aleitamento materno exclusivo até o sexto mês”.

SINTOMAS — Sinais clínicos e físicos como aparecimento de inchaço, urina de coloração escura e/ou cheiro mais forte e febre podem ser sintomas de doença renal crônica ou de outras doenças. “Por isso, exames de sangue e de imagem são devem ser realizados para confirmar diagnóstico após os sinais físicos”, aconselha a nutricionista.

 

Sobre a Pró-Renal

Criada em 1984 por iniciativa do médico Dr. Miguel Carlos Riella, a Fundação Pró-Renal é uma entidade beneficente que assiste pacientes renais crônicos e pacientes em tratamento conservador. Atualmente, atende cerca de 15 mil pacientes por ano e desenvolve campanhas educativas nas empresas, escolas e comunidade para a prevenção das doenças renais. Também presta atendimento integral humanizado aos pacientes ambulatoriais, em diálise e em pré-transplante, fornecendo o apoio necessário para o aumento da sobrevida e melhora na qualidade de vida. www.pro-renal.org.br.

 

Gestação: mudanças no corpo e o auxílio da Osteopatia

*Fábio Akiyama

Muitas coisas mudam no corpo da mulher durante o período da gestação. Além disso, nesse período, os pensamentos e preocupações também sofrem alterações. Esse processo pode ser de difícil adaptação e, em alguns casos, até mesmo doloroso.

Pensando nas dores físicas, é possível amenizar o desconforto com a Osteopatia, uma medicina alternativa que se baseia na teoria de que o corpo tem desenvoltura para criar seus próprias medicamentos, se alinhado e equilibrado com as condições ambientais e alimentação.

Sendo assim, essa prática auxilia o corpo a se organizar e buscar caminhos para que a adaptação a gestação não seja dolorosa. Para tanto, o terapeuta avalia os tecidos do corpo para encontrar os pontos com restrição de mobilidade ou com dificuldade de movimento.

A restrição de movimento não é necessariamente local, às vezes um tecido com menor mobilidade pode influenciar outros tecidos do corpo. Uma pressão aumentada na região lombar, por exemplo, pode tencionar a coluna de tal forma a ocasionar enxaquecas e/ou náuseas.

Em qualquer caso, é necessário o acompanhamento de um profissional que irá trabalhar a fim de liberar os tecidos tensionados e, consequentemente, auxiliar a diminuição das dores ou sintomas presentes.

Os vícios posturais, e até possíveis encurtamentos, já existentes no corpo da gestante podem ficar mais evidentes durante o processo da gravidez. Para que nem a mãe, nem o bebê tenha problemas, é preciso fazer os exames e manter os cuidados em dias. As gestantes podem buscar atendimento de osteopatia a partir do primeiro trimestre.

 

Fabio Akiyama

Atua na área da saúde desde 2009. É fisioterapeuta e trabalha com a microfisioterapia, terapia que estimula a auto cura através do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular. É pós-graduando em técnicas osteopáticas e terapia manual, além da formação em osteopatia visceral, posturologia clinica e equilíbrio neuro muscular. Possui curso na área de tratamento da articulação temporomandibular (ATM) e introdução ao Método Rosen. Em 2014, realizou um curso de especialização em prevenção e tratamento de lesões de membros inferiores e análise biomecânica de corrida, pela The Running Clinic no Canada. Atua desde 2012 também como instrutor de Pilates e treinamento funcional. Em 2015, foi monitor no Instituto Salgado de Saúde Integral no módulo avançado do curso de formação em microfisioterapia. Para saber mais, acesse www.mindtouch.com.br ou mande e-mail para [email protected] ou 11 94597-7405

 

Prati-Donaduzzi abrirá Unidade de Negócios fora do Brasil

A farmacêutica paranaense Prati-Donaduzzi, com sede em Toledo no Oeste do Paraná, deu mais um passo para a internacionalização da companhia. A partir de 2020, a indústria terá Unidade de Negócios nos Estados Unidos ou Canadá.  A unidade terá como objetivo estabelecer parcerias, buscar oportunidades e captar inovações para desenvolver e licenciar medicamentos na área de Sistema Nervoso Central, foco de pesquisa da indústria nos próximos anos. Até 2020, a Prati-Donaduzzi prevê ampliar seu portfólio com pelo menos 100 produtos, entre novas moléculas de genéricos, medicamentos de marca e novas apresentações. A maioria deles terá como função tratar doenças como ansiedade, depressão, epilepsia refratária, demência e distúrbios.

 As prospecções para abrir a Unidade de Negócios Internacionais iniciaram há meses e na última semana, o diretor-presidente, Eder Fernando Maffissoni; o diretor da Centralpack (empresa do Grupo), Victor Donaduzzi e o gerente de Inovação e Pesquisa Clínica da Prati-Donaduzzi, Liberato Brum Junior, visitaram parques tecnológicos, universidades e incubadoras de Miami, Tampa, Gainesville e Orlando nos Estados Unidos e, Montreal, no Canadá. “Fomos à procura de um bom lugar para nos instalar. Queremos estar presentes em um ecossistema de inovação. O objetivo é licenciar e desenvolver produtos inovadores a serem comercializados pela Prati-Donaduzzi no Brasil e exterior”, disse Maffissoni.

 A escolha por esses países está ligada à forte cultura de pesquisa, inovação e agilidade na aprovação de novos produtos oferecida pelas agências regulatórias dos Estados Unidos e Canadá. “Nossa meta é dobrar de tamanho a cada cinco anos de forma sustentável. Precisamos de parceiros que atendam às nossas demandas”, justificou Maffissoni.

 A proposta da Prati-Donaduzzi de instalar a unidade nesses países e estabelecer parcerias na área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação foi recebida com entusiasmo pelos diretores dos parques tecnológicos e centros de pesquisas visitados no exterior.

O diretor de Comunicação do Instituto Neomed, com sede em Montreal, no Canadá, Carl Baillargeon, disse que a cidade de Montreal seria uma boa escolha para a farmacêutica. “Somos referência em ciência da vida e tecnologia de saúde. O Neomed é um catalizador de pesquisa e inovação. Podemos fazer excelentes parcerias”.

 

Internacionalização

 A abertura da Unidade de Negócios fora do Brasil é mais uma etapa para a internacionalização da empresa que está sendo planejada há cinco anos e está sedimentada em suas conexões com pesquisadores, Universidades e empresas americanas e canadenses.

 Atualmente a empresa tem certificação da National Sanitation Foundation (NSF) e exporta uma ampla linha de alimentos funcionais para o mercado americano.

O grupo visitou o Instituto Neomed, com sede em Montreal, no Canadá

 

Aborto: a vida que não chegou a nascer

* Por Priscilla Kalil

O dia 15 de outubr0 é o dia internacional de sensibilização à perda gestacional e do infante, venho contar meu relato.

Quando engravidamos, nossos sonhos, planos e expectativas nascem junto com o resultado positivo do teste de farmácia. O problema é que nunca imaginamos que esse sonho pode não se tornar realidade.

Vem um primeiro sangramento, perguntamos ao nosso médico e procuramos em todas as fontes na internet. Geralmente, a princípio não tem nada com o que se preocupar, é apenas um sangramento normal e super comum. Mas não dessa vez. E nessa altura, quem passa por isso já sente, de alguma forma, que não está mais carregando aquele pacotinho de amor tão desejado.

Sentimos todos os nossos planos descerem descarga abaixo, nos sentimos a pior mulher do mundo, aquela que não pode “segurar” o filho. Cada ida ao banheiro é seguida de muito choro e tristeza, uma tristeza que nos consome.

Aquela dor nos abate, é uma dor física, é uma dor que, realmente, dói na alma. Um momento de extrema fragilidade. Eu sentia como se tivesse sido cavado um buraco em mim – e, na verdade foi exatamente isso.

Cada um tem a sua maneira de lidar com a situação, e a minha foi contar à todos pra viver meu luto. Vivi intensamente, chorei dias seguidos e consegui entender que não era a hora, que talvez eu não estivesse pronta, ou meu marido ou nosso neném. Mas o que tiramos de bom desse triste episódio acalentava meu coração: tive ainda mais certeza do quanto desejávamos ter um filho.

Depois de um tempo, eu achei que tinha superado, achei que não doía mais. De repente fui tomada pela lembrança do vazio que aquela gestação me causou, aquele vazio que continuou fazendo parte do meu ser, mas ficou escondido com a alegria da chegada do meu filho Nicolas.

Foi preciso uma pessoa especializada para entender o que me angustiava. Mergulhamos fundo na minha primeira gestação. E foi então que entendi que eu já era mãe sim, era mãe daquele bebê que precisou passar pelo meu ventre e que teve uma rápida passagem por aqui – não por erro meu ou de algum médico, mas porque era só isso que ela precisava.

Após esse relato, só posso agradecer por ter um marido tão sensacional, que me ajudou em cada etapa a tentar entender o momento, acalmar o choro e até chorar junto, porque afinal de contas, ele também perdeu um filho.

Se você já passou por isso ou está passando, sinta meu abraço fraterno. Nada que eu escreva vai te ajudar, eu sei. Mas o conselho que acredito ser realmente válido é: se permita desmoronar, viva seu luto, seja por um dia, uma semana, um mês, ou o tanto que for necessário. E depois encontre forças para seguir em frente!

Mês passado fiz uma terapia e nela eu pude entrar em contato com essa dor, perceber que a ferida estava aberta e me curar dela, não porque deixei de sentir, mas sim porque passei a entender. E isso faz toda a diferença. Nessa semana, pela primeira vez desde dezembro de 2016, consegui ouvir a música que marcou esse período e não chorei, pelo contrário, sorri ao lembrar daquela gestação. Esse bebê faz parte da minha história, das minhas energias e estará ligada para sempre à nossa família.

Hoje compreendi que minha família somos nós 4: mamãe, papai, Nico e nossa mini pessoa que foi embora antes de nascer, mas que sempre estará ligada à nós e nós à ela.

Obrigada por me fazer mãe! Um dia a gente se reencontra!

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