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Mulheres

Desde os primórdios, elas servem aos, maridos aos filhos e aos homens em geral.

Sim. Mesmo que uma delas já com prometida.....caísse nas graças de uma autoridade era prontamente reivindicada e pobre de si, o par que levantasse voz, quanto mais um arma em defesa de sua companheira. Por vezes essa companheira de viagem ou serviço era alguém da família. O plebeu se calava e a mulher tratava de se recompor sem nunca poder falar sobre o ocorrido.

Pobre menina se fosse a primeira filha do casal, ou mesmo segunda ou terceira, logo seria afastada do lar para diminuir as despesas, sem lembrar, quando a cultura de determinados países autorizava o pai a matá-las.

Meninas não eram nem continuidades e honra de seu genitor tão pouco servia para mão de obra na comunidade, quiçá servir como soldado. Era vista como estorvo, despesas... e as que cresciam não raras vezes eram abandonadas à própria sorte e acabavam servindo nos cabarés, tristes e degradantes sem receber o menor respeito de seus usuários. Eram consideradas objetos.

Com o passar da história algumas poucas conseguiram, a dura penas, posicionarem-se.

Muitas morreram queimadas desde há séculos e séculos, por questões vis.

Na sequência dos acontecimentos histórico algumas mudanças chegaram aos séculos 18 e 19. As mulheres que até então cuidavam da casa, davam aulas, criavam os filhos, eram enfermeiras, mães, esposas, vizinhas, amigas.  Agora mulheres recebiam o direito de remuneração igual ao homem por lei...

Entre os vai e vem das ideias, ao longo de centenas de anos, algumas poucas foram a ter coragem de enfrentar os limites impostos pelas leis masculinas. Nem todas conseguiram reunir pares para uma grande voz, muito embora constem como as pioneiras na história de trabalhos em prol de que a mulher pudesse ser inclusas social e economicamente.

Há história das mulheres que enfrentaram seus limites na luta por igualdade e pelo direito ao voto (sufrágio). Elas resistiam à opressão de forma passiva, mas, a partir do momento em que começaram a sofrer uma crescente agressão da polícia, decidiram se rebelar publicamente.

Com a mulher eleitora veio a primeira mulher a eleger-se deputada estadual no Brasil e a luta pela emancipação feminina foi ganhando impulso em todo o país, levando o voto feminino a ser regulamentado em 1934 no governo Vargas. O episódio tem importância mundial, pois mais de uma centena de países ainda não permitia à mulher o direito de voto.

Pela Europa afora surgiram vários grupos de mulheres buscando a igualdade entre homens e mulheres. Uma das gritas era pelo direito de votar e de ser votada, isto é, participar de fato na sociedade. O Brasil foi um dos primeiros países a mudar a lei de impedimento.

Aqui no Brasil outro grande feito regido pelas sufragistas, agora reconhecidas e unidas, foi a criação da Sociedade Libertadoras, que atuava arduamente pela libertação dos escravos. Com grande feitos exitosos, mesmo antes da Lei Áurea.

Sim nos lembramos das mulheres mártires da fábrica de tecido no início do século 20.A elas, suas antecessoras e as que continuaram este trabalho de promover direitos irias para homens e mulheres, honra e nossa gratidão!

Denyse Petterle Manfroi
Master Trainer em Programação Neurolinguística - PNL
Consteladora Sistêmica Familiar ,Organizacional e de Estrutura