Editorial
Tecnologia e inovação

“Vai lá porque é legal”, enfatizou o coordenador do Iguassu Valley Cascavel Jadson Siqueira durante a apresentação do movimento para o público de Toledo realizada nesta sexta-feira, durante encontro na Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit) e que marca uma nova era para a cidade. A linguagem mais descontraída é uma estratégia para estreitar os laços e fortalecer a formação de um ecossistema de inovação regional.

Com o lançamento oficial do Iguassu Valley Toledo, agora é a hora de ‘vestir a camisa’ e incentivar as startups, as empresas já consolidadas, os pesquisadores, as universidades, os profissionais com aquele feeling para inovação para participarem dos encontros do movimento, porque afinal, é legal.

Sim. O movimento nasceu em Cascavel, mas tem o objetivo comum de fomentar, não apenas o desenvolvimento do município vizinho, mas de também de Toledo e toda a região. Seria uma brecha para desmistificar conceitos de rivalidade entre as cidades. Afinal, todas buscam o progresso e unir forças e objetivos auxiliam no processo.

Uma das vertentes do movimento é promover a troca de experienciais e compartilhamento de ideias a ponto de gerar questionamentos nos visionários: “De que adianta ter uma brilhante ideia, mas deixa-la adormecida por anos e anos, por encontrar dificuldades em como colocá-la em prática, ou pela falta de investidor? Por que não compartilhar esses ideais com profissionais de outros setores e, nessas discussões, encontrar parcerias, incentivadores e formas de fazer um novo negócio alavancar?”.

A tecnologia atinge todos os setores. Ela tem o poder de potencializar os negócios. Ela inova, mas não atua sozinha. Reunir aqueles que têm ‘sede’ de inovação é o ‘ponta pé inicial’ dos trabalhos sugeridos pelo movimento Iguassu Valley Toledo e com isso propiciar o desenvolvimento.

Qualquer um pode participar dos encontros que irão acontecer todas as sextas das 8h às 9h nas instalações da Acit. Não precisa ser associado para integrar o movimento, pois o objetivo é não colocar barreiras na participação, mas ampliar as possibilidades. E elas são infinitas, basta participar e, como dizem os especialistas do setor, ‘sair da casinha’.