Destino correto do lixo reciclável reduz impacto no meio ambiente

Separar o lixo reciclável é um hábito estimulado constantemente em Quatro Pontes. A coleta seletiva é uma ação simples, que, segundo o Departamento de Ação Ambiental, ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, ajuda na redução do impacto no meio ambiente, pois a reciclagem diminui as retiradas de matéria-prima da natureza, além de gerar renda para a Associação Quatropontense de Catadores (AQC).

Junto à AQC, fica situada a Unidade de Valorização de Recicláveis (UVR), que auxilia no trabalho dos catadores, com o apoio da prefeitura e da Itaipu Binacional. Também, o município conta com a Tecnurbe, empresa licitada para fazer a coleta dos materiais recicláveis na sede e interior. A diretora do Departamento de Ação Ambiental, Rosa Maria Sulzbach, explica que a recolha na área urbana ocorre às terças-feiras e na área rural na primeira e segunda quinta-feira de cada mês, contemplando linhas diferentes. 

Ela ainda lembra que os munícipes devem dispor os materiais conforme o cronograma, realizando, inclusive, a separação correta para agilizar a triagem feita pelos catadores, pois, desta forma, evita-se que pessoas sem autorização recolham os materiais antes que a Tecnurbe, a qual repassa à AQC, que é uma associação licenciada pelo Instituto Água e Terra (IAT) para executar a reciclagem no município.

“Quem quiser conhecer a UVR e o novo barracão da AQC no Parque Industrial está convidado. Grande quantia de materiais recicláveis também pode ser levada até lá. No mais, solicitamos que os munícipes separem corretamente o lixo reciclável e apenas disponham às terças-feiras, quando a Tecnurbe realiza a coleta. Dessa forma, podemos evitar que pessoas de outras localidades, sem autorização para o transporte do lixo reciclável, recolham os nossos materiais, que geram renda para a AQC. Não permitam, se possível, que pessoas estranhas levem seu lixo reciclável, pois já pagamos a taxa de coleta e os catadores da AQC precisam desses materiais para obter renda mensal”, diz.

Vanderleia Kochepka

QUATRO PONTES