Representantes da rede de proteção à mulher destacam avanço no diálogo entre instituições e Câmara

Os representantes da rede de proteção à mulher participaram de uma reunião na Câmara, a convite da Bancada Feminina do Legislativo, a qual teve por objetivo conhecer a atuação de cada instituição no atendimento e prevenção dos casos de violência contra a mulher no município. Na oportunidade, os integrantes da rede destacaram a importância desse diálogo que está acontecendo entre essas entidades e o Legislativo.

“Termos uma bancada feminina com esse tamanho e com esse posicionamento é fundamental. Elas se propõem a entender a rede, como se comportam os atendimentos e dialogar com ela, isso é amplia a proteção, é fundamental para consolidação da política de atendimento à mulher em Foz do Iguaçu”, destacou Elias Oliveira, Secretário Municipal de Assistência Social. Na mesma linha de raciocínio, Kiara Heck,

 Coordenadora do CRAM, também pontuou “nós entendemos que é muito relevante estarmos presentes na Casa de Lei, para participar de projetos, leis, para que possam ser supridas as dificuldades do enfrentamento da violência contra a mulher”.

A Patrulha Maria da Penha retrata a triste realidade do crescimento da violência contra a mulher em todo município e também enfatiza a importância da luta conjunta. “O caminho é o diálogo e temos de aproveitar as datas pontuais para reforçarmos a luta pelo fim da violência contra as mulheres”, afirmou Iraci Pereira, Guarda Municipal e Coordenadora da Patrulha. “Precisamos de todos estarem engajados nessa luta. É uma questão muito importante, que tem tirado vidas. Esse chamado é fundamental para desenvolvermos um trabalho de qualidade”, afirmou Cristina Dias, da Casa Abrigo.

A Bancada feminina foi formada neste ano de 2021, por iniciativa das Vereadoras Anice Gazzaoui (PL), Yasmin Hachem (MDB) e Protetora Carol Dedonatti (PP) e abriu o diálogo com toda a rede de proteção à mulher do município, a fim de que possam desenvolver política pública para atender as necessidades do enfrentamento a esse tipo de violência e violação de direitos.

Da Assessoria