Governo Federal cancela emenda para compra de equipamento

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Uma emenda parlamentar do deputado federal Aroldo Martins, que seria utilizada para a compra de um caminhão para acoplar um tanque esparramador de dejetos, no valor de R$ 249.600,00 junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional, acabou sendo cancelada. A emenda foi emitida no dia 16 de julho de 2021 e os dados exigidos foram entregues pela Prefeitura de Toledo dentro do prazo, conforme mostram documentos encaminhados pelo secretário Diego Bonaldo, da Secretaria do Agronegócio, de Inovação, Turismo e Desenvolvimento Econômico.

O assessor parlamentar do deputado em Toledo, Ricardo Santos, confirma o cancelamento. “Fomos procurados pela presidente da Assuinoeste, Geni Fabris, no sentido de auxiliar nessa demanda e mantivemos contato com o deputado, que prontamente apresentou a emenda”, comenta o assessor.

“Ficamos surpresos e não houve nenhum contato poderia reorganizar a proposta. Perder uma emenda é bastante complicado”, afirma Ricardo Santos.

CORTE – O secretário Diego Bonaldo aponta não ter havido atraso algum, tampouco qualquer erro por parte da Prefeitura de Toledo. “A emenda foi cancelada pelo Ministério. O recurso era voluntário, através de recurso extra”, diz. E acrescenta: “Não era emenda impositiva”. O secretário classifica ainda o cancelamento como “um negócio absurdo. Não é culpa da prefeitura”.

Absurdo, mas não novidade. Ainda no ano passado a Prefeitura de Toledo precisou utilizar recursos próprios para o pagamento de um item já comprado, mas o empenho foi cancelado pelo Governo Federal.

Sobre a emenda para a compra do caminhão que seria utilizado pela Assuinoeste, Diego Bonaldo cita que o Termo de Referência estava todo encaminhado, entretanto, a UG não foi autorizada a ser usada. “Não tem muita explicação. Outros convênios no passado também que foram cancelados e o município teve de aportar recursos”, lembra o secretário. Ainda de acordo com ele, é o que deverá acontecer para a compra desse equipamento.

Bonaldo reforça que o município inseriu os dados na Plataforma + Brasil dentro do prazo, fez o Termo de Referência e entregou todos os documentos, que foram analisado pela Caixa Econômica Federal e aprovados. Faltava apenas o Ministério do Desenvolvimento Rural dar o aval para o empenho do recurso. “Nesse intervalo não deu e cancelou o recurso por ser recurso voluntário”, finaliza o secretário.

Da Redação

TOLEDO

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