Integrantes da Rips definem ações para o próximo ano

A equipe da Rede Intersetorial de Proteção Social de Toledo (Rips) planeja as ações para os primeiros meses do próximo ano. Durante uma reunião de mobilização, as integrantes definiram a necessidade de promover reuniões com a equipe da próxima gestão.

Segundo a professora e integrante da Rede Zelimar Bidarra Soares, o Município será administrado por uma nova equipe de trabalho. “Nós teremos um novo prefeito e novos secretários. Com isso, elaboramos um planejamento para promover reuniões de trabalhos com os secretários de Saúde, Educação, Esporte e Lazer, Segurança e Trânsito”, afirma Zelimar ao pontuar que os protocolos da Rips envolvem essas Secretarias.

Durante os encontros com os secretários, o grupo pretende dar ciência das produções da Rede e reafirmar o compromisso para a continuidade dos trabalhos. “As reuniões estão programadas para acontecerem a partir da segunda quinzena de janeiro. Nós entendemos que o secretário vai assumir a pasta e precisa conhecer ou se familiarizar com as ações que estão em andamento”, destaca Zelimar. Os encontros seguem até a primeira quinzena de fevereiro.

Algumas agendas com os secretários já estão previamente marcadas. A professora comenta que um membro da Rede foi escolhido para finalizar a agenda com a administração. “Nós precisamos ter o tempo para realizar as reuniões”.

Além das reuniões, a Rede também pretende manter contato com representantes de alguns órgãos que não compareceram no evento do lançamento dos protocolos sobre a proteção e o atendimento à pessoa em situação de violência sexual para adulto como para crianças e adolescentes. O objetivo é fazer uma entrega formal de cada documento.

MONITORAR – De acordo com a professora Zelimar, no mês de abril, a equipe da Rede vai trabalhar para implementar e monitorar os protocolos. “A finalidade é que cada protocolo ocorra de tal maneira que foi concebido. Assim, caso o grupo identifique alguma incoerência ou observe que os profissionais estão com dificuldades na execução, será possível buscar uma solução”.

A professora explica que “ao analisar uma violência sexual sofrida em um menor, os profissionais precisam observar se existem outras pessoas envolvidas e que também necessitam de algum tipo de atendimento”.

Outro fator pontuado por Zelimar é a necessidade de ter a reposição da Rede. “No entanto, nós ainda não definimos uma agenda para o mês de março”. A Rede também deve organizar uma plenária para decidir qual será o próximo tema prioritário a ser abordado.

Da Redação

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