Por que fazer a vacina Pentavalente?

A vacina Pentavalente do Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b. A difteria é uma doença transmissível e causada por bactéria que atinge amígdalas, faringe, laringe, nariz e (ocasionalmente) outras partes do corpo, como pele e mucosas. Dependendo do tamanho e de onde as placas aparecerem, a pessoa pode sentir dificuldade em respirar. A principal forma de prevenção é por meio da vacina.

A difteria ocorre durante todos os períodos do ano e pode afetar todas as pessoas que não são vacinadas, de qualquer idade, raça ou sexo. Acontece com mais frequência nos meses frios e secos (outono e inverno), quando é mais comum a ocorrência de infecções respiratórias, principalmente devido à aglomeração em ambientes fechados, que facilitam a transmissão da bactéria.

 

CAUSA – A difteria é causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae, que se hospeda na própria pessoa doente ou no portador, ou seja, aquele que tem a bactéria no organismo e não apresenta sintomas. A via respiratória e a pele são os locais preferidos da bactéria.

 

TRANSMISSÃO – Ela ocorre basicamente por meio da tosse, espirro ou por lesões na pele, ou seja, a bactéria da difteria é transmitida pelo contato direto da pessoa doente ou portadores com pessoa suscetível, por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou ao falar.

 

SINTOMAS – Os principais sintomas da difteria, que surgem geralmente após seis dias da infecção, são: Membrana grossa e acinzentada, cobrindo as amígdalas e podendo cobrir outras estruturas da garganta; dor de garganta discreta; glânglios inchados (linfonodos aumentados) no pescoço; dificuldade em respirar ou respiração rápida em casos graves; palidez; febre não muito elevada e mal-estar geral.

 

DIAGNÓSTICO – Ele é clínico, após análise detalhada dos sintomas e características típicas da doença por um profissional de saúde. O médico solicita a coleta de secreção de nasofrainge para cultura. Em casos de suspeita de difteria cutânea (na pele), devem ser coletadas amostras das lesões da pele.

 

TRATAMENTO – O tratamento da difteria é feito com o soro antidiftérico (SAD), que deve ser ministrado em unidade hospitalar. A finalidade do tratamento é inativar a toxina da bactéria o mais rapidamente possível. O uso do antibiótico é considerado como medida auxiliar do tratamento, ajudando a interromper o avanço da doença.

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