‘Cidades Inteligentes’ foi tema de encontro do Iguassu Valley, no InovAcit

Por meio de chamada de vídeo, Tulio Biasoli e Caio Corrêa, da empresa iCities Solutions, especializada em soluções para cidades inteligentes, de Curitiba (PR), falaram sobre os conceitos do que é uma CI, demonstraram cases de sucesso e avaliaram o que o universo das Smart Cities está preparando para o futuro.

O termo ‘cidade inteligente’ surgiu na década de 90 e tem como principal característica o uso de dispositivos que otimizam a eficiência das operações e serviços da cidade, com transparência aos cidadãos.

Segundo o Sócio-diretor da iCities, Caio Corrêa, o termo está em evidência em todo o mundo e vem ganhando força ano a ano. “Quando falamos em cidades inteligentes as pessoas imaginam cidades futuristas e na verdade o conceito é outro. O mais importante é a eficiência na gestão pública com compartilhamento de dados, e que os munícipes possam usufruir de tecnologias com mais qualidade de vida.”

Para o gerente executivo do iCities, Tulio Biasoli, falar em cidades inteligentes em um ambiente como o Iguassu Valley Toledo é extremamente importante. “São pessoas focadas e que entendem a importância de ações inovadoras, com isso, compartilhamos da visão de que uma cidade inteligente é aquela que coloca os seus cidadãos no centro das atenções, utilizando-se das melhores tecnologias para uma gestão eficaz, eficiente e efetiva, fazendo uso de elementos tecnológicos como ferramentas que estimulam o planejamento colaborativo e a participação cidadã.”

Ele comenta que as cidades inteligentes são uma realidade global. “Como existem inúmeras definições para o tema, também há vários exemplos de cidades que se tornaram mais inteligentes com a adoção de medidas muitas vezes bastante simples. Bons exemplos internacionais são Tallinn (capital da Estônia), Barcelona, São Francisco, Hamburgo, Amsterdã, Bogotá, dentre outras. Aqui no Brasil, temos muitas cidades com vários elementos de Cidades Mais Inteligentes, como Curitiba, São Paulo, Pato Branco, Maringá, entre outras”, cita.

Os convidados do Iguassu Valley Toledo, esclareceram ainda o que as cidades precisam fazer para serem consideradas mais inteligentes, se destacando das demais. “É importante que esta mantenha o foco no cidadão e acompanhe ações como a Carta Brasileira de Cidades Inteligentes e as atualizações da ISO 37.122 – Indicadores para Smart Cities. Dessa forma, entendemos que haverá uma convergência e alinhamento no tema, e que todos ganharão com espaços cada vez mais humanos, plurais e acolhedores”, conclui Tulio Biasoli.

Da Assessoria