Coluna do Editor 18/07/2020

Visita

Nesta sexta-feira (16) quem visitou o Jornal do Oeste foi Claudinei Camargo, que veio trazer um pacote de mocaccino premium – delicioso por sinal – da Qualimax, vendida pela Camargo Cofee. Claudinei acompanha sempre o “Fim de Tarde com o Editor”, que apresento de segunda a sexta-feira através do Facebook do JO.

 

Estimativa

A maior parte dos brasileiros estima que a quarentena não deve passar do final do ano. É o que aponta a terceira onda do estudo Opiniões Covid-19, realizado entre 18 a 22 de junho, que identificou que 44% das pessoas não acredita que o distanciamento social ocasionado pela Covid-19 acabe nos próximos meses, mas tampouco pensa que ele se estenderá por 2021 – apenas 19% acreditam que a quarentena perdure no próximo ano.

 

Força

De acordo com o estudo a quarentena horizontal, realizada em diversas cidades do país, perdeu força. Para muitos a sensação é de que não funcionou – enquanto na primeira onda 40% eram a favor de um isolamento mais forte, com comércios e negócios fechados, na terceira onda apenas 33% se dizem de acordo.

 

Isolamento

Contudo, não há consenso quanto à melhor forma de lidar com a situação. De fato cresceu o apoio ao isolamento vertical, que permite que a economia siga – passou de 31% na segunda onda para 36% na terceira -, mas cresceu também o apoio ao lockdown – de 15% na segunda pesquisa para 27% agora.

 

Terceira

A pesquisa realizada pela Perception, Engaje! Comunicação e Brazil Panels, entrevistou 525 pessoas online, em todas as regiões do Brasil, homens e mulheres com mais de 18 anos, das classes ABCD, com margem de erro de mais ou menos 4,05%, para saber a opinião dos brasileiros sobre o cenário da pandemia. Esta é a terceira onda do estudo, cuja primeira onda foi realizada entre 1º e 3 de abril, e a segunda entre 29 de abril e 1º de maio.

 

Taxa

O secretário Neudi Mosconi (Desenvolvimento Ambiental) fez um comparativo sobre a taxa média de letalidade da Covid-19 em Toledo em comparação a outras realidades. Segundo ele, no mundo o índice é de 4,29%; no Brasil a taxa média de letalidade é 3,91%, enquanto no Paraná 2,51%. Na capital, Curitiba, Mosconi apontou uma taxa de 2,91%, contra 1,88% em Cascavel e apenas 0,87% em Toledo.

 

Cálculo

O índice é calculado pelo número de mortes dividido pelo número de casos e multiplicado por 100. Ele é importante para se entender a gravidade da pandemia em uma cidade, estado ou país.

 

Prevenção

Ainda sobre a Covid-19 em Toledo, informações da Secretaria de Saúde mostram que em torno de 11% da população de Toledo já foi testada para a doença. Os dados levam em conta todos os tipos de testes, aplicados pela rede pública ou privada e as pesquisas realizadas no município.

 

Pandemia

Os deputados estaduais aprovaram na sessão remota de ontem da Assembleia Legislativa o projeto de decreto legislativo 19/2020 que declara o estado de calamidade pública para as cidades de Marmeleiro e Santo Antônio da Platina. Com isso, o Paraná tem 317 dos 399 municípios do Estado em situação de emergência em virtude dos efeitos econômicos causados pela pandemia do coronavírus.

 

Na bronca

O aviso por parte da Secretaria de Recursos Humanos da Prefeitura de Toledo avisando que a primeira parcela do 13º salário dos servidores públicos municipais – tradicionalmente paga no fim deste mês – deverá ser adiada irritou muitos servidores da administração municipal que contavam mais do que nunca com este dinheiro extra no momento mais crítico da pandemia por coronavírus.

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