Agradar

Desde que o mundo é mundo já se sabe que não há como agradar a todos.  Tendo em vista isso, as pessoas tentam fazer o que é moral e ético para a convivência em sociedade. Reforço “tentam”. Tem alguns que esquecem o que é respeitar essa convivência social e extrapolam, como por exemplo bebendo e dirigir, som alto nos carros, a falta do uso da máscara, furar filas, tentar ser o espertinho e por aí vai.

Mas voltando ao assunto de tentar agradar, muitas pessoas adoecem com essa prática, tentam a todo custo agradar a todos e esquecem de agradar a si mesmo. E tem o outro lado também, aquelas pessoas que querem ser agradadas o tempo todo. Essas são as mais exigentes e complexas, difíceis de convício. “Se não for assim então eu não quero…” Quem nunca ouviu isso daquele colega da escola e cresceu vendo essa situação se repetir com posições mais adultas? Confessa que quando você vê algo assim até surge um “obrigado mãe, pai por terem sido mais duros comigo e me educado pra ser um adulto maduro”.

E quando você está num jogo. Aí o bicho pega hein. Esses que estão acostumados a ter sempre a razão, pois seus bajuladores incentivam isso, são os mais desagradáveis para a prática. O jogo não é limpo ou não tem jogo para que o indivíduo não corra o risco de perder. Mas aquele que gosta de mesmo assim jogar, esse atenta, faz daqui e faz de lá, certo ou não, para que as peças ou cartas estejam sempre a seu favor.

E o que ele ganha? Nada. Essas pessoas normalmente saem perdendo na evolução, na conduta, no caráter e nada de muito verdadeiro fica ao seu redor, apenas aqueles que podem e sabem que podem aproveitar alguns momentos produtivos ao seu lado, o famoso “tirar uma casquinha”.

Espero que muitos tenham se identificado com o indivíduo que tenta manter a ética e a moral.