Biopark: uma cidade tecnológica

Para colocar em prática ações visionárias é preciso ter ousadia, coragem e determinação. Desde sua ‘concepção’, o Parque Científico e Tecnológico de Biociências (Biopark) vislumbra progresso ao promover o desenvolvimento empresarial e tecnológico, não apenas de Toledo, mas da região como um todo, incentivando a pesquisa e a inovação, proporcionando formação qualificada de profissionais e melhoraria na estrutura da saúde.

O parque será o maior complexo do Paraná e o primeiro voltado para área das biociências. A estrutura deve contar com hospitais, incubadoras, indústrias, áreas comerciais e de serviços, startups, espaços residenciais e esportivos. O complexo poderá gerar aproximadamente 30 mil empregos, além de aumentar o fluxo de pessoas no município e potencializar a biociência na região.

O Biopark não para. A cada 72 horas uma nova empresa – maioria na área de Tecnologia da Informação (TI) – se instala no complexo. Formar profissionais qualificados nessa área e que fiquem interessados em permanecerem na região também é uma das preocupações do presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi.

A novidade deste início de setembro foi a doação de uma área de 37.375 m² para a instalação de um complexo da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O Protocolo de Intenções assinado pelas partes visa a implantação de cursos na área da TI.

A construção do complexo está prevista para 2022, mas a parceria entre a universidade e o Biopark já é efetiva. Atualmente a UTFPR mantém em atividade com o Biopark o mestrado profissional em Tecnologias em Biociências (PPGBio) e possui no empreendimento um laboratório que desenvolve pesquisas na área de manufatura aditiva.

Com a instalação de mais uma universidade de renome, pequenas, médias e grandes empresas já atuando no complexo, venda de terrenos para a implantação de clínicas médicas, tramitação da construção de um hospital, obras de cinco prédios com oito andares, são algumas realidades já expostas. Diversas negociações ainda estão nos bastidores, mas sem dúvida, irão trazer mais congresso. E assim segue a edificação de uma cidade tecnológica.

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