O despertar do ano novo
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O calendário civil despertou em janeiro, mas é agora, com o fim do hiato de verão, que a cidade efetivamente “sacode a poeira”. Fevereiro chega com o peso da realidade: o trânsito se adensa, o comércio ajusta suas vitrines e as instituições que regem a vida pública retomam seus expedientes plenos. A engrenagem urbana, enfim, volta a girar em sua potência máxima.
O retorno das atividades na Câmara dos Vereadores é, talvez, o ponto de maior atenção para o cidadão atento. Após o recesso, espera-se que os parlamentares tragam na bagagem não apenas fôlego, mas uma lista de prioridades que apresente as urgências do município.
A abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Paraná também é outro marco do início das atividades públicas oficiais.
Simultaneamente, o sinal toca para milhares de crianças e jovens. O retorno das aulas, tanto na rede pública quanto na privada, altera o fluxo da cidade. Mais do que o desafio logístico do trânsito, o momento convida a uma reflexão sobre a qualidade do ensino e a infraestrutura das nossas escolas. Para as escolas, públicas ou privadas, o objetivo é o mesmo: garantir que o período letivo seja de construção intelectual, e não apenas de cumprimento de horas.
Nos bastidores, os departamentos e secretarias municipais encerram o período de planejamentos internos para dar vazão à execução. Em todas as pastas, a movimentação prioritária nestes setores deve ditar o bem-estar do contribuinte. Não há mais espaço para a morosidade justificável pelas “festas”; a máquina administrativa precisa funcionar com fluidez para atender às demandas represadas.
A retomada das atividades públicas e educacionais não é apenas um marco cronológico, mas um contrato renovado entre a sociedade e seus gestores. Sabemos que todos, de certa forma, já estavam trabalhando para que o início das ações fosse um sucesso e que ontem (02) foi dada a largada. Que este início de trabalho efetivo seja pautado pela transparência e, acima de tudo, pelo compromisso com o desenvolvimento da nossa comunidade.