Socorro

Um socorro. O desejo de ter ajuda e se sentir livre de todo aquele sofrimento, de toda vergonha, de todo medo, de todas as agressões. É assim que muitas mulheres se sentem após passarem pelo constrangimento de um estupro ou de atos seguidos de violência doméstica. É a violação máxima de um indivíduo, aquela onde a vergonha e o constrangimento demoram a passar, quando passam!

Os órgãos competentes estão cada dia mais preparados para dar apoio e suporte técnico e emocional para cada uma das vítimas que os procuram. Cidades menores já conseguem ter um espaço específico e destinados para vítimas deste tipo de violência. Os postos de saúde tentam atender as vítimas de forma justa e já orientando para que a mesma siga para delegacia fazer a denúncia. Os policiais também estão mais capacitados para auxiliar no momento do boletim de ocorrência.

Segundo a Delegada Fernanda Lima, em conversa no programa Tem de Tudo aqui do JORNAL DO OESTE, todos tem direito de livre expressão. Isso significa que as mulheres, e homens também, podem se vestir da forma que acharem adequados, com sua personalidade e não podem ser julgadas ou julgados por isso. Não é a roupa e sim o olhar tendencioso do outro. Não são as tatuagens ou a bebida que podem fazer com que outro ser humano se sinta no direito de agredir. Acima de tudo vem o respeito, mesmo que o outro não tenha o mesmo comportamento ou pensamento, o respeito impera.

A mulher que passa por isso não deve ter medo ou vergonha de procurar ajuda, seja na saúde ou na delegacia, o amparo vem e quanto antes a denúncia for feita, mais provas podem ser colhidas para identificação do agressor e comprovação do ato. (Leia mais na página 5)

Por isso mulheres, se passarem por algo assim, corra sim pedir ajuda. Não tenham medo. O assunto foi brutalmente polemizado nas mídias sociais nos últimos dias e infelizmente alguns posts trazem a falta de justiça como assunto principal. Para aquelas que sofreram um estupro, não fique calada. Não pode ser um caso entre tantos que fará com que a sua justiça não seja feita.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *