Mauro Picini Moda & Estilo 20/10/2020

Consumidor consciente na sociedade atual. É possível?

Segundo o Instituto AKATU, para um consumo consciente deve-se observar que se deve viver: “Consumindo sem consumir o mundo em que se vive”, garante-se assim, qualidade de vida e segurança pessoal.
Isso quer dizer que a sociedade deve consumir de forma responsável, pois terá nessa vida as consequências de todo desperdício que é praticado por ela e pela geração anterior.
Isso é possível? Parece teoria. Mas toda teoria só funciona na prática.
Todo consumismo inicia no fato de aproveitar as oportunidades que aparecem. Mas é importante questionar: será que “realmente” precisamos dos artigos que nos atraem?
É comum ouvirmos relatos na mídia, nas prateleiras dos mercados, nas vitrines das lojas ou na convivência diária com outras pessoas, as tão conhecidas frases: ”Não perca a oportunidade”, ou “Oportunidade única” ou mesmo “Últimas ofertas” seguido de inúmeros “Compre um, leve três” e assim por diante.
Analistas de mercado, economistas e psicólogos orientam cinco segredos para os consumidores compulsivos reeducarem seus hábitos na hora das compras:
1.    Planejar o que comprar;
2.    Comprar somente o necessário;
3.    Nunca ir a um supermercado com fome e jamais levar crianças, pois certamente você acabará comprando o que não precisa;
4.    Fugir das ofertas mágicas;
5.    Calcular os juros e as melhores condições de pagamentos.
Seguindo esses princípios, será notória a mudança de comportamento de vida e, consequentemente, de renda familiar.
Além dos artigos secundários, qualquer família necessita de gastos essenciais na vida doméstica, como por exemplo: água, energia, alimento, transporte, saúde, educação, etc.
Até mesmo os artigos essenciais requerem tomada de consciência urgente, porque além de interferir nos orçamentos, afeta o desequilíbrio ambiental com descartes inapropriados ocasionando, a longo prazo, o desnivelamento do ecossistema.
Os reaproveitamentos de verduras, da raiz às folhas, podem se tornar uma forma de diminuir a demanda de recursos naturais. Uma das preocupações que um consumidor consciente deve ter é a sustentabilidade do planeta, economizar hoje para ter sempre.
Partindo desse pressuposto, é possível mudar os hábitos praticando e experimentando os bons resultados que eles proporcionam. Mudança de consciência só se faz com medidas educativas, boas leituras, olhos abertos, e sensibilidade.
Eu estou disposta a mudar, e você?

Daniela Belter Ferreira Ceni

Autor: Daniela Belter Ferreira Ceni é especialista em Tecnologias Aplicadas à Educação, Gestão Comercial e Marketing Digital. É professora da área de Inovação, Regulamentação, Formação e Qualidade do Centro Universitário Internacional Uninter

 

Sem fronteiras para a inovação

O Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi, visitou na quinta-feira (09) as instalações da C.Vale, em Palotina. Ele foi recepcionado pelo Presidente da Cooperativa, Alfredo Lang, que fez uma apresentação sobre a área de atuação, negócios, projetos futuros e números da cooperativa. Participou também da recepção o gerente da Divisão Industrial, Reni Girardi. “Foram muitas horas de conversa e eu fiquei admirado com a grandiosidade das instalações e com o dinamismo da C.Vale”, relata Luiz Donaduzzi. 
Na oportunidade, o fundador da Prati-Donaduzzi e do Biopark também falou sobre os projetos em desenvolvimento, investimentos realizados e possibilidades de parceria. “Vejo que temos muito potencial para parcerias em muitas frentes, mas, principalmente em formação de pessoas e em inovação. Nós temos expertise nessas duas áreas e sabemos que há retorno garantido”, completa Donaduzzi. 
A C.Vale possui atuação no Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Paraguai. São 156 unidades de negócios, mais de 23.000 associados e mais de 11.000 funcionários. “Nosso objetivo é gerar desenvolvimento e há sinergia entre o que a C.Vale busca e o que acreditamos”, finaliza Luiz Donaduzzi. 

Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi, com o Presidente da C.Vale, Alfredo Lang.

 

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