Prati-Donaduzzi realiza SIPAT com foco na garantia de um ambiente seguro e igualitário

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A farmacêutica capacita colaboradores para serem agentes de mudança na segurança do trabalho, gerando impactos positivos.

Garantir a segurança no trabalho é um dever legal da empresa e um direito dos trabalhadores. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) desempenha um papel fundamental na conscientização, prevenção e redução de incidentes. No Brasil, a SIPAT tornou-se obrigatória em todas as organizações em meados da década de 1970. Na Prati-Donaduzzi, essa prática está em vigor desde o início de suas operações, por meio das ações promovidas pelas Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAs) e pelo setor de Segurança do Trabalho.

Durante este mês, a indústria farmacêutica realiza diversas palestras para mais de 5 mil colaboradores, abordando temas importantes como respeito e igualdade no ambiente de trabalho, assédio moral e sexual, a importância da rede de apoio e da saúde mental, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a segurança no trânsito.

“Exploramos uma variedade de temáticas que têm um impacto direto na saúde psicológica, pois reconhecemos sua relação com a prevenção de acidentes. Seguimos de um ponto de vista no qual, se a pessoa estiver bem consigo, em um ambiente de trabalho agradável e aprecia o que faz, o risco de ocorrências é consideravelmente reduzido, pois trabalhamos mais felizes e com mais cuidado”, explica a supervisora do setor de Segurança do Trabalho da Prati-Donaduzzi, Thais Caroline Rossetto.

No mês de setembro, a Prati-Donaduzzi, por meio do seu Programa Pratincluir, alcançou a posição de destaque, conquistando o primeiro lugar na categoria de Projetos de Segurança do Trabalho, em um evento promovido pelo Sindusfarma. O objetivo do projeto é promover a inclusão de pessoas com deficiência na empresa, fortalecendo o princípio da diversidade. Thais enfatiza que o compromisso com a segurança dos colaboradores vai além do cumprimento de regulamentos externos.

“Este é um tema de extrema importância, pois apesar do amplo acesso às redes sociais, à internet e aos programas de televisão, ainda há inúmeros casos de preconceito, tanto no ambiente de trabalho quanto fora dele. Além disso, é crucial destacar a questão dos assédios morais e sexuais, já que ainda existe pouca divulgação de informações sobre o assunto, o que muitas vezes gera dúvidas entre as vítimas”, concluiu.

Da Imprensa Prati

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