Procon realiza pesquisa de preço do material escolar na próxima semana
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Com a volta às aulas se aproximando, famílias e responsáveis iniciam a tradicional corrida para organizar o ano letivo, que inclui matrícula, uniformes e, principalmente, a compra do material escolar. Nesse período, a pesquisa de preços se torna fundamental para evitar gastos excessivos, já que os valores podem variar significativamente de uma loja para outra.
Planejar com antecedência, comparar opções e ficar atento às reais necessidades dos estudantes são atitudes que ajudam a equilibrar o orçamento e garantem o início de aulas mais tranquilo e econômico. Na próxima semana o Procon de Toledo fará a tradicional pesquisa de preços dos materiais escolares.
O levantamento está programado para ser realizado na quarta-feira (14), com divulgação dos resultados na tarde de quinta-feira (15) na página oficial do órgão, no site da Prefeitura. Entre os locais que serão pesquisados pelos fiscais do Procon estão papelarias e livrarias, lojas de artigos gerais, supermercados que vendem artigos escolares, entre outros estabelecimentos.
A coordenadora interina do Procon de Toledo, Sueli Mynarski explica que os fiscais do órgão, responsáveis pela pesquisa, estão atuando na elaboração do plano de ação com a definição dos estabelecimento que serão visitados, organização dos itens da pesquisa, bem como a rotina de trabalho.
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“A equipe está fazendo o levantamento e atualização da lista, para identificar os itens, se houve uma troca de material ou a inclusão de novos itens solicitados pelas escolas. É uma pesquisa importante porque ela apresenta para a população a variação de preços na cidade e também incentiva a pesquisa pelo próprio consumidor”.
Sueli enfatiza que o consumidor tem o direito de pesquisar e procurar os melhores preços dos itens da lista de material escolar. Desta forma, ele também incentiva o lojista a ser mais competitivo. Comprando no comércio local ele também contribui para os recursos permanecerem dentro do município.
“É claro que não será possível visitar todos os estabelecimentos que com comercializam esses itens, mas a pesquisa é importante para trazer um direcionamento para os pais ou responsáveis na hora de adquirir os itens da lista de material escolar. Em todas as pesquisas realizadas o Procon encontrou diferenças e variações de preços, por isso reforçamos a importância da pesquisa para encontrar o melhor preço”, enfatiza.
ORIENTAÇÕES – Além da pesquisa de material escolar, neste período o Procon também recebe denúncias e reclamações relacionadas a cobrança de itens que não são de utilização do aluno, itens excessivos, entre outras irregularidades. Nos primeiros dez dias de 2026, Sueli conta que o órgão ainda não recebeu notificações desta natureza, mas que o Procon está disponível para atender a população para solucionar qualquer imprevisto.
“O consumidor pode fazer contato com o Procon para esclarecer dúvidas. Se houver identificação de irregularidade é feito o agendamento para atendimento presencial para buscar a solução do problema. O consumidor tem que estar sempre atento. Ter sempre cuidado ao fazer as pesquisas de preço, exigir os seus direitos e, se identificar que está sendo cobrado algo contrário ao que diz a legislação ele deve procurar o Procon”.
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O consumidor pode fazer contato com o Procon de Toledo através do telefone (45) 3196 2440 ou WhatsApp (45) 99973 6854, sendo que esse contato também serve para agendamento.
CARTILHA – A Coordenação Estadual de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-PR) possui a cartilha Dicas sobre Matrículas, Mensalidades e Material Escolar. Entre as orientações que constam na publicação está a de que as escolas não podem impor marcas ou indicar locais para a aquisição dos materiais de uso individual. Essa é uma escolha que deve ser feita pelo consumidor, que pode buscar os melhores preços e condições de pagamento.
O Procon-PR lembra que o material pedido nas listas não precisa ser entregue de uma só vez. Ou seja, os pais podem comprá-los na medida em que as atividades forem sendo realizadas nas aulas. “A escola também não pode cobrar taxas adicionais nem solicitar aos alunos materiais de uso coletivo, como canetas para quadro branco, produtos de limpeza, papel higiênico, copos, material de escritório para uso da escola, entre outros”, diz o texto.
Da Redação*
TOLEDO
*Com informações das Aen